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Q375548 Português
                     Coisa de menino ou coisa de menina? - Rosely Sayão


        Acompanho com regularidade blogs escritos por mães a respeito da maternidade, do relacionamento com os filhos e das dificuldades que encontram na educação deles. Fico impressionada ao constatar como há gente que reflete, que pensa a educação, que aprende com os erros cometidos e está sempre disposta a compartilhar tudo com outras mães e outros pais. Além disso, é uma delícia ler textos bem escritos, bem-humorados e criativos.
       Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade". Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
       Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante. A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
       O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina. Não foi - e ainda não é - sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
       Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
       Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo. Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
       Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos. E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
       Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing. A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?


                     (Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação. Folha de S. Paulo, 28 maio 2013.)


Sobre a construção argumentativa do artigo, é correto afirmar:
Alternativas
Q375547 Português
                     Coisa de menino ou coisa de menina? - Rosely Sayão


        Acompanho com regularidade blogs escritos por mães a respeito da maternidade, do relacionamento com os filhos e das dificuldades que encontram na educação deles. Fico impressionada ao constatar como há gente que reflete, que pensa a educação, que aprende com os erros cometidos e está sempre disposta a compartilhar tudo com outras mães e outros pais. Além disso, é uma delícia ler textos bem escritos, bem-humorados e criativos.
       Um dia desses, em um desses blogs que sigo, vi uma foto que quase não precisou de texto para expressar a opinião dessa mãe. Duas garotas, com menos de oito anos, riam para a câmera exibindo com alegria as fantasias que vestiam. De Batman e Robin. Uma única frase acompanhou a foto: "Para meninas com personalidade". Estava claro. Essa mãe questionava o que convencionamos separar como brinquedos e brincadeiras de meninos e de meninas. É sobre essa questão a nossa conversa.
       Até a primeira metade do século 20, os estereótipos a respeito do que era adequado para meninas e para meninos era quase consenso social. Azul para meninos, rosa para meninas; carrinhos para meninos, bonecas para meninas; certas profissões para homens, outras para mulheres e assim por diante. A partir dos anos 1960 tudo passou a mudar. Desconstruímos os rígidos papéis de homem e mulher e passamos a reconstruir novos, processo esse que ainda está em curso. Foram as crianças que mais ganharam com isso.
       O colorido das fantasias, inclusive de bailarina, dos adereços femininos, da maquiagem, das vestimentas e dos calçados de salto etc. passou também a habitar a vida dos meninos; carros, ferramentas, espadas, bolas etc. se transformaram também em coisas de menina. Não foi - e ainda não é - sem temor por parte dos adultos que isso aconteceu. Meninas jogando futebol? Meninos brincando de casinha? Um estranhamento tomou conta de muitos pais, que manifestam resistência a esse novo estilo de vida. Os motivos? O principal, além da quebra de uma tradição, diz respeito à sexualidade, é claro.
       Professoras e coordenadoras de escolas de educação infantil ainda costumam ouvir reclamações de mães sobre brincadeiras na escola que os filhos relatam e que escapam aos estereótipos em vigor, um pouco mais fracos, mas que ainda valem para muita gente. A maioria das reclamações vem da parte de mães e pais de meninos. Não é interessante esse fato?
       Sabemos que preconceitos e estereótipos solidamente colocados na sociedade demoram a ser transformados e substituídos. É responsabilidade das organizações colaborar nesse processo. Muitas escolas, principalmente de educação infantil, têm dado valiosa contribuição para que esses estereótipos e preconceitos de que falamos enfraqueçam. Mas elas podem melhorar.
       Aí, em pleno século 21, empresas oferecem produtos em embalagens diferentes para meninas e para meninos! Exemplo? Chocolate rosa para elas e azul para eles, com brindes considerados femininos e outros masculinos. E ainda justificam que esse é um anseio do seu grupo consumidor. Ora, se o consumidor sempre tivesse razão, o mundo estaria muito mais atrasado. Talvez não tivéssemos carros e aviões, e sim carroças de boi sofisticadas.
       Muito se fala a respeito da responsabilidade social. Empresas exploram esse conceito principalmente para transformá-lo em marketing. A decisão de comercializar produtos dirigidos para meninas e para meninos é uma ação que expressa uma total irresponsabilidade social, não é verdade?


