Questões de Concurso Para isgh

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Q4046527 Noções de Primeiros Socorros
A obstrução das vias aéreas impede a passagem do ar para os pulmões, sendo de fundamental importância a identificação precoce para a utilização da técnica de desobstrução das vias aéreas. Diante do exposto, trata-se da Manobra de:
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Q4046526 Enfermagem
Sinais vitais são indícios da existência de vida e consistem em reflexos que permitem uma conclusão concluir sobre o estado geral de uma pessoa. Em relação à frequência respiratória, trata- -se de cuidado na aferição respiratória: 
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Q4046525 Noções de Primeiros Socorros
Nas diretrizes para a abordagem inicial da vítima em parada cardiorrespiratória, foi traçada pela American Heart Association (AHA), em 2010, a reformulação da sequência de intervenções. A reformulação do A-B-C (via aérea, respiração, compressões torácicas) embasou-se na necessidade de diminuir a demora na aplicação das compressões torácicas, que passou a ser na seguinte sequência:
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Q4046524 Noções de Primeiros Socorros
Primeiros-socorros são os cuidados iniciais que deverão ser prestados rapidamente a vítimas de acidentes ou de mal súbito, cujo estado físico coloque em perigo a sua vida, com a finalidade de manter as funções vitais, bem como evitar o agravamento de suas condições. No atendimento inicial a qualquer indivíduo com danos à saúde, são ações importantes indicadas como forma de proporcionar segurança no atendimento inicial, EXCETO:
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Q4046522 Veterinária
O Ministério da Saúde informou, que foi notificado sobre dois casos suspeitos de varíola dos macacos no Brasil. Um caso suspeito está no Ceará, e o outro em Santa Catarina. Um terceiro caso, que pode ser suspeito, está sendo monitorado no Rio Grande do Sul. Segundo a pasta, os pacientes “seguem isolados e em recuperação, sendo monitorados pelas equipes de vigilância em saúde. A investigação dos casos está em andamento e será feita coleta para análise laboratorial”.
(Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2022/05/30/variolados-macacos-ministerio-da-saude.ghtml. Acesso em: 31/05/2022.)
No ano de 1980, a varíola humana era considerada erradicada. Há pouco mais de quatro décadas, ocorria algo inédito na história da humanidade: uma doença infecciosa humana deixava de circular no mundo. Em relação à varíola humana, assinale a afirmativa INCORRETA. 
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Q4046521 Saúde Pública
Considerando que a equidade é um dos princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS), sobre tal princípio, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Evidenciar o atendimento aos indivíduos de acordo com suas necessidades, oferecendo mais a quem mais precisa e menos a quem requer menos cuidados.
( ) Reconhecer as diferenças nas condições de vida e saúde e nas necessidades das pessoas, considerando que o direito à saúde passa pelas diferenças sociais e deve, ainda, atender à diversidade.
( ) Compreender a equidade faz diferença no acolhimento; pode salvar vidas, para que a diferença não se torne desigualdade.
( ) A Política Nacional para a População em Situação de Rua (PNPSR), com base na equidade, inclui ações de saúde. Este grupo requer atenção e cuidados especiais devido à falta de alimentação saudável, à higiene precária e à ausência de abrigo, que prejudicam sua saúde.
( ) Em atendimentos hospitalares, em especial no setor de urgência, a prioridade do atendimento é definida nos critérios combinados sendo, exclusivamente, garantido o atendimento de acordo com a ordem de chegada à unidade.
A sequência está correta em
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Q4046520 Saúde Pública
Brasil doa 80 mil doses de vacinas para a República das Maldivas
Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde do Brasil é um dos maiores do mundo e oferta, aproximadamente, 45 diferentes imunobiológicos (soros, vacinas e imunoglobulinas). E seguindo o propósito de promover o acesso equitativo a vacinas, o Brasil realizou a doação de 80 mil doses de imunizantes à República das Maldivas, país asiático situado no sudoeste da Índia. A doação às Maldivas é de 50 mil doses de vacina contra varicela; 10 mil doses de vacina tríplice viral; 10 mil doses de vacinas contra pólio inativada e 10 mil doses de vacina DTP. A operação foi coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores, que cuidou do envio da doação e auxiliou os trâmites alfandegários.
(Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/ 2022/maio/brasil-doa-80-mil-doses-de-vacinas-para-a-republica-dasmaldivas. Acesso em: 31/05/2022. Adaptado.)
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferta vacinas na rede pública de saúde. São vacinas ofertadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), EXCETO:
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Q4046519 Saúde Pública
A Portaria nº 2.436/2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), com vistas à revisão da regulamentação de implantação e operacionalização vigentes, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelece as diretrizes para a organização do componente Atenção Básica, na Rede de Atenção à Saúde (RAS). Sobre a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), considerando a pactuação na Reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), é INCORRETO inferir que: 
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Q4046513 Português
Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica?

