Questões de Concurso
Para unifesp
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Certo dia, foi feita uma gincana em uma escola, que teve início às 10 horas e terminou às 10 horas, 6 minutos e 35 segundos. Três apitos, A, B e C, soavam em intervalos de tempo regulares, iguais a 15, 20 e 25 segundos, respectivamente. Os alunos das turmas 7o A, 7o B e 7o C deveriam permanecer sentados, levantando-se apenas quando ouvissem o apito correspondente à própria turma, a saber, os apitos A, B e C, respectivamente. Os três apitos soaram, simultaneamente, às 10 horas.
Então, o número de vezes em que alunos de apenas uma dessas turmas se levantaram é igual a:
Leia o texto para responder a questão.
Fábrica de doenças
Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores.
É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.
São vidas rasuradas por incidências frequentes de doenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em média muito acima dos registros das clínicas.
A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habituada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades.
(Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)
Considere as reescritas de informações do texto.
• Os problemas de respiração e pele estão com incidências muito superiores _______ dos registros das clínicas.
• O veículo de comunicação ergue o escudo da justiça para dar proteção _______ comunidades sob ataque.
• As doenças gravíssimas referem-se tanto _______ doença mais temível, o câncer, quanto ________ problemas de respiração e pele.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Leia o texto para responder a questão.
Fábrica de doenças
Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores.
É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.
São vidas rasuradas por incidências frequentes de doenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em média muito acima dos registros das clínicas.
A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habituada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades.
(Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
Fábrica de doenças
Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores.
É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.
São vidas rasuradas por incidências frequentes de doenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em média muito acima dos registros das clínicas.
A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habituada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades.
(Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
O mal é da televisão
Camarada escritor:
Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai…
O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto.
Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Planificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas1 rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos.
(Pepetela. O Cão e os Caluandas. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
O mal é da televisão
Camarada escritor:
Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai…
O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto.
Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Planificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas1 rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos.
(Pepetela. O Cão e os Caluandas. Adaptado)
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O mal é da televisão
Camarada escritor:
Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai…
O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto.
Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Planificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas1 rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos.
(Pepetela. O Cão e os Caluandas. Adaptado)
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O mal é da televisão
Camarada escritor:
Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai…
O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto.
Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Planificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas1 rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos.
(Pepetela. O Cão e os Caluandas. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
O mal é da televisão
Camarada escritor:
Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai…
O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto.
Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Planificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas1 rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos.
(Pepetela. O Cão e os Caluandas. Adaptado)
A Resolução COFEN nº 311/2007, aprovou a reformulação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem que dispõe sobre os princípios fundamentais para a conduta destes profissionais. Em relação às questões de sigilo, é direito do profissional:
Foi prescrito Insulina NPH 40UI antes do desjejum. Na unidade de internação temos disponível frasco de Insulina NPH de 100UI/ml e seringa de 3ml, quanto devo aspirar?
O climatério corresponde à transição da mulher do ciclo reprodutivo para o não reprodutivo, ocorrendo habitualmente entre os 40 e 65 anos. Além da irregularidade menstrual, os “fogachos” e suores noturnos também são bastante frequentes neste período. Quando estes sintomas se manifestam de forma exacerbada, interferindo nas atividades de vida diária da mulher, há indicação de terapia hormonal com:
A anotação de enfermagem deve conter:
A estimativa da pressão arterial sistólica é realizada na técnica auscultatória por meio da:
O ângulo que deve ser utilizado para a inserção do cateter periférico para terapia intravenosa é de:
Com relação às definições sobre segurança do paciente. está correta a afirmação:
Sobre a contenção física de um paciente, pode-se afirmar que:
Você vai instalar uma dieta enteral a um paciente em que foi passada uma sonda nasoenterica. Quais são as ações que você executaria para evitar danos ao paciente?
As doenças respiratórias são importantes causa de morbimortalidade em crianças e adultos, e a oxigenoterapia é uma modalidade terapêutica indispensável para propiciar aporte ventilatório aos pacientes nestas condições. Existem várias modalidades de oxigenoterapia, dessa forma é correto afirmar:
Em relação à administração de medicamentos, assinale a alternativa CORRETA: