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As palavras “título" (L.6) e “profissão" (L.11) foram empregadas como equivalentes semânticos de “conceito" (L.1), o que as torna intercambiáveis no texto.
A flexão de singular na forma verbal “importava" (L.26) justifica-se por ser o sujeito da oração indeterminado, de interpretação genérica.
As palavras “subitâneas" (L.10) e “decídua" (L.11) poderiam ser substituídas, respectivamente, por repentinas e caduca, sem prejuízo para a coerência e a correção gramatical do texto.
Os sujeitos das formas verbais “requeimam" e “erradicam", ambas na linha 12, são “as primeiras" (L.11) e “as segundas" (L.12), nessa ordem, elementos esses que se referem, respectivamente, às expressões “insolações demoradas" e “inundações subitâneas", ambas na linha 10.
De acordo com o texto, “a crestadura dos estios" (L.8) e “a degradação intensiva das torrentes" (L.8-9) são agravadas pela “capacidade absorvente e emissiva dos terrenos expostos" (L.5-6), pela “inclinação dos estratos" (L.6-7) e pela “rudeza dos relevos topográficos" (L.7).
O elemento “daquelas" (L.5) refere-se a “a estrutura e a conformação do solo" (L.2-3), descritas como as “causas complexas e mais remotas" (L.3-4) da seca.
No texto, manifesta-se a crença na ação humana para corrigir problemas causados ao homem pela natureza.
O último período do texto poderia ser corretamente reescrito da seguinte maneira: Se forem desconsiderados os fatores causadores da tragédia por força de ocorrência astronômica ou geográficos sobre os quais os homens poder nenhum tem, as disposições naturais são as únicas que apresentam possibilidade de alteração substancial.
Sem prejuízo para a ideia original do texto, o período “Como as (...) se cumprir" (L.13-16) poderia ser corretamente reescrito da seguinte forma: Como as realidades, às vezes, não se adéquam aos padrões internacionais por serem diferentes, as interpretações referiam-se a cópias que eram malfeitas, a empreendimentos que eram mal realizados e a promessas que não foram cumpridas.
Do segundo parágrafo do texto conclui-se que a atual interpretação da ciência e de sua história não abrange os fatos ocorridos antes do século XIX, quando não havia tanto intercâmbio científico entre as nações.
Infere-se do texto, pelo emprego das aspas no primeiro parágrafo, entre outros aspectos, que a autora não comunga da visão dos autores referidos no início do primeiro parágrafo do texto quanto à relação entre o Brasil e a ciência.
O texto reforça o posicionamento teórico de acordo com o qual a prática da ciência ocorre de forma neutra e objetiva, enquanto o percurso das humanidades, como o da história, é marcado pelo envolvimento do investigador com a realidade social.
O período “Em segundo (...) científica dinâmica" (L.23-25) poderia ser reescrito, mantendo-se o seu sentido original e a sua correção gramatical, da seguinte forma: Em segundo lugar, os historiadores mostraram que não podem falar sobre uma periferia nas colônias passivas e modeladas por um centro científico com atividades dinâmicas
Dadas as relações semânticas presentes no texto, subentende-se, após “todos" (L.20), a expressão os historiadores.
Depreende-se do conteúdo do primeiro parágrafo do texto que há uma ligação estreita entre as escolhas lexicais feitas por um historiador, ao fazer suas análises, e sua opção acadêmica e intelectual
De acordo com a argumentação desenvolvida pela autora, seria mais exato considerar o universo científico como policêntrico do que como um sistema assentado na dicotomia que enfatiza as diferenças entre nações centrais e nações periféricas.
julgue os próximos itens.
normativos relacionados a museus.
normativos relacionados a museus.
base na legislação pertinente e no Código de Ética do ICOM para
Museus.