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Em “Ética e poder na sociedade da informação” (São Paulo: Unesp, 2011, p. 101-102), Gilberto Dupas afirma que
A capacidade de produzir mais e melhor não cessa de crescer. Mas tal progresso traz consigo desemprego, exclusão, pauperização, subdesenvolvimento. As tecnologias da informação encolhem o espaço. Alguma coisa desaparece nesses buracos negros nos quais as pessoas estão sempre separadas. Nada mais parece impossível. [...]
[...] Nos palcos eletrônicos da sociedade global, as figuras do ganhador e do ostentador personificam os novos mitos fugazes e os frágeis. Nunca a tirania das imagens e a submissão ao império das mídias foram tão fortes. A produção econômica moderna espalha sua ditadura; o consumo alienado torna-se para as massas um dever suplementar, um verdadeiro instrumento de busca da felicidade, um fim em si mesmo.
Nessa perspectiva crítica, as tecnologias da informação, identificadas como principal desenvolvimento da globalização e dos livres mercados, aceleram a
O Código de Defesa do Consumidor trata, em sua seção III, exclusivamente, “Da Publicidade”, sendo que seu Artigo 37 diz textualmente: É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. Com base nesse mesmo código, uma publicidade é considerada como enganosa quando
As situações de crise podem ser as mais variadas − contaminação de produtos, panes aéreas, ocupação de propriedades e terras, escândalos financeiros −, mas elas sempre envolvem orientação e diálogo com outros grupos, tais como clientes, governo, ONGs e comunidades. Você pode perguntar, então: e o que a mídia tem que ver com isto? A resposta está no fato de que esses procedimentos em relação aos demais públicos estarão sob a mira permanente da imprensa, que analisará todos os flancos no atendimento a estes grupos.
(LUCAS, Luciane; Media training. São Paulo: Summus)
O sucesso na administração ou gestão da crise está também ligado à forma como se deve correlacionar dois pontos que são fundamentais na comunicação da crise:
“(...) provêm da tradição oriental de signos, sem deixar de ter pontos de contato com a escrita hieroglífica egípcia. Surgem da necessidade de transmitir impulsos de informação complexa, rapidamente, ou em um contexto multilíngue ou analfabeto.”
(FUENTES, Rodolfo. A prática do design gráfico: uma metodologia criativa. São Paulo: Rosari)
Essa é uma definição para
Leia o trecho abaixo retirado do livro Cibercultura, de Pierre Levy (São Paulo: Editora 34, 1999, p. 237).
Cada novo sistema de comunicação fabrica seus excluídos. Não havia iletrados antes da invenção da escrita. A impressão e a televisão introduziram a divisão entre aqueles que publicam ou estão na mídia e os outros. Como já observei, estima-se que apenas pouco mais de 20% dos seres humanos possui um telefone. Nenhum desses fatores constitui um argumento sério contra a escrita, a impressão, a televisão ou o telefone. O fato de que haja analfabetos ou pessoas sem telefone não nos leva a condenar a escrita ou as telecomunicações – pelo contrário, somos estimulados a desenvolver a educação primária e a estender as redes telefônicas. Deveria ocorrer o mesmo com o ciberespaço.
O fator determinante para inclusão digital é
Leia o trecho abaixo, do texto de Francisco Coutinho Dornelas, do site da Revista Quatro Rodas.
Correio técnico: por que quase não há SUVs apenas com tração traseira?
Pode parecer confuso, mas o principal motivo é porque a maioria dos SUVs, especialmente os compactos, têm tração dianteira. Isso acontece porque boa parte deles compartilha plataforma e outros componentes com hatches e sedãs, que normalmente têm tração dianteira.
A arquitetura desses carros permite a adoção da tração integral, mas a força do motor geralmente só é enviada ao eixo traseiro em situações de baixa aderência.
O motivo disso é que, do ponto de vista de eficiência energética, quando for possível é melhor usar somente a tração dianteira.
(Disponível em: https://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/correio-tecnico-por-que-quase-nao-ha-suvs-apenas-com-tracao-traseira/)
Esse texto está jornalisticamente adequado porque
Asa Briggs e Peter Burke fazem o seguinte apontamento sobre formas de comunicação realizadas em “rituais” nos séculos XV e XVI:
Comunicação multimídia
Parece que as formas de comunicação mais efetivas daquele período – assim como acontece hoje – eram as que apelavam simultaneamente para os olhos e os ouvidos, combinando mensagens verbais com não verbais, musicais e visuais, desde tambores e trombetas de paradas militares até os violinos que acompanhavam performances de salão. No início da era moderna na Europa, essas formas incluíam rituais, espetáculos, montagens de teatro amador, peças, balés e óperas.
(Adaptado de: Uma história social da mídia – de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p. 47-48)
Nos meios impressos que se desenvolviam com possibilidade de reprodução a partir de um original, a circulação do que ocorria nesses rituais poderia ser feita
Consta do Mapa Estratégico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o seguinte objetivo para o período de 2015 a 2024:
1.2 − Estimular a competição e a sustentabilidade do setor
Este objetivo visa garantir a rentabilidade da prestação do serviço de telecomunicações, de forma a propiciar investimentos e modernização das redes e serviços. Simultaneamente, é necessário garantir que o desenvolvimento do setor seja feito em um ambiente de competição entre os agentes, impedindo a prática de condutas anticompetitivas e o fechamento de mercados, de forma a permitir que o consumidor tenha acesso a múltiplas opções de serviço, a preços justos e qualidade adequada.
(Disponível em: https://anatel.gov.br)
Nas telecomunicações do Brasil, a atuação da agência é organizada considerando que o Estado tem o papel de