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Paciente do sexo masculino, 58 anos, diabético e hipertenso, procura o pronto-socorro com quadro de febre alta (39,5°C), calafrios, dor lombar esquerda e disúria há 48 horas. O exame de urina revela piúria e nitrito positivo. A ultrassonografia de vias urinárias mostra hidronefrose moderada à esquerda, sugerindo obstrução. O paciente apresenta hipotensão (PA 90/60 mmHg) e taquicardia (FC 115 bpm).
Considerando o quadro de pielonefrite aguda obstrutiva e sinais de sepse, a prioridade imediata no manejo deste paciente é
Homem de 30 anos, submetido à orquiectomia inguinal por massa testicular direita. O anatomopatológico confirma Seminoma Puro, limitado ao testículo (pT1), sem invasão da rede testicular ou invasão vascular/linfática. Os marcadores tumorais (AFP, β-hCG e LDH) estão normais após a cirurgia. O estadiamento por TC de tórax, abdômen e pelve é negativo para metástases (N0M0). O paciente é classificado como Seminoma Estágio I.
A conduta de acompanhamento primária mais recomendada, que oferece o melhor equilíbrio entre controle oncológico e minimização da toxicidade a longo prazo é a
Caso Clínico: Homem de 65 anos, tabagista de longa data, apresenta hematúria macroscópica indolor. A cistoscopia revela uma lesão tumoral única, séssil, de 4 cm, na parede lateral da bexiga. A ressecção transuretral (RTU) do tumor de bexiga confirma Carcinoma Urotelial de Alto Grau, com invasão da camada muscular (pT2). O estadiamento por TC é negativo para metástases (N0M0). O paciente tem bom estado geral (ASA II).
O tratamento padrão-ouro com intenção curativa para esse paciente é a
Homem de 72 anos, com massa renal direita de 8 cm. A TC revela tumor com invasão da veia renal, mas sem extensão para a veia cava inferior (VCI). O estadiamento é T3a N0 M0. O paciente apresenta bom estado geral (ECOG 0).
Assinale a opção correta em relação à principal indicação cirúrgica e ao prognóstico esperado para este subtipo de Câncer de Células Renais (CCR).
Paciente do sexo masculino, 55 anos, com histórico de nefrectomia prévia à esquerda por trauma. Apresenta, em rim único direito, um nódulo sólido de 3,5 cm, incidentalmente descoberto em ultrassonografia de rotina. A TC confirma um Carcinoma de Células Renais (CCR) em estágio T1a (tumor ≤ 4 cm, limitado ao rim). A função renal basal é limítrofe (Cr 1,8 mg/dL).
A abordagem terapêutica primária mais recomendada para esse paciente, visando o melhor equilíbrio entre controle oncológico e preservação da função renal, é a
Homem de 62 anos, submetido à Prostatectomia Radical há 5 anos por câncer de próstata (pT2c N0 M0, Gleason 3+4=7, margens negativas). Seu PSA pós-operatório foi indetectável (< 0,1 ng/mL). Nos últimos 6 meses, o PSA começou a subir, atingindo 0,4 ng/mL. O paciente está assintomático e o toque retal é negativo. O PSMAPET/CT é solicitado e revela um foco de captação isolado na loja prostática, sem evidência de doença à distância.
A conduta terapêutica mais apropriada para esse cenário de recidiva bioquímica localizada é
Homem de 68 anos, assintomático, com PSA de 18 ng/mL e toque retal (TR) revelando nódulo endurecido em lobo direito (T2b). A biópsia de próstata confirmou adenocarcinoma acinar, Gleason 4+5=9, com 8 de 12 fragmentos positivos. O estadiamento por TC e cintilografia óssea é negativo para metástases (N0M0). O paciente apresenta comorbidades controladas (ASA II) e expectativa de vida superior a 10 anos.
Considerando o grupo de risco (Alto Risco) e as opções terapêuticas primárias, a estratégia de tratamento com maior evidência de benefício oncológico a longo prazo para esse paciente é a
Paciente do sexo feminino, 45 anos, com histórico de infecções do trato urinário (ITU) de repetição, procura o pronto-socorro com febre (38,9°C), calafrios, dor lombar direita intensa e náuseas. A urocultura prévia indicou Proteus mirabilis. A tomografia computadorizada (TC) de abdômen e pelve revela um cálculo coraliforme completo no rim direito, com densidade compatível com estruvita, associado a sinais de pielonefrite obstrutiva. A função renal está preservada.
