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Q3369727 Administração Geral
As normas de sistemas de gestão podem trazer benefícios para a organização e para as partes interessadas nas atividades da organização. Associe a COLUNA I com a COLUNA II, relacionando as normas a seus benefícios potenciais.

COLUNA I

1. ABNT NBR ISO 9001:2015
2. NBR ISO 14001:2015 ABNT
3. BS OHSAS18001:2007

COLUNA II

( ) Redução das devoluções de produto.
( ) Redução das faltas ao trabalho.
( ) Redução das autuações relativas ao destino incorreto de resíduos.

Assinale a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3369720 Engenharia de Qualidade
Existe um conjunto de normas complementares às normas que determinam os requisitos para o sistema de gestão das organizações. Relacione a COLUNA I com a COLUNA II, associando as normas às suas respectivas indicações de conteúdo.

COLUNA I

1. ABNT NBR ISO 9000:2015
2. ABNT NBR ISO 10015:2002
3. ABNT NBR ISO 10015:2001 
4. ABNT NBR ISO 19011:2012


COLUNA II
( ) Diretrizes para a documentação de sistema de gestão da qualidade.
( ) Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão.
( ) Fundamentos e vocabulário para sistemas de gestão da qualidade.
( ) Diretrizes de como aplicar treinamento, para atender às necessidade do sistema de gestão da qualidade.

Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3369711 Português
A liberdade sempre foi um elemento fundamental da cultura ocidental, que tem nela toda sua sólida base cultural.

Há dois caminhos para se conceituar “liberdade”. O primeiro, de natureza filosófica, examina-a sob o prisma do determinismo e do livre-arbítrio. O homem, em sociedade, está sujeito a limitações permanentes. Sofre injustiças, é cerceado na sua espontaneidade. O Estado o envolve com seu manto quase sempre opressor.

Por outro lado, por mais que o homem se envolva nas teias limitadoras da sociedade, sobra-lhe sempre um espaço em que é autônomo para pensar e agir. Nele faz escolhas e exerce predileções. É sujeito responsável por tudo que faz. Livre-arbítrio e liberdade são dois parâmetros em que o homem se situa, ora limitado ou autônomo para agir.

O segundo caminho da liberdade é o jurídico. O homem, desde que superou a condição de nômade e se estabeleceu em território fixo, criou imediatamente normas que possibilitaram a convivência das tribos. Depois, com o correr dos séculos, em lenta, mas permanente evolução, criou o Estado para regular uma sociedade cada vez mais difícil e completa. Esta sociedade abafa e limita o indivíduo que é obrigado a ceder, para o interesse público e vontade coletiva, muito de sua liberdade.

Também aqui, criou-se um espaço, à custa de esforço, lutas e guerras entre o indivíduo e o Estado, verdadeiro Leviatã que a cada dia o envolve em sua rede cada vez mais limitadora. A resposta foi a criação de direitos que a experiência e a história do homem colocou como imprescindíveis para a vida coletiva e individual. São os direitos humanos, que passaram a anteceder o Estado, impondo-lhe limitações e reservas. Entre eles e o Estado nasceu a liberdade moderna, com o necessário equilíbrio nem sempre fácil de obter.

Se há liberdade “plena”, ela se deturpa em libertinagem. Se não há liberdade, caímos no mundo das ditaduras em que o homem é apenas um ser que vive debaixo do tacão do Estado. Assemelha-se aos animais e reduz-se à vida não criativa, tornando-se mera unidade social.

[...]


SILVA, Antônio Álvares. Hoje em dia.
Disponível em: <https://goo.gl/QCG3vf>.
Acesso em: 19 out. 2017
(Fragmento adaptado).

Releia os trechos a seguir.

I. “Há dois caminhos para se conceituar ‘liberdade’.”
II. por mais que o homem “[...] se envolva nas teias limitadoras da sociedade [...]”
III. “[...] são dois parâmetros em que o homem se situa [...]”
IV. “[...] desde que superou a condição de nômade e se estabeleceu em território fixo [...]”
V. “Também aqui, criou-se um espaço, à custa de esforço [...]”

A palavra “se”, destacada nesses trechos, possui a mesma função sintática em:
Alternativas
Q3369706 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal



Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.


Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.


Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).


A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô.


[...]


BEDONE, Rebeca. Revista bula. Disponível em: <https://goo.

gl/3gy8q8>. Acesso em: 19 out. 2017 (Fragmento adaptado).


São características do gênero textual desse texto, EXCETO:
Alternativas
Q3369705 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal



Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.


Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.


Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).


A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô.


[...]


BEDONE, Rebeca. Revista bula. Disponível em: <https://goo.

gl/3gy8q8>. Acesso em: 19 out. 2017 (Fragmento adaptado).


Os sentimentos a seguir estão presentes no relato da autora, EXCETO:
Alternativas
Q3369704 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal



Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.


Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.


Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).


A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô.


[...]


BEDONE, Rebeca. Revista bula. Disponível em: <https://goo.

gl/3gy8q8>. Acesso em: 19 out. 2017 (Fragmento adaptado).


É possível depreender que as moedas parecem se multiplicar na mão da autora porque:
Alternativas
Q3369703 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal



Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.


Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.


Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).


A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô.


[...]


BEDONE, Rebeca. Revista bula. Disponível em: <https://goo.

gl/3gy8q8>. Acesso em: 19 out. 2017 (Fragmento adaptado).


