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Pode-se reduzir digitalmente o número de cores de uma imagem com a desvantagem de geralmente ficar com grandes áreas de cores uniformes, o que não permite uma foto realista. Esse efeito denomina-se:
Referindo-se à temperatura de cor, relacione 2ª coluna de acordo com a 1ª:
1. Céu azul claro.
2. Flash eletrônico.
3. Nascer do sol/pôr do sol.
4. Lâmpada doméstica (60 watts).
A. 6.000 K
B. 3.000 K
C. 2.500 K
D. 20.000 K
A sequência está correta em:
Assinale o formato de arquivamento gráfico relacionado abaixo que NÃO é visualizado pelos browsers da Internet:
As fotos tiradas em câmeras digitais, comumente possuem cores diferentes do LCD da câmera ou no monitor do computador para a foto impressa. Isso acontece por que:
“Quando for impossível, impraticável ou desaconselhável a leitura perto da parte iluminada do tema, pode recorre-se à leitura com o fotômetro na _____________, desde que, esteja recebendo a mesma força de luz que o tema. Este método dá resultados bem razoáveis, bem aproximados da medição seletiva.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior:
Relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª:
I. Objetivas normais.
II. Objetivas grandes-angulares.
III. Teleobjetivas.
IV. Objetivas ZOOM.
( ) São mais escuras que as normais.
( ) Têm a distância focal que é igual a diagonal do negativo.
( ) São as únicas que possuem distâncias focais variáveis.
( ) Seu ângulo de visão é muito mais estreito.
A seqüência está correta em:
Relacione a 1ª coluna de acordo com a 2ª:
I. Filtro vermelho.
II. Filtro amarelo (âmbar).
III. Filtro verde.
IV. Filtro magenta.
( ) É complementar do verde e converte o filme ortocromático em sensível ao azul.
( ) Utilizado com filmes pancromáticos clareia o vermelho e escurece o azul e o verde.
( ) Utilizado com filmes pancromáticos clareia o verde e escurece o azul e o vermelho.
( ) Transmite dois terços do espectro correspondente ao verde e ao vermelho e absorve grande parte do azul.
A seqüência está correta em:
A única maneira de conseguir diminuir ou aumentar o campo de foco em uma câmera fotográfica é utilizando o(a):
TEXTO: Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Todas as palavras homófonas e parônimas foram empregadas corretamente. Assinale a alternativa em que houve troca:
TEXTO: Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas pela mesma razão, respectivamente de: conferência, potável, farmacêutica e além:
TEXTO: Alguém paga
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Assinale a alternativa que estabelece relação de tempo à estrutura sintática em que ocorre:
O Código de Ética do Jornalista foi atualizado no Congresso Extraordinário dos Jornalistas, realizado em Vitória (ES), em agosto de 2007, quando as mudanças tiveram seu texto final elaborado por uma comissão eleita no Congresso e foram aprovadas por delegações de 23 estados. Sobre a responsabilidade profissional do Jornalista, NÃO é correto afirmar que:
Nos principais mercados financeiros do planeta, a introdução de uma comunicação estratégica gerou um modismo nesta área, onde se discute constantemente esta ação sem conhecimento profundo de sua aplicabilidade. Sobre a comunicação estratégica pode-se afirmar que, EXCETO:
A comunicação organizacional vem considerando de forma positiva o uso do teatro, utilizando-se da dramatização, da interpretação e da demonstração para comunicar mensagens numa forma de comunicação participativa. Este meio de comunicação organizacional encontra-se incluso nos meios:
Um fenômeno muito incidente nas organizações, o Rádio Peão é uma ação de comunicação informal da qual NÃO se pode afirmar que:
Assinale a alternativa que representa um praxe aconselhável em comunicação organizacional:
Muito necessário ao trabalho de assessoria de imprensa numa organização, o follow-up ocorre quando:
A comunicação organizacional predominante, principalmente nas décadas de 60, 70 e 80, no século XX, vem utilizando o modelo mecanicista, como afirmam vários pesquisadores, entre eles, Linda Putnam, Charles Redding, Philip Tompkins e Margarida Kunsh. Sobre este modelo é correto afirmar que:
Instituído através da Lei n° 4117, de 27 de agosto de 1962, o Código Brasileiro de Telecomunicações, estabelece que:
O desenvolvimento de ações de comunicação especificamente voltadas ao público interno de uma organização é uma área que desperta grande interesse de pesquisadores de forma a instituir a comunicação interna, uma subárea específica para se trabalhar para este universo. No Brasil, as ações vêm sendo implantadas na comunicação interna, mas há, ainda, algumas lacunas que podem ser preenchidas, através de estratégias específicas à área, tais como:
I. Destinação de recursos físicos, financeiros e humanos.
II. Implantação do endomarketing como parceiro da comunicação interna.
III. Criação e/ou implantação de veículos que promovam a gestão e seus discursos perante os funcionários.
IV. Profissionalização das estruturas com a contratação de profissionais de comunicação e marketing.
V. Alocação de novas tecnologias.
Estão corretas apenas as afirmativas: