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Questões de Concurso Para ufpr

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Q1258674 Português
Considere o seguinte trecho de uma matéria publicada na revista Galileu:
Durante uma expedição no desfiladeiro subaquático de San Diego Trough, localizado nos Estados Unidos, o cientista Marc Meyers analisava os animais que vivem a cerca de 500 metros abaixo da superfície quando se deparou com exemplares de peixes-dragão.
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência que dá lógica discursiva ao texto. ( ) Usando um microscópio eletrônico, foi possível identificar que os dentes eram compostos por colágeno e hidroxiapatita (o mesmo mineral de cálcio presente nos ossos e dentes humanos). ( ) Ao realizar uma observação mais cuidadosa, ele se surpreendeu: esses animais, que habitam águas oceânicas profundas, exibem dentes transparentes que são muito poderosos. ( ) “Esses animais ainda não foram investigados, mas suspeito que eles tenham uma estrutura similar”, contou ao jornal britânico The Guardian. ( ) Após coletar alguns animais da espécie e levá-los para um laboratório, o pesquisador constatou que os dentes dos peixe-dragão são quase duas vezes mais afiados que os de um tubarão. ( ) Meyers acredita que existe apenas um pequeno número de peixes que possuem dentes transparentes, como os grupos conhecidos como os Lophiiformes e os Sternoptychidae. (Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2019/06/cientista-encontra-especie-de-peixe-com-dentes-transpa rentes-e-afiados.html)
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
Alternativas
Q1258673 Português
Considere o seguinte excerto:
Nossa confiança na tecnologia para preencher os silêncios, combater o tédio e nos expressar sem o medo de nos sentirmos julgados é tanta que a indústria se esforça para desenvolver a inteligência artificial para que possamos falar com objetos em vez de pessoas. Os robôs de conversação já são uma realidade. Hoje é possível coletar todas as mensagens e comentários de um usuário na rede para que, uma vez morto, __________ ser recriados seus padrões de conversação, de modo a __________ continuar trocando mensagens com ele. Embora isso, como Alan Turing vaticinou, não __________ de ser um jogo de imitação. A tecnologia é um meio extraordinário, mas nada é capaz, adverte Turkle, de substituir uma comunicação em pessoa e os benefícios que traz. O sociólogo Georg Simmel, já no início do século passado, qualificou a conversa de antídoto contra a pressão e o estresse causados pela vida moderna. Recentemente, um estudo da Universidade de Chicago provou que a conversa casual entre dois estranhos em um trem ou sala de espera faz desse momento uma experiência mais agradável. Talvez, apontam seus autores, __________ superestimando o desejo de privacidade em um planeta cada vez mais povoado. Não entender os benefícios da interação social resulta inevitavelmente em solidão, empobrecimento e falta de empatia.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q1258672 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

   O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.
  Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.
  Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.
    Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.
   Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.
    Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.
  Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.
    Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro. 
 (Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)
Na frase “Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída”, estabelece-se uma relação de:
Alternativas
Q1258671 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

   O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.
  Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.
  Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.
    Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.
   Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.
    Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.
  Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.
    Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro. 
 (Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 1. O texto estende os benefícios da presença da bactéria Veillonela atypicaI no intestino às pessoas de modo geral. 2. O uso da bactéria Veillonela atypica por atletas é classificada como prática proibida para melhorar o rendimento. 3. O texto aponta duas descobertas sobre a atuação da bactéria Veillonela atypica.
Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q1258670 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

   O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.
  Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.
  Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.
    Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.
   Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.
    Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.
  Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.
    Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro. 
 (Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)
De acordo com o texto, a bactéria Veillonela atypica:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258589 Comunicação Social
Sobre as técnicas empregadas para a redação jornalística, identifique como verdadeiras (V) técnicas abaixo que são normalmente empregadas em textos para televisão e como falsas (F) as que não são:
( ) Uso de adjetivos como forma de fazer o espectador sentir a emoção de uma imagem. ( ) Uso de frases com gerúndio, especialmente no começo da oração. ( ) Reiteração de termos, de forma a não perder a atenção do espectador. ( ) Uso de voz passiva.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258588 Jornalismo
Um fenômeno observado no telejornalismo é o aumento do uso de câmeras amadoras (como celulares, câmeras de segurança, câmeras portáteis etc.) nas reportagens veiculadas pelas emissoras. Sobre a especificidade do uso destas imagens pelo jornalismo televisivo, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) Em razão do apelo desse tipo de imagem, as emissoras televisivas costumam editar imagens feitas por cinegrafistas profissionais para que pareçam amadoras. ( ) A proliferação dessas imagens promove um empobrecimento da notícia, uma vez que fatos de pouca relevância acabam sendo transformados em notícia em razão da existência de uma imagem amadora impactante. ( ) As imagens amadoras tendem a ter um efeito de verdade no espectador mais forte que as imagens profissionais. ( ) Tais imagens costumam ser geradas por leigos e, por isso, tendem a ser apropriadas sob uma perspectiva de jornalismo participativo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258587 Comunicação Social
Em relação aos formatos utilizados no jornalismo televisivo, assinale a alternativa que apresenta apenas formatos opinativos empregados jornalismo televisivo.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258586 Jornalismo
“Entra-se na casa de Laerte por uns poucos degraus. A primeira coisa que se vê é o piano, próximo da porta. Além dele, há a gaiola de Celina e uma estante de livros, encostadas na parede, e um cavalete com uma prancheta de desenho ocupando o centro do ambiente. Pouco iluminada, sem nenhum lugar para sentar e nenhum móvel de estar, a sala sugere mais um lugar de passagem. No fundo dela fica a cozinha e, mais adiante, o quintal, com chão de concreto e uma pequena área gramada. No piso de cima estão os dois quartos, um na parte da frente, onde Laerte dorme, e outro sobre a cozinha, seu escritório. Há um pequeno banheiro entre eles, ao lado da escada. O conjunto é espartano. Os cômodos superiores estavam levemente desorganizados, mas na verdade não havia muito o que organizar. A não ser por uma arara de roupas no quarto, quase nada na casa sugeria que é uma alma feminina quem a habita. Não existem sinais de vaidade no banheiro”. (Trecho da reportagem “Laerte em trânsito”, de Fernando de Barros e Silva, publicada na revista Piauí)
Tendo em vista o trecho do perfil “Laerte em trânsito”, assinale a alternativa INCORRETA sobre os recursos redacionais trabalhados na reportagem.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258585 Comunicação Social
“Proveniente do latim factum (particípio passado do verbo facere – fazer) e diversus (diverso; que separa; que diverte), o fait divers é uma expressão francesa que tem sido traduzida para a língua portuguesa como ‘algo que faz divertir’, ‘algo que faz diverso ou diferente’, enfim, ‘fato que entretém’. No jornalismo, um fato torna-se notícia que é divulgada pelos meios de comunicação de massa ou mídia. Entreter alguém pode ser de várias maneiras, indo do hilariante ao trágico”. (trecho de “Fait divers: o atrator estranho do entretenimento”, de Christina Sega)
Os fait divers sempre existiram no jornalismo a partir da exploração de acontecimentos bizarros ou inacreditáveis, mas que chamavam muito a atenção dos leitores. Quando divulgados em grande quantidade, são nocivos ao jornalismo, principalmente porque:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258584 Comunicação Social
Conforme os padrões vigentes para a produção do texto jornalístico impresso, qual procedimento abaixo está INCORRETO?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258583 Jornalismo
O uso de câmeras escondidas em reportagens jornalísticas é uma prática relativamente usual em matérias do jornalismo investigativo, mas alguns autores, como Dalmonte (2002), condenam tal estratégia, pela seguinte razão:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258582 Jornalismo
- Em relação às técnicas utilizadas para estruturar um texto jornalístico, assinale a alternativa INCORRETA sobre a descrição de um formato.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258581 Comunicação Social
Segundo Nelson Traquina, podemos entender noticiabilidade como o “conjunto de critérios e operações que fornecem a aptidão de merecer um tratamento jornalístico, isto é, possuir valor como notícia”. A respeito do assunto, assinale a alternativa que NÃO apresenta um valor-notícia.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258580 Jornalismo