Estudo aponta que a procura por procedimentos de nariz e queixo aumentou por conta das distorções de características faciais causadas pelas selfies.

        Com distorções irreais de características faciais, as “selfies” causam um efeito que pode gerar um aumento nos pedidos de cirurgia plástica desnecessárias. É o que mostra um estudo recente publicado na Plastic & Reconstructive Surgery.
    
        “Os jovens são mais afetados por este fenômeno”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Chefe do Setor de Rinologia da UNIFESP e cirurgião instrutor do DallasRinoplasthy. “O fato de se ter uma câmera nas mãos a todo momento é um convite para o autorretrato de todos os ângulos e em todas as situações. Isso gera frustração, pois sempre existe um ângulo que desagrada, principalmente se compara com fotos de outras pessoas nas redes sociais ignorando o fato de que muitas delas são produzidas e manipuladas digitalmente”, completa.
    
        O estudo aponta, inclusive, que pacientes utilizam cada vez mais as fotografias tiradas de câmeras de smartphone para discutir com um cirurgião plástico. Há uma relação documentada entre o aumento de selfies e os pedidos de rinoplastia – ou cirurgia para alterar a aparência do nariz – principalmente entre os mais jovens, assim como a mentoplastia, já que esses retratos costumam alterar a aparência do nariz e do queixo.
    
        Mas como as câmeras podem distorcer as imagens, especialmente quando são tiradas de perto, as selfies podem não refletir a verdadeira aparência de um indivíduo, segundo a pesquisa. Outro ponto apontado pelo trabalho que influencia o crescimento de procedimentos estéticos é a excessiva quantidade de horas observando imagens milimetricamente editadas para atingir a “perfeição”. “A adolescência é uma fase na qual a autoestima ainda depende muito de uma boa aparência, logo, aparecer bem nas selfies torna-se quase que uma obrigação”, pontua Farinazzo.” Isso leva o jovem a procurar formas de se sentir melhor e a cirurgia é uma delas”, acrescenta. Sem contar que os adolescentes estão cada vez mais informados e seguros daquilo que os incomodam e o que pode ser mudado. “Isso é influência de um mundo conectado e com grande disponibilidade de informação. As selfies apenas realçam o objeto do incômodo”, diz o médico.
    
        (...) “Quando um paciente percebe, por conta de sua foto, um nariz maior do que realmente é, cabe ao médico, em uma conduta ética e correta, tentar fazê-lo entender que aquilo não corresponde à realidade.” Para o caso em que há uma indicação cirúrgica de fato, o cirurgião plástico argumenta que não existe problema em fazer cirurgia em adolescentes. “A indicação está mais ligada ao problema do que à idade do paciente. Mas é importante uma boa conversa com o médico antes de qualquer procedimento. As pessoas estão cada vez mais críticas, e isso gera uma expectativa maior em relação aos resultados de uma cirurgia. Procure um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e busque também recomendações”, finaliza Farinazzo.

