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( ) Inflamações dos tendões dos antebraços, punhos, ombros, em trabalhadores que realizam trabalho repetitivo e/ou adotam postura estática por exigência da tarefa.
( ) Mialgias, dores e perturbações funcionais dos músculos na região do ombro e pescoço, principalmente, em trabalhadores que adotam, por exigência da tarefa, posturas estáticas prolongadas nessa região.
( ) Compressão dos nervos na região do punho.
( ) Degenerações na coluna cervical.
A sequência está correta em
( ) A força exigida pelos equipamentos ou objetos resistentes que estão sendo transformados.
( ) A repetitividade, fruto da pressão temporal, devida aos prazos a serem cumpridos, ou ao volume de trabalho estipulado pela gestão da produção.
( ) As posturas forçadas que, por sua vez, provocam pressões localizadas sobre os tecidos moles.
A sequência está correta em
(KISNER e COLBY, 2016.)
Dotados de um cérebro capaz de pensar fora do contexto e com “insights” originais, pessoas como Kaltenborn, Maitland, McKenzie, Stanley Paris, Bob Elvey e Brian Mulligan desenvolveram enfoques terapêuticos, que ajudam muitos pacientes e terapeutas na solução de seus problemas musculoesqueléticos. Para o estudo dos movimentos dos componentes ósseos e articulares, Kaltenborn baseou-se nos princípios da osteocinemática e na artrocinemática. Sobre os três principais movimentos do jogo articular, segundo Kaltenborn, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Deslizamento: um movimento passivo translatório retilíneo de um osso e, em consequência, se produz um deslizamento retilíneo entre as faces articulares. A direção do movimento é paralela ao plano de tratamento (e não à superfície articular). Esta prova se realiza para um teste de mobilidade passiva da articulação e também como técnica de mobilização.
( ) Tração: se realiza de maneira perpendicular ao plano de tratamento e, através dele, se comprime as superfícies articulares. A presença de dor ao realizar este procedimento indica lesão articular.
( ) Compressão: um procedimento passivo translatório com o qual, através de um estiramento, se produz a separação dos ossos. A direção deste movimento é perpendicular ao plano de tratamento.
A sequência está correta em
( ) Estabelecer uma linguagem comum para a descrição da saúde e dos estados relacionados à saúde, para melhorar a comunicação entre diferentes utilizadores como: profissionais de saúde, investigadores, decisores e público, inclusive, pessoas com incapacidades.
( ) Permitir a comparação de dados entre países, entre disciplinas relacionadas com os cuidados de saúde, entre serviços, e em diferentes momentos ao longo do tempo.
( ) Proporcionar um esquema de codificação sistemático com aplicação nos sistemas de informação de saúde.
A sequência está correta em
I. Foco mitral: ápice do coração (íctus) – 5º espaço intercostal.
II. Foco aórtico: à direita do esterno – 2º espaço intercostal.
III. Foco tricúspide: à esquerda do esterno – 5º espaço intercostal.
IV. Foco pulmonar: próximo à esquerda do esterno – 2º espaço intercostal.
Está correto o que se afirma em
( ) Grau 0: sem sintomas; Grau 01: nenhuma deficiência significativa (capaz de conduzir todos os deveres e atividades habitual); Grau 02: leve deficiência (incapaz de conduzir todas as atividades de antes, mas está apto para cuidar dos próprios interesses sem assistência).
( ) Grau 03: deficiência moderada (requer alguma ajuda, mas é capaz de caminhar sem assistência; (pode usar bengala ou andador); Grau 04: deficiência moderadamente grave (incapaz de caminhar sem assistência e incapaz de atender às próprias necessidades fisiológicas sem assistência).
( ) Grau 05: deficiência grave (confinado à cama, incontinente, requerendo cuidados e atenção constante de enfermagem); Grau 06: óbito.
A sequência está correta em
(NADEAU, S. et al., 2010.)
O acidente vascular encefálico é uma patologia prevalente em idosos, mas, atualmente, houve um aumento na incidência de casos em jovens ativos, assim como em mulheres usuárias de anticoncepcionais orais. Isso demonstra que o AVE não está relacionado apenas com o processo de envelhecimento. As deficiências primárias e secundárias contribuem para a limitação funcional e incapacidade do paciente após AVE. Esses problemas se manifestam como uma perda de mobilidade no tronco e nas extremidades, padrões atípicos de movimento, estratégias compensatórias e ações involuntárias do lado afetado, acarretando perda da independência na vida diária. As deficiências primárias são o resultado da lesão de uma área específica do cérebro. Em relação às deficiências primárias pós-AVE, analise as afirmativas a seguir.
I. Mudanças na força muscular: paralisia ou fraqueza.
II. Mudanças no tônus muscular: hipotonicidade; hipertonicidades – espasticidade.
III. Mudanças na ativação muscular: iniciação inadequada; dificuldade no sequenciamento; tempo inadequado de disparo; e, produção de força alterada.
