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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944923 Matemática

Os garçons de um clube dividem entre si, no final do expediente, toda a gorjeta do dia. No último sábado receberam, de gorjeta, um total de R$ 600,00 e no domingo R$ 450,00. Mas no domingo dois dos garçons faltaram ao trabalho e por isso, coincidentemente, a quantia recebida por cada garçom foi a mesma da recebida no sábado. Quantos garçons trabalharam no domingo?

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944920 Raciocínio Lógico

Uma urna contém 30 bolas numeradas de 1 a 30. Retirando-se uma bola aleatoriamente, qual a probabilidade de que ocorra um múltiplo de 3 ou um múltiplo de 5 ?

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944917 Matemática

A capacidade total de uma caixa d'água que tem a forma de um prisma reto retangular e cujas dimensões internas são 1m, 1,20m e 0,60 m é:

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944915 Matemática

Os ângulos internos de um triângulo são diretamente proporcionais aos números 3 , 4 e 5 . Então podemos afirmar que:

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944913 Matemática
Para construir uma valeta de 200 m de comprimento por 5 m de profundidade e 7m de largura, 100 funcionários da prefeitura municipal gastaram 2 meses e meio trabalhando 7 horas por dia. Se aumentarmos em 40 o número de funcionários, que continuarão trabalhando no mesmo ritmo dos anteriores por 10 horas diárias, em quanto tempo construirão uma outra valeta que tenha o mesmo comprimento, o dobro da largura e 3/5 de profundidade da primeira valeta ? ( considerar 1 mês = 30 dias )
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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944910 Matemática

Sobre a função real definida por f(x) = x2 + 3x + 2 é correto afirmar que:

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944908 Português

Observe a charge de Angeli:



Imagem associada para resolução da questão



O texto da personagem que anota a receita está, gramaticalmente, segundo as regras da norma culta:

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944905 Português

Escolha a alternativa que corrija as imperfeições do texto:

"Advogados e contadores se reunem para impedirem que impostos sigam aumentando. O aumento dos impostos no Brasil trata-se, já, de um modo geral, de problema crônico. À partir da reunião de hoje os participantes vão estar fazendo solicitações para que os brasileiros que quiserem mobilizarem-se mandem e-mails para a OAB e para o CFC."

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944901 Português

A expressão grifada no trecho "Além disso, a estrutura tributária brasileira é extremamente complexa" pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944896 Português
O sentido da palavra grifada na frase "Não serão os chamados "pacotes de bondades" que vão equacionar as anomalias existentes no sistema tributário brasileiro." corresponde a:
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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944894 Português

O acento grave usado em "que se iguala à de países desenvolvidos" justifica-se porque:

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944893 Português
O plural do substantivo "latino-americano" se faz da seguinte forma:
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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944890 Português

Na frase, "Contudo a questão envolvendo os impostos é muito mais ampla" o único conector é:

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Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944887 Direito Tributário
E a reforma tributária?