(BLANES. Simone. Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica? Veja, 2022. Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/ por-que-jovens-estao-fazendo-tanta-cirurgia-plastica/. Acesso em: 13/05/2022. Adaptado.)
Das passagens destacadas a seguir, qual apresenta uma relação semântica de causa e consequência?
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Q4046511 Português
Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica?

Estudo aponta que a procura por procedimentos de nariz e queixo aumentou por conta das distorções de características faciais causadas pelas selfies.

        Com distorções irreais de características faciais, as “selfies” causam um efeito que pode gerar um aumento nos pedidos de cirurgia plástica desnecessárias. É o que mostra um estudo recente publicado na Plastic & Reconstructive Surgery.
    
        “Os jovens são mais afetados por este fenômeno”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Chefe do Setor de Rinologia da UNIFESP e cirurgião instrutor do DallasRinoplasthy. “O fato de se ter uma câmera nas mãos a todo momento é um convite para o autorretrato de todos os ângulos e em todas as situações. Isso gera frustração, pois sempre existe um ângulo que desagrada, principalmente se compara com fotos de outras pessoas nas redes sociais ignorando o fato de que muitas delas são produzidas e manipuladas digitalmente”, completa.
    
        O estudo aponta, inclusive, que pacientes utilizam cada vez mais as fotografias tiradas de câmeras de smartphone para discutir com um cirurgião plástico. Há uma relação documentada entre o aumento de selfies e os pedidos de rinoplastia – ou cirurgia para alterar a aparência do nariz – principalmente entre os mais jovens, assim como a mentoplastia, já que esses retratos costumam alterar a aparência do nariz e do queixo.
    
        Mas como as câmeras podem distorcer as imagens, especialmente quando são tiradas de perto, as selfies podem não refletir a verdadeira aparência de um indivíduo, segundo a pesquisa. Outro ponto apontado pelo trabalho que influencia o crescimento de procedimentos estéticos é a excessiva quantidade de horas observando imagens milimetricamente editadas para atingir a “perfeição”. “A adolescência é uma fase na qual a autoestima ainda depende muito de uma boa aparência, logo, aparecer bem nas selfies torna-se quase que uma obrigação”, pontua Farinazzo.” Isso leva o jovem a procurar formas de se sentir melhor e a cirurgia é uma delas”, acrescenta. Sem contar que os adolescentes estão cada vez mais informados e seguros daquilo que os incomodam e o que pode ser mudado. “Isso é influência de um mundo conectado e com grande disponibilidade de informação. As selfies apenas realçam o objeto do incômodo”, diz o médico.
    
        (...) “Quando um paciente percebe, por conta de sua foto, um nariz maior do que realmente é, cabe ao médico, em uma conduta ética e correta, tentar fazê-lo entender que aquilo não corresponde à realidade.” Para o caso em que há uma indicação cirúrgica de fato, o cirurgião plástico argumenta que não existe problema em fazer cirurgia em adolescentes. “A indicação está mais ligada ao problema do que à idade do paciente. Mas é importante uma boa conversa com o médico antes de qualquer procedimento. As pessoas estão cada vez mais críticas, e isso gera uma expectativa maior em relação aos resultados de uma cirurgia. Procure um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e busque também recomendações”, finaliza Farinazzo.

(BLANES. Simone. Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica? Veja, 2022. Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/ por-que-jovens-estao-fazendo-tanta-cirurgia-plastica/. Acesso em: 13/05/2022. Adaptado.)
A opinião do cirurgião plástico Mário Farinazzo foi utilizada como uma estratégia argumentativa, que é conhecida por argumento de: 
Alternativas
Q4046510 Português
Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica?

Estudo aponta que a procura por procedimentos de nariz e queixo aumentou por conta das distorções de características faciais causadas pelas selfies.

        Com distorções irreais de características faciais, as “selfies” causam um efeito que pode gerar um aumento nos pedidos de cirurgia plástica desnecessárias. É o que mostra um estudo recente publicado na Plastic & Reconstructive Surgery.
    