IV. Mudanças na sensação: consciência; interpretação.
Está correto o que se afirma em
I. Modo controlado: modalidade de ventilação em que os ciclos respiratórios são comandados e fornecidos pelo ventilador, sendo parâmetros predeterminados: frequência respiratória, pressão (ou volume), fluxo inspiratório e tempo inspiratório. É amplamente utilizado nas seguintes situações (em que não ocorre esforço inspiratório do paciente): lesões do SNC; sob efeito anestésico ou residual deste; e, situações em que a criança precise de sedação rigorosa ou curarização.
II. Pressão controlada: neste tipo de ventilação, para fornecer o volume corrente programado, o aparelho na inspiração fornece um fluxo constante (quadrado), ou um fluxo variável (desacelerante, acelerante ou constante) por um tempo inspiratório predeterminado.
III. Volume controlado: na ventilação limitada à pressão, as taxas de fluxo inspiratório são fixas, para permitir que o pico de pressão inspiratória atinja um limite predeterminado antes do final da inspiração; este é mantido até o início da expiração. O excesso de fluxo escapa pela válvula de limite de pressão, mantendo-se um patamar fixo de pressão inspiratória até o final do tempo inspiratório programado. O padrão de fluxo resultante é constante no início e desacelerante no final da inspiração.
IV. Modo controlado x ciclagem: os ventiladores são classificados pelo mecanismo de ciclagem e, atualmente, a maioria dos respiradores dispõem de até três dos quatro mecanismos de ciclagem: volume, fluxo, tempo e pressão. Durante a VMI, há uma inter-relação entre essas quatro variáveis, sendo que um dos fatores é controlado e, portanto, funciona como variável independente. Assim, os outros fatores são variáveis dependentes que devem ser ajustadas de modo adequado.
Está correto o que se afirma em
( ) Plano sagital: inclinação lateral direita e esquerda.
( ) Plano coronal: flexão e extensão.
( ) Plano transversal: rotação direita e esquerda.
A sequência está correta em
I. Ritmo de Cantani: nome dado a um ritmo respiratório totalmente irregular, no tocante à amplitude das incursões respiratórias e à frequência. Aparece em pacientes com hipertensão intracraniana e lesões do sistema nervoso central.
II. Ritmo de Biot: caracteriza-se pelo aumento da amplitude dos movimentos respiratórios, de modo regular, secundariamente à presença de acidose metabólica, encontrada, por exemplo, na cetoacidose diabética ou insuficiência renal. À medida que a acidose metabólica se agrava, raramente pode haver o surgimento do ritmo de Kussmaul, traduzido pela alternância sequencial de apneias inspiratórias e expiratórias.
III. Dispneia suspirosa: consiste na presença de inspirações profundas, esporádicas, em meio a um ritmo respiratório normal. Costuma aparecer em indivíduos com distúrbios psicológicos ou emotivos.
IV. Ritmo de Cheynes-stockes: caracteriza-se pela alternância de períodos de apneia, seguidos por hiperpneia crescente e decrescente, até a instalação de nova apneia e, assim, sucessivamente. Esse ritmo respiratório ocorre mais comumente em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave, podendo, também, estar presente em vigência de lesões do sistema nervoso central e hipertensão intracraniana. Nos casos de insuficiência cardíaca, sua gênese é explicada pelo aumento do retardo circulatório dos pulmões para o cérebro. Nessa situação, ocorre uma dissociação entre os valores de pH e PaCO2 no nível pulmonar e no nível dos quimiorreceptores centrais, levando ao surgimento da respiração periódica.
Está correto o que se afirma em
(MARTINEZ; PADUA & TERRA FILHO, 2004.)
No manuseio de pacientes com dispneia, frequentemente são empregados termos descritivos de condições específicas; analise-os.
I. Platipneia: sensação de dispneia que surge ou piora em uma posição lateral e desaparece ou melhora com o decúbito lateral oposto. É uma queixa não específica, que pode surgir em qualquer doença, comprometendo mais intensamente um pulmão. São exemplos dessa condição: ocorrência de derrame pleural unilateral ou paralisia diafragmática unilateral.
II. Ortopneia: denominação dada ao surgimento ou agravamento da sensação de dispneia com a adoção da posição horizontal. O sintoma tende a ser aliviado, parcial ou totalmente, com a elevação da porção superior do tórax pelo uso de um número maior de travesseiros, ou pela elevação da cabeceira da cama. Classicamente, surge em pacientes portadores de insuficiência cardíaca esquerda, sendo associada com o estabelecimento de congestão pulmonar. Embora mais frequente em cardíacos, a ortopneia também pode ser observada em pacientes com asma ou DPOC. É uma queixa característica de indivíduos portadores de fraqueza da musculatura diafragmática como, por exemplo, pacientes com doenças neuromusculares, pela elevação das vísceras abdominais, que acabam por se opor às incursões inspiratórias diafragmáticas.
