Questões de Concurso Para isgh

Foram encontradas 2.275 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4048839 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica tem como estratégia prioritária para expansão e consolidação da Atenção Básica: 
Alternativas
Q4048836 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Considerando as relações estabelecidas pelos elementos de coesão e coerência textual e sua importância na estruturação do texto, analise as afirmativas a seguir e indique a correta.
Alternativas
Q4048835 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
“Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010.” (4º§)
O termo destacado expressa, no contexto, relação de: 
Alternativas
Q4048834 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje, Assim calmo, assim triste, assim magro, Nem estes olhos tão vazios, Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força, Tão paradas e frias e mortas; Eu não tinha este coração Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança, Tão simples, tão certa, tão fácil: – Em que espelho ficou perdida A minha face?
(Cecília Meireles. Obra poética, Volume 4, Biblioteca luso-brasileira: Série brasileira. Companhia J. Aguilar Editora, 1958, p. 10.)
Pode-se afirmar que o poema “Retrato” apresenta: 
Alternativas
Q4048833 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Indique, a seguir, a reescrita do trecho “apesar da preocupação dos filhos” que mantém a correção semântica e gramatical: 
Alternativas
Q4048832 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Considerando que as ações de comunicação são sempre relacionadas a intenções comunicativas, assinale o recurso linguístico destacado a seguir que denota efeito de intenção do enunciador.
Alternativas
Q4048831 Português
Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida

    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

   Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”

   Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.

(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)
Sobre as ideias e informações trazidas ao texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4046713 Segurança e Saúde no Trabalho

O ruído pode trazer sérias perturbações funcionais ao organismo: afeta o sistema nervoso; os aparelhos digestivo e circulatório; traz desconforto e fadiga; fatores que influem sobremaneira na produtividade do profissional. Elevados níveis de ruído podem ser encontrados no ambiente hospitalar, nas centrais de compreensão de ar e geração de vácuo, nas oficinas de manutenção (uso do ar comprimido, lixadeiras, esmeril e demais equipamentos), nas marcenarias (uso de serra circular, desempenadeiras etc.) e nas centrais de geração de energia elétrica auxiliar. Também nas lavanderias, devido à grande quantidade de máquinas, encontram-se elevados níveis de ruído, que são bastante acentuados quando falta a manutenção necessária (máquinas de lavar e centrífugas desbalanceadas, com partes frouxas etc.). Ruídos de menor intensidade, porém incômodos, podem ocorrer até nas unidades de tratamento intensivo, devido à presença dos variados tipos de alarmes sonoros integrados aos modernos equipamentos. Na avaliação de desconfortos com ruído, foram identificados dois valores básicos, sendo que em um período de, aproximadamente, 5 horas de trabalho o ruído é de 89 dB, por 1 hora o valor reduz para 87 dB; porém, aumenta, novamente, nas duas horas restantes, chegando a 95 dB. Esses valores alteram-se por serem ligados e desligados diversos equipamentos empregados nesse setor do hospital, bem como pela contribuição ou não de ruídos externos.  


Imagem associada para resolução da questão


Após computar a dose diária de ruído constante no posto de trabalho, assinale a afirmativa correta. (Considere o quadro da NR15 apresentado.)

