Questões de Concurso Para if-ce

Foram encontradas 4.192 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4085815 Português
Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada

Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.

Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.

Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.

A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.

O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.

E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.

No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade. 

Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026. 
Assinale a alternativa em que a reescrita do seguinte excerto mantém o sentido e a correção gramatical: “Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.”.
Alternativas
Q4085814 Português
Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada

Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.

Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.

Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.

A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.

O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.

E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.

No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade. 

Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026. 
Considere o seguinte excerto do texto:
“[…] o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios.”.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho sublinhado mantém a correção gramatical quanto ao uso do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q4085813 Português
Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada

Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.

Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.

Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.

A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.

O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.

E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.

No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade. 

Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026. 
Considere o excerto:
“E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade.”.
Assinale a alternativa correta quanto à estrutura e à pontuação do período.
Alternativas
Q4085812 Português
Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada

Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.

Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.

Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.

A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.

O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.

E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.

No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade. 

Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026. 
Em “Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados.”, as expressões destacadas estabelecem, respectivamente, relação de
Alternativas
Q4085811 Português
Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada

Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.

Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.

Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.

A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.

O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.

E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.

No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade. 

Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026. 
Assinale a alternativa em que a reescrita do seguinte excerto mantém o sentido original: “Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados.”.
Alternativas
Q4085810 Português
Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada

Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.

Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.

Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.

A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.

O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.

E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.

No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade. 

Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026. 
Considerando a organização discursiva do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4085809 Português
Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada

Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.

Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.

Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.

A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.

O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.

E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.

No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade. 

Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026. 
Assinale a alternativa que sintetiza corretamente a tese defendida no texto. 
Alternativas
Q4085793 Zoologia
Durante uma análise morfofuncional em um laboratório de Mastozoologia, um zoólogo recebe um crânio de mamífero para identificação ecológica. O material apresenta as seguintes características: ausência de incisivos superiores, presença de amplo diastema entre incisivos inferiores e pré-molares, molares com superfícies amplas e adaptadas à trituração, além de mandíbula robusta com movimentação predominantemente lateral.
Considerando que, em mamíferos, as estruturas cranianas e dentárias refletem diretamente adaptações ao tipo de dieta — incluindo captura, processamento mecânico e digestão do alimento — analise a imagem a seguir e assinale a alternativa correta quanto ao hábito alimentar mais compatível com o padrão morfológico observado. 
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q4085792 Biologia
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Nos poríferos, a ausência de tecidos verdadeiros é compensada por especializações celulares organizadas em camadas funcionais. O(A) ______________ constitui a principal camada de revestimento externo e representa a maior aproximação estrutural de um tecido epitelial nesse filo. Suas células são achatadas, podem apresentar formato em T, com prolongamentos que se estendem para o meso-hilo, desempenhando papel importante na proteção e organização superficial do corpo. 
Alternativas
Q4085791 Biologia
As verminoses humanas são doenças parasitárias causadas por helmintos, sendo os principais filos envolvidos Nematoda e Platyhelminthes (Platelmintos). Esses parasitas são responsáveis por importantes problemas de saúde pública, especialmente em regiões com condições sanitárias inadequadas. Considerando as principais verminoses que acometem o ser humano, assinale a alternativa que apresenta a única doença que NÃO é causada por um nematódeo. 
Alternativas
Q4085790 Zoologia
Com base nos conhecimentos sobre a origem evolutiva, a anatomia, a fisiologia e as características reprodutivas dos répteis, que totalizam atualmente mais de 11 mil espécies descritas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Os répteis originaram-se a um grupo de tetrápodes semelhantes aos anfíbios, os antracossauros no início do Período Carbonífero da Era Paleozoica. Ao final do período carbonífero, os répteis se dividiram em duas linhagens: anápsidos e diápsidos.
( ) No ovo amniótico, o embrião se desenvolve dentro do âmnio e é protegido pelo líquido amniótico, o vitelo fornece alimento do saco vitelínico e os resíduos metabólicos são depositados dentro do alantoide. No decorrer do desenvolvimento o alantoide se funde ao córion, essas duas membranas contêm vasos sanguíneos que auxiliam nas trocas gasosas da casca porosa.
( ) O tegumento dos répteis é formado por escamas epidérmicas queratinizadas de origem ectodérmica, podendo estar associado a placas dérmicas ósseas; em geral, apresentam poucas glândulas cutâneas.
( ) Juntamente com as áreas olfativas, estão os órgãos de Jacobson, localizado no teto da boca. Esses órgãos são altamente inervados, processando informações de partículas químicas coletadas pelas narinas. 
Alternativas
Q4085789 Zoologia
Durante a análise morfológica detalhada de um crustáceo adulto, verifica-se que determinados somitos não estão incorporados à carapaça. Nesses segmentos livres, identifica-se uma placa dorsal cuticular esclerotizada, relacionada à proteção e inserção muscular, e uma placa ventral transversal situada entre os apêndices pares do segmento.
Considerando a terminologia morfológica aplicada à organização segmentar dos artrópodes, assinale a alternativa que nomeia corretamente essas estruturas, respectivamente dorsal e ventral.
Alternativas
Q4085788 Zoologia
Durante uma aula prática de anatomia comparada, um grupo de estudantes analisava lâminas histológicas de sangue e esquemas anatômicos do sistema cardiovascular de diferentes vertebrados. Ao comparar um representante das aves com um mamífero, observaram diferenças específicas tanto na organização dos grandes vasos quanto nas características celulares do sangue.
Considerando as diferenças entre o sistema circulatório de aves e mamíferos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4085787 Biologia
Durante o estudo da organização corporal dos poríferos, observa-se que o fluxo de água no interior das esponjas ocorre por meio de diferentes estruturas especializadas que permitem a entrada da água, sua circulação pelos canais internos e a passagem até a cavidade central. Nesse processo, a água penetra no corpo através dos óstios dérmicos, alcança as cavidades inalantes e segue para os canais radiais por meio de pequenas aberturas específicas. Em seguida, os coanócitos capturam partículas alimentares e seus flagelos impulsionam a água em direção à espongiocele.
Considerando o trajeto da água no sistema aquífero das esponjas, assinale a alternativa que apresenta corretamente as estruturas responsáveis, respectivamente, pela passagem da água das cavidades inalantes para os canais radiais e dos canais radiais para a espongiocele.
Alternativas
Q4085786 Biologia
Durante uma atividade de campo em uma região litorânea rochosa, um grupo de estudantes coletou um organismo marinho com corpo globoso e revestimento externo espinhoso. Em laboratório, ao realizar a dissecação do exemplar, foi observada uma estrutura interna, indicada na figura a seguir, tendo sido o achado reconhecido como um animal do filo Echinidermata.
Imagem associada para resolução da questão Com base na análise da figura e a respeito do referido grupo, assinale a alternativa que apresenta corretamente a classe à qual esse organismo pertence, o nome da estrutura destacada e sua respectiva função. 
Alternativas
Q4085785 Zoologia
Peixes sem maxilas, conhecidos como agnatos, têm suas espécies distribuídas em duas classes: Myxini, que inclui as feiticeiras, e Cephalaspidomorphi, representada pelas lampreias. A respeito dos agnatos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) As lampreias são capazes de produzir grandes quantidades de muco. Quando perturbadas ou manipuladas, liberam por meio de glândulas especializadas um fluido leitoso que, em contato com a água do mar, forma um muco escorregadio, dificultando a captura do animal.