III. Treponema: nome dado à sensação de dispneia, que surge, ou se agrava, com a adoção da posição ortostática, particularmente em pé. Classicamente, esse fenômeno ocorre em pacientes com quadros de pericardite, ou na presença de shunts direito-esquerdos.
IV. Dispneia paroxística noturna: nome dado à situação na qual o paciente tem seu sono interrompido por uma dramática sensação de falta de ar, levando-o a se sentar no leito, ou mesmo a se levantar e procurar uma área da casa mais ventilada, visando obter alívio da súbita sensação de sufocação. Pode estar presente, ainda, sudorese profusa. É uma condição comum em pacientes portadores de insuficiência cardíaca esquerda.
Está correto o que se afirma em
I. Tratar ou prevenir comprometimentos.
II. Melhorar, restaurar ou potencializar a função física.
III. Prevenir ou reduzir fatores de risco ligados à saúde.
IV. Otimizar o estado de saúde geral, seu preparo físico ou sensação de bem-estar.
Está correto o que se afirma em
I. Fatores biológicos: idade, sexo, raça; relação peso/altura; anormalidades ou distúrbios congênitos; história familiar de doença (predisposição genética).
II. Características ambientais físicas: situação econômica inferior; baixo nível educacional; acesso inadequado aos serviços de saúde; suporte familiar ou social limitado.
III. Fatores socioeconômicos: barreiras arquitetônicas em casa, na comunidade e local de trabalho; características ergonômicas do ambiente de casa, trabalho ou escola.
IV. Fatores comportamentais, psicológicos e de estilo de vida: vida sedentária; uso de cigarro, álcool, outras drogas; má nutrição; baixo nível de motivação; inadequação para lidar com adversidades; dificuldade para lidar com mudanças; sentimentos negativos.
Está correto o que se afirma em
(BROTT et al., 1989.)
Sobre as instruções a serem dadas pelo examinador e a avaliação das respostas obtidas, com o uso da escala, analise as afirmativas a seguir.
I. Nível de consciência: deve escolher uma resposta mesmo se uma avaliação completa é prejudicada por obstáculos como um tubo orotraqueal, barreiras de linguagem, trauma ou curativo orotraqueal. Um 3 é dado apenas se o paciente não faz nenhum movimento (outro além de postura reflexa) em resposta à estimulação dolorosa.
II. Perguntas de nível de consciência: o paciente é questionado sobre o mês e sua idade. A resposta deve ser correta – não há nota parcial por chegar perto. Pacientes com afasia ou esturpor que não compreendem as perguntas irão receber 2. Pacientes incapacitados de falar devido à intubação orotraqueal, trauma orotraqueal, disartria grave de qualquer causa, barreiras de linguagem, ou qualquer outro problema não secundário à afasia receberão um 1. É importante que somente a resposta inicial seja considerada e que o examinador não “ajude” o paciente com dicas verbais ou não verbais.
III. Comandos de nível de consciência: o paciente é solicitado a abrir e fechar os olhos e então abrir e fechar a mão não parética. Substituir por outro comando de um único passo se as mãos não podem ser utilizadas. É dado crédito se uma tentativa inequívoca é feita, mas não completada devido à fraqueza. Se o paciente não responder ao comando, a tarefa deve ser demonstrada a ele (pantomima) e o resultado registrado (i.e., segue um, nenhum, ou ambos os comandos). Aos pacientes com trauma, amputação ou outro impedimento físico, devem ser dados comandos únicos compatíveis. Somente a primeira tentativa é registrada.
IV. Melhor olhar conjugado: somente os movimentos oculares horizontais são testados. Movimentos oculares voluntários ou reflexos (óculo-cefálico) recebem nota, mas a prova calórica não é usada. Se o paciente tem um desvio conjugado do olhar, que pode ser sobreposto por atividade voluntária ou reflexa, o escore será 1. Se o paciente tem uma paresia de nervo periférica isolada (NC III, IV ou VI), deve-se marcar 1. O olhar é testado em todos os pacientes afásicos. Os pacientes com trauma ocular, curativos, cegueira preexistente, ou outro distúrbio de acuidade, ou campo visual, devem ser testados com movimentos reflexos e a escolha feita pelo investigador. Estabelecer contato visual e, então, mover-se perto do paciente de um lado para outro pode esclarecer a presença de paralisia do olhar.
Está correto o que se afirma em
( ) Piora da troca gasosa; piora da relação pao2/fio2; aumento da necessidade de oxigênio; ou, aumento dos parâmetros ventilatórios.
( ) Instabilidade térmica (temperatura axilar > de 37,5° C ou < que 36° C) sem outra causa conhecida.
( ) Leucopenia ou leucocitose com desvio à esquerda (considerar leucocitose 3 25.000, ao nascimento, ou 3 30.000 entre 12 e 24 horas, ou acima de 21.000 3 ≥ 48 horas e leucopenia 5.000).
( ) Paciente sem doenças de base com 1 ou mais raio-x seriados com infiltrado persistente, novo ou progressivo; consolidação.
A sequência está correta em