Questões de Concurso Para if-ms

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Q3539872 Arquitetura de Computadores
O hardware refere-se à parte física de um computador, englobando seus componentes eletrônicos e mecânicos. Essenciais para o funcionamento de qualquer sistema computacional, as unidades de hardware desempenham papéis distintos, permitindo a entrada de dados, seu processamento, o armazenamento de informações e a apresentação dos resultados. Considerando as informações mencionadas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Unidades de entrada são responsáveis por levar informações para serem processadas. Exemplos incluem teclado e mouse.
( ) Unidades de saída são responsáveis por apresentar dados ou informações aos usuários. Exemplos incluem monitor e impressora.
( ) Unidades de armazenamento têm a função de armazenar softwares, dados e informações de forma permanente. Exemplos incluem memória RAM e ROM.
( ) Unidades de Processamento (CPU) são consideradas o “cérebro” do computador, onde os dados são processados.
Alternativas
Q3539871 Noções de Informática
O malware refere-se a um código ou aplicativo malicioso projetado para danificar, comprometer ou interromper o funcionamento normal de dispositivos. Quando um sistema é infectado com malware, pode haver roubo de dados, comprometimento de senhas, instalação de outros malwares e perda de informações. Os cavalos de Troia (Trojans) são um tipo de malware que se disfarça de software legítimo para enganar os usuários e induzi-los a baixá-lo e executá-lo. Com base no exposto, assinale a alternativa que NÃO descreve corretamente um cavalo de Troia (Trojan). 
Alternativas
Q3539870 Noções de Informática
No LibreOffice Calc 7, qual função deve ser utilizada para procurar um valor em uma linha específica e retornar um valor correspondente de outra linha dentro do mesmo intervalo de pesquisa? 
Alternativas
Q3539869 Noções de Informática
Os navegadores de internet oferecem modos de navegação privada para aumentar a privacidade do usuário. A respeito desse recurso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3539868 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
No trecho “[...] Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, [...]”, as vírgulas isolam
Alternativas
Q3539867 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
No trecho “É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção.”, é possível, mantendo o sentido original, substituir os termos destacados, respectivamente, por
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Q3539866 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
Em “A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo.”, o termo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
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Q3539865 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
No trecho “A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho [...]”, a expressão em destaque, sintaticamente, tem a função de
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Q3539864 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
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         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
 Em “[...] um produto específico se mostrou exceção.”, o termo em destaque foi utilizado
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Q3539863 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
Considerando as seguintes frases adaptadas do texto, assinale a alternativa na qual o termo ou expressão em destaque está corretamente empregado(a), de acordo com a norma-padrão, em relação à concordância verbal. 
Alternativas
Q3539862 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
No trecho “Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles.”, a oração em destaque indica
Alternativas
Q3539861 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
No trecho “O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.”, o verbo em destaque significa a tentativa de
Alternativas
Q3539860 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
Em relação à função sintática do trecho “Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten.”, a expressão e o termo em destaque podem ser classificados, respectivamente, como 
Alternativas
Q3539859 Português
Cortar o glúten? Pesquisa revela por que essa
pode ser uma ideia desastrosa


Por Victor Bianchin


         Um novo estudo comparou 39 alimentos com e sem glúten para analisar as diferenças reais entre eles. A conclusão pode ser um choque para quem está adotando dietas “gluten free” por motivos de saúde: os alimentos sem glúten contêm menos fibras, menos proteínas e menos nutrientes essenciais.

        O estudo, publicado no periódico Plant Foods for Human Nutrition, afirma que, devido a essas faltas, os supostos benefícios da dieta sem glúten, como diminuição de peso e controle da diabetes, são exagerados. Além dos problemas citados, os alimentos sem glúten possuem quantidades de açúcar mais elevadas em comparação aos que contém a proteína. Por isso, estão associados a um aumento do índice de massa corporal (IMC) e de deficiências nutricionais.

       Nos EUA, os produtos sem glúten são definidos como aqueles que contêm no máximo 20 partes por milhão de glúten. Em geral, eles não contêm ingredientes como trigo, centeio, cevada e, às vezes, aveia. Esses ingredientes são ricos em arabinoxilano, um polissacarídeo não amiláceo essencial. O arabinoxilano oferece vários benefícios à saúde, incluindo a promoção de bactérias benéficas no intestino, a melhora da digestão, a regulação dos níveis de açúcar no sangue e o suporte a uma microbiota intestinal equilibrada.

       É curioso notar, entretanto, que um produto específico se mostrou exceção. O pão sem glúten com sementes contém significativamente mais fibras – 38,24 gramas por 100 gramas – do que suas versões com glúten. O estudo sugere que isso se deve, provavelmente, aos esforços dos fabricantes para compensar a deficiência de fibras utilizando ingredientes como pseudocereais, amaranto e hidrocoloides de quinoa.

        Essas adições, no entanto, mudam muito de região para região e de fabricante para fabricante, de modo que não é possível atestar com certeza que qualquer pão sem glúten tem mais fibras do que um com glúten.