( ) Os agnatos não apresentam maxilas, ossificação interna verdadeira, escamas nem nadadeiras pares, e seus representantes possuem aberturas branquiais em forma de poros, além de corpo alongado, semelhante ao de uma enguia.

( ) As feiticeiras apresentam órgãos sensoriais relacionados ao paladar, ao olfato e à audição, destacando-se pela presença de olhos bem desenvolvidos na fase adulta.
( ) As feiticeiras e as lampreias apresentam esqueleto predominantemente fibroso e cartilaginoso, com notocorda persistente ao longo da fase adulta. 
Alternativas
Q4085784 Zoologia
Muitos mamíferos apresentam estações reprodutivas bem definidas, geralmente associadas ao inverno ou à primavera. Essa sazonalidade reprodutiva constitui uma estratégia evolutiva que permite sincronizar o nascimento dos filhotes com períodos ambientalmente mais favoráveis, caracterizados por maior disponibilidade de alimento e condições climáticas adequadas à sobrevivência da prole. Além da sazonalidade, os mamíferos também se diferenciam quanto aos seus padrões de desenvolvimento embrionário, sendo tradicionalmente classificados em placentários, marsupiais e monotremados. A seguir são apresentadas três espécies com características reprodutivas distintas:
• Espécie A: apresenta longa gestação intrauterina, com desenvolvimento embrionário dependente de placenta bem desenvolvida e filhotes que nascem relativamente maduros.
• Espécie B: possui gestação curta, com nascimento de filhotes extremamente imaturos, que completam seu desenvolvimento aderidos às glândulas mamárias no interior de uma bolsa abdominal.
• Espécie C: realiza postura de ovos com casca coriácea, apresentando incubação externa e ausência de placenta verdadeira.
Considerando essas três espécies e com base nos padrões reprodutivos dos mamíferos, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4085783 Zoologia
Os insetos são o mais diverso e mais abundante grupo de artrópode. Existem mais espécies de insetos do que de todas as outras classes de animais em conjunto. O número de insetos foi estimado em 10 milhões de espécies.
O sucesso evolutivo dos insetos está relacionado, entre outros fatores, aos diferentes padrões de desenvolvimento pós-embrionário apresentados por esse grupo. Sobre esses padrões, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4085782 Zoologia
Ainda que a clivagem seja um processo bastante regular dentro de uma única espécie, há uma variação considerável entre espécies em relação ao padrão de clivagem. O padrão de clivagem é afetado pela quantidade e distribuição de vitelo presente no ovo.
Sobre os tipos de ovos e os respectivos padrões de clivagem embrionária, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4085781 Zoologia
Na natureza, diversos agentes atuam como polinizadores, incluindo aves, morcegos, insetos, pequenos mamíferos e outros vertebrados, os quais apresentam hábitos distintos e utilizam diferentes órgãos sensoriais para localizar recursos florais.
A respeito da polinização, assinale a alternativa que descreve corretamente uma síndrome de polinização, considerando a integração entre comportamento do polinizador, órgãos sensoriais envolvidos e características florais. 
Alternativas
Respostas
1641: A
1642: C
1643: E
1644: C
1645: B
1646: B
1647: C
1648: E
1649: D
1650: B
1651: A
1652: C
1653: B
1654: A
1655: E
1656: D
1657: C
1658: E
1659: C
1660: A