                     (Rosely Sayão, psicóloga e consultora em educação. Folha de S. Paulo, 28 maio 2013.)


Considere os seguintes componentes do texto de Rosely Sayão:

1. Breve histórico da contestação dos estereótipos relativos a masculino e feminino.
2. Notícia sobre campanhas de marketing que oferecem embalagens diferenciadas para meninos e meninas.
3. Defesa da postura de educadoras na contestação dos estereótipos.
4. Comentário sobre os blogs que a autora acompanha e sobre a foto que desencadeou o tema do artigo.
5. Crítica à irresponsabilidade social das empresas que reforçam estereótipos.


Assinale a alternativa que corresponde à sequência das ideias na organização do texto.

Alternativas
Q375546 Português
                             PORTUGUÊS

                            Diabruras etimológicas


       Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não saiu mais do noticiário. Com um discurso religioso fundamentalista, declarou-se contra o casamento homossexual e atacou os africanos, dizendo que descendiam de “ancestral amaldiçoado por Noé”. E como se não fosse o bastante, o pastor-deputado afirmou em abril, num culto em Minas Gerais, que a comissão era “dominada por Satanás”. Ao justificar-se, porém, atropelou a etimologia*: alegou que usara “satanás” como sinônimo de “adversário”, conforme a linguagem litúrgica do judaísmo.
       De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
       - Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.


                             (Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)

* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.


Tendo em vista as regras de acentuação gráfica, considere os seguintes grupos de palavras:

1. usuário, sanguínea, distância.
2. ângulo, próximo, médico.
3. deverá, distância, após.
4. razoável, pés, ângulo.

Em que grupos as palavras são acentuadas com base na mesma regra ortográfica?


Alternativas
Q375544 Português
                             PORTUGUÊS

                            Diabruras etimológicas


       Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não saiu mais do noticiário. Com um discurso religioso fundamentalista, declarou-se contra o casamento homossexual e atacou os africanos, dizendo que descendiam de “ancestral amaldiçoado por Noé”. E como se não fosse o bastante, o pastor-deputado afirmou em abril, num culto em Minas Gerais, que a comissão era “dominada por Satanás”. Ao justificar-se, porém, atropelou a etimologia*: alegou que usara “satanás” como sinônimo de “adversário”, conforme a linguagem litúrgica do judaísmo.
       De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
       - Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.


                             (Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)

* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.


Observe as correspondências abaixo.

1. Diabruras etimológicas. (maldades)
2. A questão é que a acepção não persiste hoje. (significação)
3. Discurso religioso fundamentalista. (intransigente)
4. Alegou que usara satanás como sinônimo de “adversário”. (Admitiu)

Em que casos a palavra entre parênteses pode substituir a palavra grifada sem prejuízo de significado?


Alternativas
Q375543 Português
                             PORTUGUÊS

                            Diabruras etimológicas


       Desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não saiu mais do noticiário. Com um discurso religioso fundamentalista, declarou-se contra o casamento homossexual e atacou os africanos, dizendo que descendiam de “ancestral amaldiçoado por Noé”. E como se não fosse o bastante, o pastor-deputado afirmou em abril, num culto em Minas Gerais, que a comissão era “dominada por Satanás”. Ao justificar-se, porém, atropelou a etimologia*: alegou que usara “satanás” como sinônimo de “adversário”, conforme a linguagem litúrgica do judaísmo.
       De forma marota, enfatizou um sentido há muito esquecido da palavra para suavizar o estrago “demoníaco” decorrente do uso leviano do termo. Segundo o etimologista Mário Eduardo Viaro, “satanás” é uma latinização do hebraico satan, que passou ao grego e, de lá, ao latim. No Velho Testamento significa, de fato, apenas “o contrário, o adversário, o opositor, o contendente, o competidor, o antagonista, o rival, o inimigo”. A questão é que a acepção não persiste hoje, dado o contexto religioso. Como pastor, Feliciano sabe disso.
       - Para o evangélico, Satanás é o diabo, entendido como a entidade maligna da visão dualista e maniqueísta assumida pelo cristianismo, além do seu significado etimológico, que ninguém usa hoje em dia - explica Viaro.