       A princípio, o consumo de alimentos sem glúten só era indicado para pessoas com doença celíaca ou com alergia a trigo. No entanto, a partir do final dos anos 2000, começou a se popularizar na mídia a ideia de que uma dieta sem glúten poderia trazer benefícios como a perda de peso e a melhora na digestão, mesmo para quem não tinha intolerância diagnosticada. 

     O crescimento dessa tendência foi impulsionado por celebridades, influenciadores de saúde e livros como Barriga de Trigo (2011), de William Davis, e A Dieta da Mente (2013), de David Perlmutter, que associaram o consumo de glúten a diversos problemas de saúde. A indústria de alimentos respondeu lançando ao grande público diversos alimentos sem glúten e criando um novo nicho — em 2024, o mercado global de produtos sem glúten movimentou US$ 7,28 bilhões.
 
      Em 2023, uma pesquisa da UESB detectou que, no Brasil, os produtos sem glúten apresentam menor teor calórico (5% a 35%), mas também menor teor de carboidratos (1% a 13%), de gorduras totais (10% a 140%), proteína (35% a 192%) e fibras (11% a 94%), para a maioria das categorias analisadas. Além disso, o preço final ao consumidor chega ser até 110% mais caro quando comparado com as versões com glúten do mesmo produto, em todas as categorias analisadas. 


Texto adaptado de: https://super.abril.com.br/saude/cortar-o-glutenpesquisa-revela-por-que-essa-pode-ser-uma-ideia-desastrosa/.Acesso em: 14 mar. 2025.
De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta o fator que contribuiu significativamente para a popularização da dieta sem glúten entre pessoas sem intolerância diagnosticada. 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-MS Órgão: IF-MS Prova: IF-MS - 2019 - IF-MS - Educação Física |
Q2047525 Educação Física
Os testes de aptidão física têm sido utilizados com frequência na maioria dos programas de educação física escolar. Entretanto, muitas vezes são usados de forma inapropriada e considerados, por muitos, como elemento estranho ao processo educacional. Assinale a alternativa correta no que se refere à aplicação dos testes de aptidão física na escola:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-MS Órgão: IF-MS Prova: IF-MS - 2019 - IF-MS - Educação Física |
Q2047524 Educação Física
Segundo Nahas (2013), o conceito de aptidão física para a saúde foi introduzido nos Estados Unidos no final da década de 70, quando um determinado grupo de especialistas se reuniu para propor e apresentar uma nova bateria de testes AAHPERD (Aliança Americana para Saúde, Educação Física, Recreação e Dança). Nessa oportunidade foram definidos os seguintes conceitos para aptidão física relacionada à saúde: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-MS Órgão: IF-MS Prova: IF-MS - 2019 - IF-MS - Educação Física |
Q2047523 Educação Física
O autor Betti (1991) faz referência à necessidade de não exclusão nas aulas de educação física, sendo complementado por Guedes & Guedes (1996), que realiza uma grande crítica aos professores que trabalham na escola apenas as modalidades esportivas tradicionais. Os autores consideram que as atividades são menos interessantes para a promoção da saúde devido à dificuldade no alcance das adaptações fisiológicas e por não predizer sua prática ao longo da sua vida. Nesse contexto, essa abordagem apresenta-se como
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-MS Órgão: IF-MS Prova: IF-MS - 2019 - IF-MS - Educação Física |
Q2047522 Educação Física
O volume máximo de oxigênio Vo2 máx proporciona uma medida quantitativa da capacidade do indivíduo para a ressíntese aeróbica do ATP (adenosina trifosfato). Um alto Vo2 máx requer a potência integrada e de alto nível dos seguintes sistemas de apoios fisiológicos:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-MS Órgão: IF-MS Prova: IF-MS - 2019 - IF-MS - Educação Física |
Q2047521 Educação Física
Apesar do conhecimento científico aliado à divulgação midiática apontarem os benefícios da prática de atividade física, pode-se dizer que uma grande proporção de adolescentes não consegue alcançar os níveis recomendados (HALLAL et al., 2012). Por essa razão, professores de educação física precisam de estratégias para aumentar as oportunidades de prática, atendendo, assim, diversas diretrizes sobre a atividade física para crianças e adolescentes. Analise as alternativas abaixo e assinale a que contenha uma das recomendações sintetizadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, em 2017: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-MS Órgão: IF-MS Prova: IF-MS - 2019 - IF-MS - Educação Física |
Q2047520 Educação Física
A Inatividade Física (IF) tem sido deflagrada como uma pandemia, despontando como a quarta principal causa de morte em todo o mundo (KOHL et al, 2012). A IF na adolescência está relacionada a vários problemas comportamentais. Os itens abaixo relacionam-se a comportamentos associados à inatividade física em crianças e jovens, EXCETO:
Alternativas
Respostas
701: A
702: C
703: E
704: D
705: C
706: B
707: D
708: C
709: D
710: E
711: A
712: C
713: B
714: C
715: D
716: C
717: E
718: D
719: A
720: C