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Uma gestante com 33 semanas vai a uma maternidade com quadro de sangramento vaginal de grande volume. Nega dor abdominal ou outras queixas. Relata que ultrassonografia morfológica de 1º trimestre relatou “placenta baixa”. Ao exame físico é identificado tônus uterino normal, sem contrações e o exame especular identifica sangramento saindo pelo orifício cervical. A cardiotocografia está normal.
Dentre as alternativas abaixo, a que melhor descreve a propedêutica adicional adequada é:
Durante o trabalho de parto de uma gestante com 38 semanas é observado o sinal de Bandl-Frommel. No seu histórico, tem diabetes gestacional sem controle adequado.
Esse sinal tem como significado clínico
Uma paciente, com atraso menstrual de 7 semanas, é atendida em uma emergência com quadro de sangramento vaginal volumoso. Ao exame é identificado sangramento de origem uterina, com saída de imagens vesiculares. Realiza dosagem de beta-HCG quantitativo, cujo resultado é 900.000 mUI/mL. Realiza ultrassonografia que evidencia útero preenchido por conteúdo heterogêneo, com vesículas anecóicas. Os ovários estão aumentados de volume com imagens císticas volumosas.
Diante desses achados, o diagnóstico mais provável é
Uma paciente encontra-se na 28ª semana de uma gravidez gemelar monocoriônica diamniótica. Uma ultrassonografia evidencia que o feto 1 está com peso estimado no percentil 44, tem normodramnia e o seu Doppler está normal. O feto 2 tem peso estimado no percentil 2, tem normodramnia e o Doppler da artéria umbilical tem padrão cíclico de diástole zero e reversa.
O diagnóstico dessa paciente é
Uma gestante com 17 semanas, ao iniciar o pré-natal, traz exames laboratoriais com resultado positivo para o teste rápido para sífilis e VDRL 1:128. Ela nega histórico prévio de sífilis.
Nesse caso está indicado
Uma gestante com 37 semanas em acompanhamento ambulatorial de pré-eclâmpsia realiza ultrassonografia obstétrica que evidencia feto com peso estimado no percentil 2, Doppler da artéria umbilical com diástole positiva, porém com índice de pulsatilidade acima do percentil 95 e Doppler do ducto venoso normal.
Levando em consideração que o quadro materno está estável, o mais correto a afirmar é
As gestantes com diabetes aumentam as chances de complicações fetais e neonatais.
Estão entre essas complicações:
Gestante internada para indução do parto. Ao exame físico é encontrada lesão ativa de Herpes genital.
Diante dessa situação, a melhor conduta é
Uma gestante com 34 semanas, sem comorbidades, dá entrada em uma maternidade com queixa de cefaleia. Ao ser examinada, é verificada pressão arterial de 170 x 110mmHg. São solicitados exames laboratoriais que evidenciam níveis elevados das enzimas hepáticas e do LDH e contagem de plaquetas de 90.000/mm3 . Em ultrassonografia é evidenciada ausência de líquido amniótico, peso fetal no percentil 1 e o Doppler da artéria umbilical com diástole zero.
Diante desses achados, das condutas abaixo, a correta é:
Paciente envia o material do seu abortamento para análise, sendo identificado cariótipo 69,XXY.
Com esse achado podemos afirmar que
Uma paciente, primigesta, com gestação gemelar de 38 semanas, sem intercorrências durante o pré-natal, procurou a maternidade com contrações uterinas. Ao exame são identificados os dois fetos vivos com boa vitalidade, estando o primeiro feto mais baixo, em apresentação córmica e o segundo mais próximo do fundo uterino em apresentação pélvica. O colo uterino encontra-se com 2 cm de dilatação e a bolsa amniótica está rota.
Das alternativas abaixo, a melhor conduta quanto ao parto é:
Gestante com 36 semanas dá entrada em serviço de emergência com dor abdominal intensa e sangramento vaginal. Ao exame clínico é encontrada hipertonia uterina e o sangramento vem da cavidade uterina. Não há dilatação cervical. São identificados batimentos cardíacos fetais com desacelerações constantes.
Diante desse caso, a conduta mais adequada além da estabilização clínica materna, é
Uma gestante, assintomática, com 21 semanas realiza ultrassonografia transvaginal que evidencia colo uterino com comprimento de 18mm. Ela tem histórico de duas gestações prévias, ambas terminaram com trabalho de parto espontâneo com 29 semanas.
É correto dizer sobre esse caso:
Uma paciente com diagnóstico de hipertensão arterial pulmonar vai a consulta relatando que deseja engravidar.
Sobre essa condição na gravidez podemos afirmar:
Durante a consulta de pré-natal, uma gestante com 36 semanas coleta material para cultura vaginorretal que vem positiva para Streptococcus agalactiae. Ela tem histórico de alergia a penicilina, sendo considerada de alto risco para anafilaxia.
Sobre a profilaxia durante o trabalho de parto nesse caso, é correto afirmar que
Uma paciente com 7 semanas de gestação vai para uma emergência com queixa de sangramento vaginal. Ao exame clínico é visualizada saída de sangue em moderada quantidade pelo orifício externo do colo. Realizou ultrassonografia transvaginal que evidenciou saco gestacional regular e embrião com atividade cardíaca, compatível com a idade gestacional.
O diagnóstico mais provável nesse quadro é