Releia o trecho a seguir.
“[...] provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho.”
O uso do futuro do pretérito nesse trecho confere ao texto uma ideia de:
Alternativas
Q3369702 Português

Tenho saudade da época em que devolver o troco

errado era normal



Na minha infância, nos finais de semana, íamos à casa de nossos avós para uma visita. Enquanto o papai ouvia as histórias do vovô e a mamãe ajudava a vovó a passar o café, meu irmão e eu nos deliciávamos com o bolo de fubá. Mas a nossa maior expectativa era o que vinha depois do lanche: as moedinhas que o vovô nos dava para comprar doces no mercadinho da esquina.


Uma vez, voltei radiante após uma compra em que as moedas, misteriosamente, se multiplicaram: as balas não cabiam na minha mão. Mas meu avô, muito sério, me levou de volta ao bar para saber o que tinha acontecido.


Trinta anos depois, estava eu, havia 20 minutos, procurando por uma vaga em um estacionamento lotado. Então parei meu carro num local distante e fui caminhando até a entrada do shopping. Vi uma moça manobrar seu carro em uma vaga reservada para idosos. Ela estava junto com uma criança, e fiquei pensando no futuro adulto que aquela mãe está criando (talvez alguém que não dará valor para o que é certo e o que é errado).


A moça passou por mim, em seu mundinho pequeno, enquanto um enorme desânimo me abateu. Se eu tivesse parado em uma das vagas reservadas para idosos (muitas estavam vazias), provavelmente já teria pago a minha conta e teria tido tempo de almoçar antes de voltar para o trabalho. Senti raiva. Também me senti uma tola. Por fim, senti vergonha e senti falta do meu avô.


[...]


BEDONE, Rebeca. Revista bula. Disponível em: <https://goo.

gl/3gy8q8>. Acesso em: 19 out. 2017 (Fragmento adaptado).


De acordo com o texto, não se pode afirmar:
Alternativas
Q2739424 Desenho Industrial

Observe a vista frontal e a vista lateral esquerda de um objeto na figura a seguir, representados em 1° diedro.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que representa corretamente a vista superior do objeto em análise.

Alternativas
Q2739423 Desenho Industrial

Observe a figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que se refere à seção representada incorretamente segundo a NBR 10.067.

Alternativas
Q2739422 Desenho Industrial

Observe a vista superior na figura a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Assinale a perspectiva isométrica à qual pertence a vista da figura anterior.

Alternativas
Q2739421 Desenho Industrial

Sobre perspectiva isométrica, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2739420 Desenho Industrial

Sobre comandos do software AutoCAD, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2739410 Desenho Industrial

Um acoplamento possui a dimensão interna de Ø30 G7k6 pelo sistema ISO de tolerâncias e ajustes.

Sobre elaborar a cota Ø30 G7k6 no AutoCad, é correto afirmar:

Alternativas
Q2739409 Desenho Industrial

Observe as cotas das figuras (1) e (2) a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Figura 1

Imagem associada para resolução da questão

Figura 2

De acordo com o que estabelece a norma NBR 10.126, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2739408 Desenho Industrial

As linhas auxiliares fazem parte dos elementos de cotagem.

Sobre o que a norma NBR 10.126 estabelece em relação às linhas auxiliares, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2739406 Desenho Industrial

Observe a peça ilustrada a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

A alternativa que contém apenas vistas auxiliares dessa peça é:

Alternativas
Q2739404 Desenho Industrial

Analise as afirmativas a seguir sobre cotagem.

I. Na cotagem, as setas são desenhadas com linhas curtas e oblíquas, formando ângulo de 15°. As setas podem ser ou abertas, ou fechadas e preenchidas. Uma alternativa ao uso de setas são traços oblíquos desenhados com linhas curtas inclinadas a 45°.

II. Quando houver espaço disponível, as setas de limitação da linha de cota devem ser apresentadas entre os limites da linha de cota. Quando o espaço for limitado, as setas de limitação da linha de cota podem ser apresentadas externamente no prolongamento da linha de cota, desenhado com essa finalidade.

III. As cotas podem ser realizadas por coordenadas, podendo ser utilizada uma tabela com a localização e a dimensão cotada.

Sobre essas afirmativas e considerando o que estabelece a norma NBR 10.126, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2739403 Desenho Industrial

Observe a peça a seguir, representada em duas vistas, de cima e lateral esquerda (primeiro diedro).


Imagem associada para resolução da questão

O corte A-A dessa peça está representado corretamente em:

Alternativas
Q2739402 Desenho Industrial

Leia as afirmativas a seguir sobre rugosidade das superfícies, segundo Manfé (1997).

I. Medida da rugosidade é o valor aritmético Ra, expresso em milímetros, dos valores absolutos dos desvios e do perfil real com relação à linha média.

II. A escolha do valor da rugosidade e de outras características a determinar em uma superfície pode ser feita com base em considerações referentes: às cargas atuante sobre a superfície; à velocidade e à direção do movimento; à natureza e às características dos corpos em contato; às tolerâncias dimensionais e à lubrificação.

III. A rugosidade superficial é o conjunto das irregularidades macrogeométricas que resultam em uma superfície após um trabalho e que são formadas por numerosos sulcos e arranhões mais ou menos variáveis em forma, direção e profundidade.

IV. Os desvios da superfície técnica da ideal constituem os erros de forma, enquanto o conjunto dos desvios da superfície real com a superfície técnica constituem a rugosidade, que é calculada geralmente no perfil real obtido com um plano de relevo, cuja posição é ortogonal à direção dos sulcos predominantes.

Sobre as afirmativas, assinale a alternativa correta, em relação ao que estabelece Manfé (1997).

Alternativas
Respostas
21: C
22: C
23: X
24: C
25: D
26: D
27: C
28: B
29: D
30: A
31: C
32: B
33: B
34: C
35: C
36: D
37: C
38: A
39: D
40: B