O Brasil precisa voltar a discutir esse tema. Com o lançamento da pré-candidatura de Germano Rigotto, que foi presidente da Comissão de Reforma Tributária da Câmara dos Deputados, o assunto deve ganhar espaço nos debates eleitorais para a Presidência da República. Não há como manter um sistema de arrecadação de impostos como o que é aplicado no Brasil, notoriamente injusto, ineficiente e custoso. Ao longo dos últimos 15 anos surgiram várias propostas de reforma. Desse intenso debate, que em realidade foi iniciado com a publicação da proposta do Imposto Único sobre Transações em 1990 na Folha, surgiu uma divisão de correntes de pensamento. De um lado, a corrente ortodoxa, dos impostos declaratórios; de outro, a proposta polêmica e "insolentemente nova", como a descreveu Roberto Campos, dos impostos não-declaratórios, representada pelo Imposto Único sobre a Movimentação Financeira. A discussão sobre tributos nos últimos anos comprova que se está diante de uma situação de rompimento do paradigma anterior, baseado nos impostos declaratórios, e sua substituição por novos conceitos e novas propostas, mais consentâneas com as profundas modificações tecnológicas e institucionais ocorridas ao longo das últimas décadas. O primeiro sinal dessa mudança de paradigma no Brasil veio com a proposta do Imposto Único, que infelizmente resultou na criação do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira, após proposta apresentada pela Comissão Ary Oswaldo Mattos Filho, em 1993, e posteriormente transformado na Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), vigente até hoje. A experiência da CPMF deitou por terra alguns dogmas contra esse tipo de tributo e deixa aberto o caminho para a adoção de espécies tributárias inovadoras em substituição aos preceitos da sabedoria convencional. Mas, infelizmente, em vez de introduzir no país as mudanças necessárias, o governo age pontualmente, alterando o sistema tributário brasileiro de forma descontínua, inorgânica e desestruturada, agravando as distorções já existentes. Recentemente, a tabela do IR da pessoa física foi reajustada em 8%, e os materiais básicos utilizados na construção civil tiveram redução do IPI. Estuda-se a redução das alíquotas de algumas contribuições como o PIS, a Cofins e a CPMF. A tônica dessas ações e intenções é desonerar setores econômicos fortemente tributados, corrigindo algumas das mais evidentes distorções existentes. Contudo a questão envolvendo os impostos é muito mais ampla do que as medidas segmentadas adotadas pelo governo. Não serão os chamados "pacotes de bondades" que vão equacionar as anomalias existentes no sistema tributário brasileiro. Pesquisa do Fórum Econômico Mundial classificou a estrutura tributária brasileira como a mais ineficiente entre os 117 países analisados. Em recente pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, os impostos foram considerados o maior vilão da economia brasileira. A carga de impostos se aproxima de 40% do PIB. Em menos de dez anos saiu do patamar histórico de 25% do PIB para atingir a atual arrecadação, que se iguala à de países desenvolvidos. A economia informal supera 30% do PIB, fazendo com que a pesada carga de impostos incida apenas sobre uma parte do universo de contribuintes, composta preponderantemente pelas maiores empresas do setor formal da economia, sobre os rendimentos do trabalho e sobre os gastos de consumo. Nesse sentido, o ônus tributário suportado por esses segmentos é desproporcionalmente elevado. 2 Além disso, a estrutura tributária brasileira é extremamente complexa em decorrência da proliferação de normas e procedimentos que ocorre em meio a um sistema predominantemente declaratório. Em razão dessa realidade, um fato tem despertado a atenção de técnicos e acadêmicos. É o custo de conformidade a ser suportado pelos contribuintes. Esse ônus corresponde aos desembolsos necessários para o cumprimento das obrigações acessórias da legislação tributária. Esse peso morto chega a 0,75% do PIB na média das empresas abertas, e pode alcançar o equivalente a 5,82% do PIB tomando por base o custo de conformidade das companhias abertas com receita bruta anual de até R$ 100 milhões. Isso implica dizer que, além da receita efetivamente arrecadada, de quase 40% do PIB, o contribuinte ainda arca com pelo menos outros 0,75% (ou 5,82%) do PIB para o custeio da gigantesca máquina tributária brasileira. Os impostos devem dominar os debates nas eleições deste ano. As desonerações fortalecem Lula, uma vez que desembolsar menos com impostos será bem recebido pelos eleitores. Mas, certamente, a segmentação do debate não será eficaz como forma de aperfeiçoar o caótico sistema tributário brasileiro

Disponível em: http://www.folha.com.br , 20 de fevereiro de 2006 

Em relação aos tributos, o autor defende a idéia de que a reforma deva ser:

Alternativas
Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2944884 Português
E a reforma tributária?