        “Os jovens são mais afetados por este fenômeno”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Chefe do Setor de Rinologia da UNIFESP e cirurgião instrutor do DallasRinoplasthy. “O fato de se ter uma câmera nas mãos a todo momento é um convite para o autorretrato de todos os ângulos e em todas as situações. Isso gera frustração, pois sempre existe um ângulo que desagrada, principalmente se compara com fotos de outras pessoas nas redes sociais ignorando o fato de que muitas delas são produzidas e manipuladas digitalmente”, completa.
    
        O estudo aponta, inclusive, que pacientes utilizam cada vez mais as fotografias tiradas de câmeras de smartphone para discutir com um cirurgião plástico. Há uma relação documentada entre o aumento de selfies e os pedidos de rinoplastia – ou cirurgia para alterar a aparência do nariz – principalmente entre os mais jovens, assim como a mentoplastia, já que esses retratos costumam alterar a aparência do nariz e do queixo.
    
        Mas como as câmeras podem distorcer as imagens, especialmente quando são tiradas de perto, as selfies podem não refletir a verdadeira aparência de um indivíduo, segundo a pesquisa. Outro ponto apontado pelo trabalho que influencia o crescimento de procedimentos estéticos é a excessiva quantidade de horas observando imagens milimetricamente editadas para atingir a “perfeição”. “A adolescência é uma fase na qual a autoestima ainda depende muito de uma boa aparência, logo, aparecer bem nas selfies torna-se quase que uma obrigação”, pontua Farinazzo.” Isso leva o jovem a procurar formas de se sentir melhor e a cirurgia é uma delas”, acrescenta. Sem contar que os adolescentes estão cada vez mais informados e seguros daquilo que os incomodam e o que pode ser mudado. “Isso é influência de um mundo conectado e com grande disponibilidade de informação. As selfies apenas realçam o objeto do incômodo”, diz o médico.
    
        (...) “Quando um paciente percebe, por conta de sua foto, um nariz maior do que realmente é, cabe ao médico, em uma conduta ética e correta, tentar fazê-lo entender que aquilo não corresponde à realidade.” Para o caso em que há uma indicação cirúrgica de fato, o cirurgião plástico argumenta que não existe problema em fazer cirurgia em adolescentes. “A indicação está mais ligada ao problema do que à idade do paciente. Mas é importante uma boa conversa com o médico antes de qualquer procedimento. As pessoas estão cada vez mais críticas, e isso gera uma expectativa maior em relação aos resultados de uma cirurgia. Procure um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e busque também recomendações”, finaliza Farinazzo.

(BLANES. Simone. Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica? Veja, 2022. Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/ por-que-jovens-estao-fazendo-tanta-cirurgia-plastica/. Acesso em: 13/05/2022. Adaptado.)
A respeito das ideias e informações veiculadas no texto, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4046509 Português
Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica?

Estudo aponta que a procura por procedimentos de nariz e queixo aumentou por conta das distorções de características faciais causadas pelas selfies.

        Com distorções irreais de características faciais, as “selfies” causam um efeito que pode gerar um aumento nos pedidos de cirurgia plástica desnecessárias. É o que mostra um estudo recente publicado na Plastic & Reconstructive Surgery.
    
        “Os jovens são mais afetados por este fenômeno”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Chefe do Setor de Rinologia da UNIFESP e cirurgião instrutor do DallasRinoplasthy. “O fato de se ter uma câmera nas mãos a todo momento é um convite para o autorretrato de todos os ângulos e em todas as situações. Isso gera frustração, pois sempre existe um ângulo que desagrada, principalmente se compara com fotos de outras pessoas nas redes sociais ignorando o fato de que muitas delas são produzidas e manipuladas digitalmente”, completa.
    
        O estudo aponta, inclusive, que pacientes utilizam cada vez mais as fotografias tiradas de câmeras de smartphone para discutir com um cirurgião plástico. Há uma relação documentada entre o aumento de selfies e os pedidos de rinoplastia – ou cirurgia para alterar a aparência do nariz – principalmente entre os mais jovens, assim como a mentoplastia, já que esses retratos costumam alterar a aparência do nariz e do queixo.
    