Alternativas
Q4046712 Segurança e Saúde no Trabalho
O calor é largamente utilizado no ambiente hospitalar, nas operações de limpeza, desinfecção e esterilização dos artigos e áreas hospitalares, como também no preparo de alimentação pelos Serviços de Nutrição e Dietética (SND) e nos laboratórios de análise clínica no preparo de soluções especiais. Há, ainda, o uso do calor para geração de condições de conforto ambiental, principalmente, em regiões de clima frio. É empregado, ainda, com finalidade terapêutica como nos casos de berços aquecidos e incubadoras utilizados nos tratamentos de recém-nascidos; em equipamentos de diatermia, que adotam o uso de radiofrequência para produção de calor nos tecidos vivos; unidades eletrocirúrgicas ou raios laser empregados em sofisticadas técnicas cirúrgicas, visando, de modo geral, o corte e a coagulação dos tecidos humanos. O calor, quando em quantidade excessiva (sobrecarga térmica), pode causar efeitos indesejáveis sobre o corpo humano. Sobre os efeitos nocivos do calor no ambiente hospitalar há que se considerar dois fatores: o paciente e o funcionário. Os casos em que o paciente pode vir a ser vitimado por calor excessivo, geralmente se dão durante o uso de alguns equipamentos ou sistemas empregados para a prática médica como, por exemplo, queimaduras com bisturi elétrico, nos procedimentos de cardioversão ou desfibrilação, bem como queimaduras pelo uso de cobertores ou colchões aquecidos. O funcionário no ambiente hospitalar está sujeito a fontes de calor nos seguintes ambientes: centro de esterilização de materiais; serviços de nutrição e dietética; lavanderia hospitalar; e, casas de caldeiras. Sobre o controle de riscos associados ao calor, quando este é identificado segundo os critérios normativos brasileiros para conhecer especificamente a origem do risco, assinale a afirmativa que apresenta uma forma de proteção necessária ao tipo de calor presente.
Alternativas
Q4046711 Segurança e Saúde no Trabalho
Considere um berçário patológico de hospital, onde se encontram diversas crianças. Ocorreu uma explosão seguida de incêndio em uma incubadora, cujo ocupante pereceu carbonizado. A conclusão de inquérito legal foi: “homicídio culposo, morte de recém-nascido por causa de incêndio em berçário de hospital. Manutenção precária de aparelhagem – responsabilidade de encarregado de manutenção. Negligência, também, da atendente de enfermagem. Culpa criminal de ambos caracterizada”. O caso hipotético demonstra a grande importância da segurança; da manutenção de equipamentos; do treinamento; e, da vigilância constante. Em particular, no que tange à prevenção de incêndios, quando estes ocorrem, é indispensável combatê-los de forma correta. O procedimento de combate ao incêndio visa extinguir o fogo pelo resfriamento ou por abafamento, isolando o oxigênio do combustível. A escolha da melhor técnica ou processo de extinção fica a critério da natureza do material em combustão, a que se distribuiu em “Classes de Incêndio”. No caso do incêndio na incubadora do hospital, o extintor correto a ser empregado e sua forma de trabalho são, respectivamente:
Alternativas
Q4046710 Segurança e Saúde no Trabalho
Sobre a CIPA, os representantes dos empregados, titulares e suplentes serão eleitos em escrutínio secreto, do qual participem, independentemente de filiação sindical, exclusivamente os empregados interessados. Relacione o cronograma de ações do processo eleitoral da CIPA de uma empresa, estipulado pela NR-05, com o respectivo prazo mínimo de publicação ou divulgação antes do término do mandato.
1. 30 dias.
2. 15 dias.
3. 45 dias.
4. 55 dias.
5. 60 dias.
( ) Convocação da eleição pelo empregador.
( ) Constituição da comissão eleitoral.
( ) Publicação e divulgação do edital, comunicando que haverá eleição.
( ) Início da eleição.
( ) Período mínimo para a inscrição dos candidatos
A sequência está correta em 
Alternativas
Q4046709 Segurança e Saúde no Trabalho
Quimioterápicos antineoplásicos podem causar diversos danos aos indivíduos ocupacionalmente expostos a esses produtos. Por isso, a observância aos procedimentos e o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) são de fundamental importância para garantir a integridade física do trabalhador, pois devem ser mantidos em lugar limpo e, substituídos, quando necessário. Quando fora de uso, devem ser guardados em segurança para não serem danificados ou contaminados. Sobre os EPIs indicados para a manipulação e a administração de quimioterápicos, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4046708 Direito do Trabalho