O Brasil precisa voltar a discutir esse tema. Com o lançamento da pré-candidatura de Germano Rigotto, que foi presidente da Comissão de Reforma Tributária da Câmara dos Deputados, o assunto deve ganhar espaço nos debates eleitorais para a Presidência da República. Não há como manter um sistema de arrecadação de impostos como o que é aplicado no Brasil, notoriamente injusto, ineficiente e custoso. Ao longo dos últimos 15 anos surgiram várias propostas de reforma. Desse intenso debate, que em realidade foi iniciado com a publicação da proposta do Imposto Único sobre Transações em 1990 na Folha, surgiu uma divisão de correntes de pensamento. De um lado, a corrente ortodoxa, dos impostos declaratórios; de outro, a proposta polêmica e "insolentemente nova", como a descreveu Roberto Campos, dos impostos não-declaratórios, representada pelo Imposto Único sobre a Movimentação Financeira. A discussão sobre tributos nos últimos anos comprova que se está diante de uma situação de rompimento do paradigma anterior, baseado nos impostos declaratórios, e sua substituição por novos conceitos e novas propostas, mais consentâneas com as profundas modificações tecnológicas e institucionais ocorridas ao longo das últimas décadas. O primeiro sinal dessa mudança de paradigma no Brasil veio com a proposta do Imposto Único, que infelizmente resultou na criação do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira, após proposta apresentada pela Comissão Ary Oswaldo Mattos Filho, em 1993, e posteriormente transformado na Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), vigente até hoje. A experiência da CPMF deitou por terra alguns dogmas contra esse tipo de tributo e deixa aberto o caminho para a adoção de espécies tributárias inovadoras em substituição aos preceitos da sabedoria convencional. Mas, infelizmente, em vez de introduzir no país as mudanças necessárias, o governo age pontualmente, alterando o sistema tributário brasileiro de forma descontínua, inorgânica e desestruturada, agravando as distorções já existentes. Recentemente, a tabela do IR da pessoa física foi reajustada em 8%, e os materiais básicos utilizados na construção civil tiveram redução do IPI. Estuda-se a redução das alíquotas de algumas contribuições como o PIS, a Cofins e a CPMF. A tônica dessas ações e intenções é desonerar setores econômicos fortemente tributados, corrigindo algumas das mais evidentes distorções existentes. Contudo a questão envolvendo os impostos é muito mais ampla do que as medidas segmentadas adotadas pelo governo. Não serão os chamados "pacotes de bondades" que vão equacionar as anomalias existentes no sistema tributário brasileiro. Pesquisa do Fórum Econômico Mundial classificou a estrutura tributária brasileira como a mais ineficiente entre os 117 países analisados. Em recente pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, os impostos foram considerados o maior vilão da economia brasileira. A carga de impostos se aproxima de 40% do PIB. Em menos de dez anos saiu do patamar histórico de 25% do PIB para atingir a atual arrecadação, que se iguala à de países desenvolvidos. A economia informal supera 30% do PIB, fazendo com que a pesada carga de impostos incida apenas sobre uma parte do universo de contribuintes, composta preponderantemente pelas maiores empresas do setor formal da economia, sobre os rendimentos do trabalho e sobre os gastos de consumo. Nesse sentido, o ônus tributário suportado por esses segmentos é desproporcionalmente elevado. 2 Além disso, a estrutura tributária brasileira é extremamente complexa em decorrência da proliferação de normas e procedimentos que ocorre em meio a um sistema predominantemente declaratório. Em razão dessa realidade, um fato tem despertado a atenção de técnicos e acadêmicos. É o custo de conformidade a ser suportado pelos contribuintes. Esse ônus corresponde aos desembolsos necessários para o cumprimento das obrigações acessórias da legislação tributária. Esse peso morto chega a 0,75% do PIB na média das empresas abertas, e pode alcançar o equivalente a 5,82% do PIB tomando por base o custo de conformidade das companhias abertas com receita bruta anual de até R$ 100 milhões. Isso implica dizer que, além da receita efetivamente arrecadada, de quase 40% do PIB, o contribuinte ainda arca com pelo menos outros 0,75% (ou 5,82%) do PIB para o custeio da gigantesca máquina tributária brasileira. Os impostos devem dominar os debates nas eleições deste ano. As desonerações fortalecem Lula, uma vez que desembolsar menos com impostos será bem recebido pelos eleitores. Mas, certamente, a segmentação do debate não será eficaz como forma de aperfeiçoar o caótico sistema tributário brasileiro

Disponível em: http://www.folha.com.br , 20 de fevereiro de 2006 

O foco do autor é:

Alternativas
Ano: 2006 Banca: UFABC Órgão: UFABC Prova: UFABC - 2006 - UFABC - Contador |
Q2943953 Português
E a reforma tributária?