                             (Edgard Murano, Língua Portuguesa, no 91, 2013.)

* Etimologia: Estudo da origem e formação das palavras de determinada língua.


Segundo o texto, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1234231 Edificações
O terraceamento é uma prática conservacionista do solo. Sobre terraceamento, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Terraços interceptam a enxurrada formada na lavoura, resultante da água da chuva que não infiltrou no solo.
( ) Terraços diminuem a velocidade da enxurrada, mas não seu volume de água.
( ) A água acumulada no canal de um terraço deve sair preferencialmente por evaporação.
( ) Solo manejado em plantio direto não necessita de terraço.
( ) Terraços contribuem para a regularização da vazão das nascentes e dos cursos de água.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1228650 Medicina
Com respeito aos achados histológicos em biópsia de enxerto renal, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A glomerulopatia do transplante é a presença de recorrência da doença de base no enxerto renal.
( ) A arteriolopatia do transplante pode ser manifestação da rejeição humoral crônica.
( ) Na glomerulopatia do transplante ocorre duplicação da membrana basal glomerular, com expansão mesangial discreta e graus variáveis de cicatrizes e aderências.
( ) De acordo com a classificação de Banff, a rejeição crônica mediada por células T apresenta fibrose intimal combinada com características indicativas de atividade de células T, como a presença de mononucleares na íntima.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1228418 Medicina
Considere as seguintes afirmativas:
1. No primeiro mês após o transplante renal, são mais comuns as infecções oportunistas.
2. Entre o primeiro e o sexto mês após o transplante renal, são mais comuns as infecções bacterianas comuns, relacionadas ao uso de cateteres vasculares e urinários.
3. A ocorrência de infecções após o sexto mês de transplante renal apresenta correlação com a função renal e número de tratamentos para rejeição aguda.
4. Como a principal causa de mortalidade nos transplantados renais é a infecção, a utilização de antibióticos profiláticos de rotina é justificada.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1228307 Medicina
A paracoccidiodomicose, uma doença granulomatosa crônica das membranas mucosas, é causada pelo Paracoccidioides brasiliensis, que tem o solo como reservatório e apresenta grande prevalência em nossa região. Das drogas abaixo relacionadas, qual é a de escolha para seu tratamento?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1222797 Medicina
Não raro, encontramos metástase cervical com o sítio primário do tumor oculto. É claro que temos uma pista quanto à localização da lesão primária pela localização da metástase. Por exemplo, quando encontramos metástase em região submandibular, temos grande chance de encontrar o tumor primário em:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1222757 Medicina
Trata-se de um tumor benigno que acomete apenas glândulas parótidas, incidindo principalmente em homens (25:1) em sua quinta e sexta décadas de vida, e de evolução bastante lenta, podendo ser uni ou bilateral. É o segundo tumor benigno mais comum nessa glândula. É um adenoma constituído por oncócitos formando cistos ou estruturas papilíferas em camadas duplas, com células colunares e basaloides em estroma rico em tecido linfoide contendo folículos. Assinale a alternativa que apresenta o nome desse tumor.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1222611 Medicina
Sobre papilomatose respiratória recorrente, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Trata-se de uma doença de etiologia viral que se manifesta por lesões exofíticas na via aérea humana, causada pelo papilomavírus humano.
( ) Pode afetar pacientes de qualquer idade e é classificada em forma adulta e forma infantil, sendo a forma adulta a mais frequente.
( ) Essa patologia envolve geralmente a laringe, mas pode comprometer qualquer área do trato aerodigestivo.