Toda atividade ou operação laboral que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, expõe os trabalhadores a agentes nocivos à sua saúde, acima dos limites de tolerância fixados nasNormas Regulamentadoras (NR)em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus efeitos, é denominada insalubre. Juridicamente, a insalubridade somente é reconhecida quando a atividade ou a operação passam a ser incluídas na relação do Ministério do Trabalho. O adicional dado aos trabalhadores que têm comprovadas as condições de insalubridade no exercício de suas atividades poderá ser suspenso, mediante a eliminação ou neutralização da insalubridade pelo uso de algum equipamento de proteção ou outra medida mitigadora. Considere efetuar a computação do valor a ser pago de adicional a um funcionário do hospital que trabalhou 40 horas semanais em um determinado mês. Considere, ainda, que o salário regular deste funcionário é de R$ 2.500,00 e não há hora extra. O salário mínimo da região é o federal (R$ 1.212,00) e o salário mínimo do cargo é de R$ 1.680,00. Quanto o funcionário terá direito de receber a título de abono no referido mês, se em 30% do tempo esteve trabalhando sob insalubridade de grau máximo?
Alternativas
Q4046707 Direito do Trabalho
Oadicional depericulosidadeé umdireitoconcedido a trabalhadores que exercem uma atividade perigosa. Esse benefício salarial é embasado pelos Arts. 193 e 197 da Consolidação das Leis doTrabalho(CLT). Várias atividades laborativas apresentam como inerentes a elas um grau de periculosidade (riscos de incêndio, explosão etc.). Como responsável de auxiliar na determinação do abono por periculosidade que funcionários de dado setor de um laboratório têm direito, uma vez que ficou evidenciada a existência de perigo inerente à atividade. Sabe-se que o salário mínimo para determinado cargo é de R$ 3.680,00 e o salário mínimo federal é de R$ 1.212,00. Considerando que o salário dos funcionários da empresa é de R$ 4.540,00, quanto o funcionário terá direito de receber a título de abono de periculosidade? 
Alternativas
Q4046706 Segurança e Saúde no Trabalho
Cada trabalhador em uma empresa tem sua parcela de responsabilidade na garantia, manutenção e prevenção contra os acidentes e doenças ocupacionais. Porém, cabe aos profissionais do Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), por sua formação profissional na área, realizar diariamente inspeções de rotina, objetivando a descoberta dos riscos mais comuns, como determina a NR-04. No entanto, cada trabalhador deve ser instruído para inspecionar seu ambiente de trabalho, suas ferramentas, máquinas e equipamentos, antes de iniciar sua atividade laborativa. Tal atitude irá encorajá-los a agirem como inspetores de seu ambiente de trabalho. Sobre as etapas nas inspeções de segurança, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4046705 Segurança e Saúde no Trabalho
Toda empresa privada ou pública, além dos órgãos públicos da administração direta e indireta e dos poderes Legislativo e Judiciário, que tenham empregados regidos pela CLT, são obrigados a manter em seu quadro o SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho), visando a promoção da saúde e proteção da integridade do trabalhador no local de trabalho. O SESMT deverá ter em seu quadro um número mínimo de profissionais, em conformidade com os critérios estabelecidos na NR-4. Considere uma empresa que trabalha com saúde, administrando oito unidades hospitalares, de média a alta complexidade. Os hospitais possuem em seus quadros204, 232, 250, 300, 343, 356, 420, 442 funcionários, respectivamente, do menor para o maior. Qual a composição do SESMT, se a distância a ser percorrida entre a sede da empresa administradora, onde este ficará sediado, e cada uma das unidades hospitalares, não ultrapasse a 5.000 metros?
Alternativas
Q4046704 Segurança e Saúde no Trabalho
O técnico de segurança do trabalho foi chamado para ajudar na definição das estatísticas de acidente, conforme a NBR 14.280, de uma unidade hospitalar que, atualmente, conta com 500 funcionários. Em um determinado mês foram computados quatro acidentes com afastamento, nos dias 3, 14, 17 e 20; os acidentados retornaram ao serviço, respectivamente, nos dias 31, 24, 31 e 27. Do primeiro acidentado, resultou uma incapacidade parcial e permanente que corresponde a 300 dias debitados. Considerando o total de horas/homens trabalhadas igual a 250.000, as Taxas de Frequência (TF) e a Taxa de Gravidade (TG) são, respectivamente:
Alternativas
Q4046703 Direito Previdenciário
Acidente do trabalho é definido como aquele que “ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de empresa ou de empregador doméstico ou pelo exercício do trabalho dos segurados”, sendo necessário que se defina o nexo causal que correlacione este ao exercício real da atividade laborativa. Além da “lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”, causada por um evento acidental, a legislação, ainda, equipara ao acidente diversas possíveis doenças ocupacionais, produzidas ou desencadeadas pelo exercício de determinadas atividades insalubres.
(Lei nº 8.213/1991.)