A conduta inicial e definitiva mais adequada, conforme as diretrizes para o manejo de cálculo coraliforme infectado, é
Paciente do sexo masculino, 40 anos, submetido a transplante renal há 6 meses. Apresenta elevação progressiva da creatinina e ultrassonografia revela hidronefrose moderada no rim transplantado. A biópsia renal exclui rejeição.
A causa urológica mais comum de hidronefrose e disfunção do enxerto renal após o transplante e o tratamento inicial de escolha são respectivamente,
Paciente do sexo feminino, 55 anos, com Bexiga Hiperativa refratária ao tratamento com anticolinérgicos e agonistas beta-3. O diário miccional e o estudo urodinâmico confirmam a persistência da urgência e da incontinência.
A opção de tratamento de segunda linha, minimamente invasiva, mais recomendada para a Bexiga Hiperativa refratária é a(o)
Paciente do sexo masculino, 60 anos, não circuncidado, apresenta uma lesão ulcerada e vegetante na glande, com cerca de 2 cm de diâmetro, indolor, há 6 meses. O exame físico revela linfonodos inguinais palpáveis, móveis e não dolorosos bilateralmente.
A conduta inicial mais importante para o estadiamento e tratamento da lesão primária neste caso de suspeita de câncer de pênis é a
Homem de 50 anos, queixa-se de dor e curvatura peniana progressiva, que impede a penetração sexual. Ao exame físico, palpa-se uma placa fibrótica dorsal no corpo cavernoso. O paciente está na fase crônica da doença (dor resolvida, curvatura estável).
A opção de tratamento cirúrgico mais indicada para a Doença de Peyronie na fase crônica, com curvatura que impede a relação sexual, é a
Menino de 18 meses de idade, com testículo esquerdo não palpável na bolsa escrotal. O testículo direito está tópico e de tamanho normal. A avaliação hormonal é normal.
A conduta mais apropriada para esse paciente com criptorquidia unilateral aos 18 meses de idade é
Paciente do sexo masculino, 55 anos, com Carcinoma de Células Renais (CCR) de células claras metastático (mCCR) para o pulmão. O paciente apresenta bom performance status (ECOG 0) e fatores de risco favoráveis (IMDC favorable risk).
A classe de medicamentos de primeira linha mais utilizada no tratamento sistêmico do mCCR de risco favorável, de acordo com as diretrizes atuais, é a
Paciente do sexo masculino, 25 anos, vítima de trauma pélvico fechado (fratura de bacia). Apresenta sangramento no meato uretral e incapacidade de urinar. A bexiga está palpável e dolorosa.
O procedimento diagnóstico e terapêutico que deve ser realizado imediatamente para confirmar a lesão e garantir a drenagem urinária, evitando a passagem de sonda uretral é a de
Paciente do sexo feminino, 60 anos, queixa-se de urgência miccional intensa, com perda involuntária de urina antes de conseguir chegar ao banheiro. O diário miccional revela 12 micções diurnas e 4 noturnas. O estudo urodinâmico confirma hiperatividade do detrusor.
A classe de medicamentos de primeira linha mais indicada para o tratamento farmacológico da Incontinência Urinária de Urgência (IUU) causada por Bexiga Hiperativa é a de
Paciente do sexo masculino, 45 anos, com cólica renal refratária à analgesia. A Tomografia Computadorizada revela um cálculo de 8 mm no ureter médio, sem sinais de infecção. A função renal está preservada.
O tratamento de primeira linha mais apropriado para este cálculo ureteral de 8 mm é a
Homem de 32 anos com infertilidade primária. O espermograma revela azoospermia (ausência de espermatozoides no ejaculado). Os exames hormonais (FSH, LH, Testosterona) e o volume testicular são normais. A biópsia testicular revela espermatogênese normal.
Assinale a opção que indica a causa mais provável da azoospermia e o tratamento cirúrgico de escolha para este paciente.
Paciente do sexo feminino, 62 anos, com diagnóstico de Carcinoma Urotelial de Bexiga, T2 (invasão da camada muscular). A avaliação de estadiamento não revela doença metastática. A paciente apresenta boa função renal e é candidata a cirurgia de grande porte.
O tratamento padrão-ouro para o Carcinoma Urotelial de Bexiga com invasão da camada muscular (T2) em paciente apto para cirurgia é a
Paciente do sexo masculino, 70 anos, com diagnóstico recente de adenocarcinoma de próstata. O PSA é de 15 ng/mL, o escore de Gleason é 4+3=7, e o estadiamento clínico é T2c (tumor palpável em ambos os lobos). O paciente apresenta comorbidades que o classificam como alto risco cirúrgico (ASA III).
De acordo com as diretrizes para câncer de próstata de alto risco cirúrgico, a opção de tratamento primário mais recomendada para esse paciente é