O Brasil precisa voltar a discutir esse tema. Com o lançamento da pré-candidatura de Germano Rigotto, que foi presidente da Comissão de Reforma Tributária da Câmara dos Deputados, o assunto deve ganhar espaço nos debates eleitorais para a Presidência da República. Não há como manter um sistema de arrecadação de impostos como o que é aplicado no Brasil, notoriamente injusto, ineficiente e custoso. Ao longo dos últimos 15 anos surgiram várias propostas de reforma. Desse intenso debate, que em realidade foi iniciado com a publicação da proposta do Imposto Único sobre Transações em 1990 na Folha, surgiu uma divisão de correntes de pensamento. De um lado, a corrente ortodoxa, dos impostos declaratórios; de outro, a proposta polêmica e "insolentemente nova", como a descreveu Roberto Campos, dos impostos não-declaratórios, representada pelo Imposto Único sobre a Movimentação Financeira. A discussão sobre tributos nos últimos anos comprova que se está diante de uma situação de rompimento do paradigma anterior, baseado nos impostos declaratórios, e sua substituição por novos conceitos e novas propostas, mais consentâneas com as profundas modificações tecnológicas e institucionais ocorridas ao longo das últimas décadas. O primeiro sinal dessa mudança de paradigma no Brasil veio com a proposta do Imposto Único, que infelizmente resultou na criação do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira, após proposta apresentada pela Comissão Ary Oswaldo Mattos Filho, em 1993, e posteriormente transformado na Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), vigente até hoje. A experiência da CPMF deitou por terra alguns dogmas contra esse tipo de tributo e deixa aberto o caminho para a adoção de espécies tributárias inovadoras em substituição aos preceitos da sabedoria convencional. Mas, infelizmente, em vez de introduzir no país as mudanças necessárias, o governo age pontualmente, alterando o sistema tributário brasileiro de forma descontínua, inorgânica e desestruturada, agravando as distorções já existentes. Recentemente, a tabela do IR da pessoa física foi reajustada em 8%, e os materiais básicos utilizados na construção civil tiveram redução do IPI. Estuda-se a redução das alíquotas de algumas contribuições como o PIS, a Cofins e a CPMF. A tônica dessas ações e intenções é desonerar setores econômicos fortemente tributados, corrigindo algumas das mais evidentes distorções existentes. Contudo a questão envolvendo os impostos é muito mais ampla do que as medidas segmentadas adotadas pelo governo. Não serão os chamados "pacotes de bondades" que vão equacionar as anomalias existentes no sistema tributário brasileiro. Pesquisa do Fórum Econômico Mundial classificou a estrutura tributária brasileira como a mais ineficiente entre os 117 países analisados. Em recente pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, os impostos foram considerados o maior vilão da economia brasileira. A carga de impostos se aproxima de 40% do PIB. Em menos de dez anos saiu do patamar histórico de 25% do PIB para atingir a atual arrecadação, que se iguala à de países desenvolvidos. A economia informal supera 30% do PIB, fazendo com que a pesada carga de impostos incida apenas sobre uma parte do universo de contribuintes, composta preponderantemente pelas maiores empresas do setor formal da economia, sobre os rendimentos do trabalho e sobre os gastos de consumo. Nesse sentido, o ônus tributário suportado por esses segmentos é desproporcionalmente elevado. 2 Além disso, a estrutura tributária brasileira é extremamente complexa em decorrência da proliferação de normas e procedimentos que ocorre em meio a um sistema predominantemente declaratório. Em razão dessa realidade, um fato tem despertado a atenção de técnicos e acadêmicos. É o custo de conformidade a ser suportado pelos contribuintes. Esse ônus corresponde aos desembolsos necessários para o cumprimento das obrigações acessórias da legislação tributária. Esse peso morto chega a 0,75% do PIB na média das empresas abertas, e pode alcançar o equivalente a 5,82% do PIB tomando por base o custo de conformidade das companhias abertas com receita bruta anual de até R$ 100 milhões. Isso implica dizer que, além da receita efetivamente arrecadada, de quase 40% do PIB, o contribuinte ainda arca com pelo menos outros 0,75% (ou 5,82%) do PIB para o custeio da gigantesca máquina tributária brasileira. Os impostos devem dominar os debates nas eleições deste ano. As desonerações fortalecem Lula, uma vez que desembolsar menos com impostos será bem recebido pelos eleitores. Mas, certamente, a segmentação do debate não será eficaz como forma de aperfeiçoar o caótico sistema tributário brasileiro

Disponível em: http://www.folha.com.br , 20 de fevereiro de 2006 

O texto enquadra-se no gênero:

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Q4094078 Não definido
During a postgraduate seminar focused on sustainable development, taught by a visiting European professor, a conflict arises: the professor insists that a major Brazilian research paper on local agroecology practices is 'not rigorous enough' because it relies heavily on local, community-based knowledge systems (traditional knowledge) rather than exclusively on Western, quantitative methodologies, which are prioritized in the Global North literature used in the course. Brazilian students feel their local epistemic tradition is being dismissed.
Which intervention strategy best aligns with Critical and Decolonial Perspectives to resolve the conflict and promote Epistemic Justice in the classroom?
Alternativas
Q4093965 Não definido
Um fluido combustível deverá ser gerenciado em um sistema tancagem com telemetria, ou seja, com instrumentação para controle e aquisição de dados. Quando demandada transferência da tancagem de armazenamento para a tancagem de processo, para satisfazer as condições de faturamento e saber o volume transferido por demanda, qual tipo de instrumento de medição deve ser instalado? 
Alternativas
Q4093964 Não definido
Em um ambiente de tancagem de produtos químicos, é necessário medir com precisão o nível de fluido em tanques sujeitos a variações de temperatura, pressão e densidade do produto armazenado. Para garantir exatidão no controle do processo, o projeto deve especificar um transmissor que não dependa da densidade do fluido medida separadamente nem exija correções manuais em tempo real. Assinale a alternativa que apresenta o tipo de transmissor mais adequado para esse caso.
Alternativas
Q4093961 Não definido
Em um sistema de manutenção em que há um software informatizado integrado como sistema computadorizado de gestão da manutenção e gestão empresarial (CMMS/EAM) e aquisição de informações diretamente das máquinas por sensores e sistemas de monitoramento, a maturidade tecnológica da planta industrial é bastante elevada. Esse tipo de gestão é conhecido como
Alternativas
Respostas
981: C
982: D
983: E
984: B
985: C
986: A
987: A
988: E
989: B
990: C
991: E
992: D
993: B
994: A
995: D
996: C
997: B
998: C
999: C
1000: C