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No revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante, a camada de separação deve ser empregada sempre que a base estiver sujeita a deflexões próximas aos limites máximos estabelecidos em normativo técnico específico, ou sempre que na previsão das juntas de movimentação for considerada a presença de camada de separação, ou, ainda, sempre que não forem obedecidos os períodos mínimos de cura da base ou da argamassa de regularização, conforme normativo técnico específico. A camada de separação pode ser constituída por papel Kraft com gramatura igual ou maior que 80 g/m², membrana de polietileno com espessura mínima de 0,1 mm, feltro asfáltico com gramatura mínima de 250 g/m², membrana de poliisobutileno com espessura mínima de 0,8 mm ou membrana de cloreto de polivinila com espessura mínima de 0,8 mm. A camada de separação constituída por membrana deve ser aplicada sobre a camada de regularização, conforme mostrado na figura abaixo.

Fonte: NBR 13.753/1996 (Revestimento de piso interno ou externo com placas
cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento).
De acordo com a figura, a camada de separação é definida pelo número:
É um tipo de esquadria formada por uma ou mais folhas que podem ser movimentadas mediante rotação em torno de um eixo horizontal fixo situado na extremidade superior, conforme a figura abaixo:

Fonte: NBR 10.821-1/2017 (esquadrias para edifi cações – parte 1: esquadrias externas e internas – terminologia).
Este tipo de esquadria é denominada:
São considerados essenciais para o desempenho da parede o cumprimento das tolerâncias de prumo (alinhamento vertical da parede), de nível (alinhamento horizontal da parede), a execução correta das espessuras das juntas de argamassas de assentamento dos blocos e dos reforços na alvenaria especificados. O desaprumo e o desalinhamento máximo das paredes e pilares do pavimento não podem superar 10 mm, além de atender ao limite de 2 mm/m, conforme figura abaixo. Na altura total do prédio, o máximo desaprumo admitido é de 25 mm. O nível superior da fiada de respaldo deve ser tal que a variação do pé-direito final do pavimento não seja menor do que 5 mm ou maior do que “Z” mm do pé-direito especificado em projeto.

Fonte: NBR 16.868-2/2020 (Alvenaria estrutural - Parte 2: Execução e controle de obras).
Conforme o texto e a figura, o valor de “Z”, em mm, é +:
NBR 7.199/2025 (Aplicações de vidros na construção civil - Requisitos).
Observe a figura abaixo:

Fonte: NBR 15.310-1/2025 (componentes cerâmicos – telhas – parte 1:
terminologia e requisitos).
De acordo com a figura, a flecha máxima medida em um ponto determinado das bordas, ou no eixo central, no sentido longitudinal ou transversal. Para as telhas composta de encaixe e simples de sobreposição (conforme figura) trata-se do conceito de:
Observe o corte do projeto de uma casa popular abaixo:

Fonte: Elaboração própria.
Sabendo que as sapatas são quadradas e têm dimensões de 0,80x0,80, calcule o volume total das mesmas dispostas no corte. O volume total de concerto, em metros cúbicos, será de:
Observe a composição de custos abaixo:

Disponível em: https://sin.seinfra.ce.gov.br/site-seinfra/siproce/desonerada/html/C1400.html?a=1698150703054. Acesso em: 1º jun. 2026.
De acordo com a composição de custos apresentada, o insumo de código I1916 (tábua de 1” de 3A. – L = 30 cm), cuja unidade marcada com “xxx”, pode ser substituída por:
Fonte: NBR 11.742/2018 (porta corta-fogo para saída de emergência).
De acordo com o texto e a figura, a cota “A”, deve ter um valor mínimo, em mm, de