        Mas como as câmeras podem distorcer as imagens, especialmente quando são tiradas de perto, as selfies podem não refletir a verdadeira aparência de um indivíduo, segundo a pesquisa. Outro ponto apontado pelo trabalho que influencia o crescimento de procedimentos estéticos é a excessiva quantidade de horas observando imagens milimetricamente editadas para atingir a “perfeição”. “A adolescência é uma fase na qual a autoestima ainda depende muito de uma boa aparência, logo, aparecer bem nas selfies torna-se quase que uma obrigação”, pontua Farinazzo.” Isso leva o jovem a procurar formas de se sentir melhor e a cirurgia é uma delas”, acrescenta. Sem contar que os adolescentes estão cada vez mais informados e seguros daquilo que os incomodam e o que pode ser mudado. “Isso é influência de um mundo conectado e com grande disponibilidade de informação. As selfies apenas realçam o objeto do incômodo”, diz o médico.
    
        (...) “Quando um paciente percebe, por conta de sua foto, um nariz maior do que realmente é, cabe ao médico, em uma conduta ética e correta, tentar fazê-lo entender que aquilo não corresponde à realidade.” Para o caso em que há uma indicação cirúrgica de fato, o cirurgião plástico argumenta que não existe problema em fazer cirurgia em adolescentes. “A indicação está mais ligada ao problema do que à idade do paciente. Mas é importante uma boa conversa com o médico antes de qualquer procedimento. As pessoas estão cada vez mais críticas, e isso gera uma expectativa maior em relação aos resultados de uma cirurgia. Procure um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e busque também recomendações”, finaliza Farinazzo.

(BLANES. Simone. Por que jovens estão fazendo tanta cirurgia plástica? Veja, 2022. Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/ por-que-jovens-estao-fazendo-tanta-cirurgia-plastica/. Acesso em: 13/05/2022. Adaptado.)
A alternativa cujo conteúdo melhor responde ao questionamento presente no título do texto se encontra em: 2222
Alternativas
Q1765908 Arquivologia
Constituem atividades de protocolo:
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Q1765907 Arquivologia
Quando um documento passa do arquivo intermediário para o permanente, dizemos que houve:
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Q1765906 Arquivologia
Pode-se definir arquivamento como o conjunto das operações destinadas ao acondicionamento e ao armazenamento de documentos. O método de arquivamento corresponderá à forma em que os documentos serão armazenados, visando a sua localização futura. Podem-se dividir os métodos de arquivamento em duas grandes classes: básico e padronizado. Assinale a alternativa que indica métodos padronizados:
Alternativas
Q1765905 Arquivologia
Atas, ofícios, memorandos e requerimentos são considerados:
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Q1765904 Redação Oficial
O pronome de tratamento e o vocativo a ser usado ao se redigir uma correspondência dirigida ao Vice-Presidente da República são, respectivamente:
Alternativas
Q1765902 Arquivologia
A separação de parte da documentação de um ou mais processos para formar outro processo é um procedimento administrativo denominado:
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Q1765901 Atendimento ao Público
Analise os itens a seguir acerca dos aspectos do bom atendimento ao público:
I- No atendimento telefônico, ouça o cliente com atenção, interrompendo-o quantas vezes forem necessárias para assimilar qual a sua necessidade; II- É uma atitude cordial no atendimento ao público indicar ao usuário um local para se sentar enquanto aguarda; III- Empatia, proatividade, robotismo e apego às normas são princípios aplicados no atendimento ao público.
Dos itens acima:
Alternativas
Q1765900 Ética na Administração Pública
Considerando o assunto “ética e responsabilidade social”, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1781: C
1782: D
1783: A
1784: C
1785: B
1786: A
1787: B
1788: C
1789: D
1790: A
1791: C
1792: C
1793: B
1794: D
1795: C
1796: B
1797: A
1798: D
1799: A
1800: D