“A teoria da agenda-setting (estabelecimento da agenda – ou, melhor dito, de agendas) é uma teoria que procura explicar um certo tipo de efeitos cumulativos a curto prazo que resultam da abordagem de assuntos concretos por parte da comunicação social. Apresentada por McCombs e Shaw (1972), e elaborada a partir do estudo da campanha eleitoral para a Presidência dos Estados Unidos de 1968, essa teoria destaca que os meios de comunicação têm a capacidade não intencional de agendar temas que são objeto de debate público em cada momento”. (Jorge Pedro Sousa, em “Teorias da notícia e do jornalismo”)
Em relação às interpretações sobre a teoria da agenda-setting, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258579 Comunicação Social
“O discurso jornalístico caracteriza-se pela aptidão de incorporar e mediar os discursos dos vários protagonistas dos processos sociais. Isso faz do jornalismo um cenário de redes interlocutivas e uma linguagem organizadora de interesses em competição”. (Manuel Chaparro, no texto “Jornalismo da fonte”)
Os veículos jornalísticos enfrentam o desafio de administrar os interesses de diferentes vozes sociais e organizacionais que buscam, de alguma maneira, não serem prejudicadas pelas notícias geradas. Cabe às assessorias de imprensa o papel de mediar as relações com os veículos de comunicação, gerenciando possíveis crises. Sobre o funcionamento ideal dessa mediação, considere as seguintes afirmativas:
1. Os manuais de assessoria de imprensa consideram ser necessário responder a todas as pessoas que se manifestam contra a empresa em redes sociais, por mais que leve tempo, e, sempre que possível, a empresa deve procurar a justiça para processar os indivíduos que a atingirem. 2. Uma estratégia apropriada para lidar com crises é eleger um único porta-voz que fale em nome de todos, ao invés de dar a palavra para vários profissionais da empresa. 3. O ato de omitir a crise interna de uma empresa para que não chegue à imprensa é considerada uma estratégia prejudicial quando usada pelas assessorias. 4. Um dos segredos de um bom gerenciamento de crise é conseguir traduzir explicações técnicas com uma linguagem direta e que seja acessível ao público.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258578 Jornalismo
No que se refere aos parâmetros adequados para que o jornalismo ocorra de forma ética, há uma expressão que sustenta que a profissão deve empregar o método da separação entre igreja e estado. Trata-se de uma metáfora que explica que, idealmente, o funcionamento do jornalismo significa que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258577 Jornalismo
Historicamente, os jornalistas utilizaram artifícios que os auxiliaram para uma produção rápida, viabilizando o dinamismo e a velocidade da profissão. Em relação ao assunto, o formato chamado “nariz de cera” refere-se a uma:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258576 Jornalismo
Qual é o conteúdo da mensagem fotográfica? Que é que a fotografia transmite? Por definição, a própria cena, o real literal. Do objeto à sua imagem, há decerto uma redução: de proporção, de perspectiva e de cor. Mas essa redução não é em nenhum momento uma transformação (no sentido matemático do termo); para passar do real à sua fotografia, não é de nenhum modo necessário fragmentar o real em unidades e constituir essas unidades em signos substancialmente diferentes do objeto que oferecem à leitura; entre esse objeto e sua imagem não é de modo algum necessário interpor um relê, isto é, um código; decerto, a imagem não é o real; mas ela é pelo menos seu perfeito analogon, e é precisamente essa perfeição analógica que, para o senso comum, define a fotografia. Surge assim o estatuto particular da imagem fotográfica: é uma mensagem sem código, proposição de que é necessário extrair imediatamente um corolário importante: a mensagem fotográfica é uma mensagem contínua”. (Trecho de “A mensagem fotográfica”, de Roland Barthes)
Nesse excerto de texto, Barthes define a fotografia como uma “imagem sem código”. Com isso, ele quer dizer que a fotografia:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Jornalista |
Q1258575 Jornalismo
Uma vertente bastante valorizada no jornalismo – e que se mistura com a própria essência da profissão – é a investigativa. Tendo em vista a modalidade do jornalismo investigativo, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O jornalismo investigativo precisa resultar em denúncias. ( ) Matérias sem forte relevância na vida da sociedade não demandam investigações. ( ) Uma das razões pelas quais o jornalismo investigativo costuma ser pouco explorado no país é o seu alto custo de produção. ( ) Na contemporaneidade, o jornalismo investigativo tira proveito de técnicas como a análise de dados e o uso de programação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
1601: D
1602: C
1603: B
1604: C
1605: C
1606: B
1607: D
1608: A
1609: C
1610: E
1611: A
1612: C
1613: B
1614: A
1615: C
1616: D
1617: B
1618: D
1619: E
1620: D