( ) É notória a possibilidade de lesões causadas pelo papilomavírus em laringe malignizarem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1222557 Medicina
Sobre patologias de pregas vocais, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Os nódulos vocais são espessamentos de bordos livres de ambas as pregas, em junção de terço médio com terço posterior.
( ) O pólipo se caracteriza por ser processo inflamatório de prega vocal, geralmente unilateral, sendo sua base de implantação menor que a lesão, de aspecto angiomatoso, fibroso ou edematoso.
( ) O edema de Reinke se caracteriza por processo inflamatório que acomete a camada superficial da lâmina própria de ambas as pregas vocais, mas de forma assimétrica.
( ) O cisto epidermoide, ou cisto de inclusão, apresenta-se como formação nodular branco-amarelada no interior da prega vocal, podendo ou não fazer saliência na luz da laringe. É geralmente bilateral.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1213373 Português
Numere a 2ª coluna com base no sentido que une as orações da 1ª coluna.
1. Como já era tarde, decidimos pernoitar lá. 2. Tomei a medicação, mas não tive melhora. 3. Ainda que estivesse ali, parecia ausente. 4. Havia tantos desafios que quase desanimei.
( ) Causa. ( ) Concessão. ( ) Adversatividade. ( ) Consequência.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna inferior, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1209429 Medicina
Em relação ao “coristoma” de esôfago, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1209416 Radiologia
Uma paciente do sexo feminino de 62 anos de idade é submetida à ressonância magnética do abdome para avaliação de dor abdominal epigástrica, sendo identificada lesão multiloculada microcística (aspecto em “favo de mel”) com 5 cm de diâmetro localizada na cabeça pancreática, sem causar obstrução do colédoco ou do ducto pancreático. Assinale a alternativa correta com relação a essa lesão cística do pâncreas.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1209392 Radiologia
Com relação à avaliação renal por ressonância magnética, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Imagens ponderadas em T1 em fase e fora de fase são úteis na caracterização de angiomiolipomas.
( ) No carcinoma de células renais de crescimento exofítico, imagens ponderadas em T2 permitem a diferenciação entre tumores contidos na cápsula renal daqueles que se estendem além da cápsula.
( ) Na hemoglobinúria paroxística noturna, a ressonância magnética pode demonstrar depósito de ferro no córtex renal.
( ) A ressonância magnética é superior à tomografia computadorizada para identificar e demonstrar as características dos septos nos cistos renais complexos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1209330 Radiologia
Com relação aos achados das lesões pancreáticas na ressonância magnética, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1208985 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O crescimento e o desenvolvimento do milho são influenciados por temperatura, disponibilidade hídrica e radiação solar. Sobre o período de desenvolvimento, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Os primórdios da inflorescência masculina ocorrem entre os estágios V5 e V7 (na escala de Ritchie).
( ) Os milhos híbridos prolíficos são aqueles que produzem mais de uma espiga produtiva no colmo principal.
( ) A primeira flor a se diferenciar no milho é a feminina.
( ) A calagem do solo tem pouca influência sobre a produtividade.
( ) O número de fileiras de grãos no milho é sempre de forma pareada.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PROGEP Órgão: UFPR
Q1205708 Redação Oficial
A Portaria nº 01 do Ministério da Justiça, de 1937, estabelecia 15 padrões de fecho para comunicações oficiais. Atualmente, estão consignados apenas dois, um para autoridades superiores (inclusive o Presidente da República) e um para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior. Assinale a alternativa que os apresenta.
Alternativas
Respostas
2641: D
2642: E
2643: A
2644: B
2645: A
2646: A
2647: B
2648: C
2649: C
2650: C
2651: E
2652: B
2653: D
2654: E
2655: B
2656: E
2657: B
2658: C
2659: E
2660: B