A empresa tem o dever de informar à Previdência Social sobre os acidentes de trabalho ocorridos com seus empregados, mesmo que não haja afastamento das atividades, até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência, por meio da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). A CAT é o reconhecimento de um acidente de trabalho ou de uma doença ocupacional. O registro da CAT poderá ser feito de forma on-line, quando não for possível, o registro poderá ser feito em uma das agências do INSS. Para tanto, o formulário da CAT deverá estar inteiramente preenchido e assinado, principalmente com os dados referentes ao atendimento médico. Em relação à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4046702 Segurança e Saúde no Trabalho

Conforme definido na NR-32, Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) são todos aqueles resultantes de atividades exercidas nos serviços de saúde que, por suas características, necessitam de processos diferenciados em seu manejo, exigindo ou não tratamento prévio à sua disposição final. Se faz necessário um Plano de Gerenciamento de Resíduos do Serviço de Saúde (PGRSS), um conjunto de documentos que apresenta ações exigidas pelos órgãos ambientais e vigilância sanitária por parte dos geradores de resíduo de qualquer estabelecimento ligado à área da saúde. Uma parte importante do Gerenciamento de RSS é a etapa do manejo dos resíduos, que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo dos RSS. Sacos de acondicionamento, recipientes de coleta interna e externa, recipientes de transporte interno e externo, bem como locais de armazenamento precisam ser identificados utilizando símbolos e cores, atendendo aos parâmetros referendados na norma NBR-7.500 da ABNT, além de outras exigências relacionadas à identificação de conteúdo e ao risco específico de cada grupo de resíduos. Relacione adequadamente as colunas a seguir. 

Imagem associada para resolução da questão



( ) Risco biológico (símbolo internacional).

( ) Risco associado à substância química (NBR-7.500).

( ) Presença de radiação ionizante (símbolo internacional).

( ) Resíduo perfurocortante.


A sequência está correta em 

Alternativas
Q4046701 Direito do Trabalho

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) é uma obrigatoriedade para todas as empresas e órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como os órgãos dos Poderes Legislativo, Judiciário e Ministério Público, que possuam empregados regidos pela CLT. A CIPA é um importante ferramental de conscientização e trabalho pela segurança e saúde ocupacional; é constituída de forma paritária, com representação da organização e dos empregados. O dimensionamento de uma CIPA deverá seguir a NR-5 em seu Quadro I (a seguir), com titulares e seus suplentes, designados pelo empregador e eleitos pelos pares; observe: 

Imagem associada para resolução da questão


“Considere dimensionar uma CIPA para atendimento de uma unidade hospitalar composta por 1.500 funcionários; é correto afirmar que a CIPA deverá ser composta por ____ efetivos e ____ suplentes.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. 

Alternativas
Respostas
1621: D
1622: C
1623: D
1624: C
1625: B
1626: B
1627: B
1628: C
1629: C
1630: D
1631: D
1632: D
1633: A
1634: C
1635: D
1636: C
1637: D
1638: D
1639: B
1640: C