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No triênio 2011-2013, 240 grupos internacionais de pesquisa patentearam seus produtos em pelo menos um dos seguintes países: Brasil, Estados Unidos da América (EUA) e França. Desses grupos, 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França; 27 patentearam seus produtos nos três países; 36 patentearam seus produtos somente no Brasil; 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França; 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil; e 130 patentearam seus produtos na França.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, considerando somente as patentes feitas por esses 240 grupos.
Mais de 170 grupos patentearam seus produtos no Brasil.
No triênio 2011-2013, 240 grupos internacionais de pesquisa patentearam seus produtos em pelo menos um dos seguintes países: Brasil, Estados Unidos da América (EUA) e França. Desses grupos, 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França; 27 patentearam seus produtos nos três países; 36 patentearam seus produtos somente no Brasil; 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França; 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil; e 130 patentearam seus produtos na França.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, considerando somente as patentes feitas por esses 240 grupos.
Menos de 110 grupos não patentearam nenhum de seus
produtos nos EUA.
No triênio 2011-2013, 240 grupos internacionais de pesquisa patentearam seus produtos em pelo menos um dos seguintes países: Brasil, Estados Unidos da América (EUA) e França. Desses grupos, 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França; 27 patentearam seus produtos nos três países; 36 patentearam seus produtos somente no Brasil; 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França; 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil; e 130 patentearam seus produtos na França.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, considerando somente as patentes feitas por esses 240 grupos.
Mais de 30 grupos patentearam seus produtos somente na
França.
A tabela acima mostra o resultado de uma pesquisa de intenção de voto, com 240 entrevistados — 115 do sexo masculino e 125 do feminino —, nos partidos PA, PB, PC e PD. Cada entrevistado preencheu uma ficha em que informava seu gênero (masculino ou feminino) e o partido em que pretendia votar. Considerando que essas fichas tenham sido arquivadas e que a probabilidade de se selecionar aleatoriamente qualquer uma delas é a mesma para todas as fichas, julgue o item seguinte.
A probabilidade de se selecionar aleatoriamente uma ficha de
alguém que pretende votar no partido PD é superior a 0,1.
A tabela acima mostra o resultado de uma pesquisa de intenção de voto, com 240 entrevistados — 115 do sexo masculino e 125 do feminino —, nos partidos PA, PB, PC e PD. Cada entrevistado preencheu uma ficha em que informava seu gênero (masculino ou feminino) e o partido em que pretendia votar. Considerando que essas fichas tenham sido arquivadas e que a probabilidade de se selecionar aleatoriamente qualquer uma delas é a mesma para todas as fichas, julgue o item seguinte.
A probabilidade de se selecionar aleatoriamente uma ficha de
um entrevistado do sexo masculino que pretende votar no
partido PD ou de um entrevistado do sexo feminino que
pretende votar no partido PA é superior a 0,41.
A tabela acima mostra o resultado de uma pesquisa de intenção de voto, com 240 entrevistados — 115 do sexo masculino e 125 do feminino —, nos partidos PA, PB, PC e PD. Cada entrevistado preencheu uma ficha em que informava seu gênero (masculino ou feminino) e o partido em que pretendia votar. Considerando que essas fichas tenham sido arquivadas e que a probabilidade de se selecionar aleatoriamente qualquer uma delas é a mesma para todas as fichas, julgue o item seguinte.
A probabilidade de se selecionar aleatoriamente uma ficha de
um entrevistado do sexo masculino que não pretende votar no
partido PB é inferior a 0,4.
A tabela acima mostra o resultado de uma pesquisa de intenção de voto, com 240 entrevistados — 115 do sexo masculino e 125 do feminino —, nos partidos PA, PB, PC e PD. Cada entrevistado preencheu uma ficha em que informava seu gênero (masculino ou feminino) e o partido em que pretendia votar. Considerando que essas fichas tenham sido arquivadas e que a probabilidade de se selecionar aleatoriamente qualquer uma delas é a mesma para todas as fichas, julgue o item seguinte.
A probabilidade de se selecionar aleatoriamente uma ficha de
um entrevistado do sexo feminino que pretende votar no
partido PC é inferior a 0,18.
As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:
A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.
B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.
C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.
Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.
Se o direito de requerer uma patente de invenção for utilizado
tão somente para prorrogar o monopólio de produtos
meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi
agregado, então esse direito contribui para o progresso da
ciência.
As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:
A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.
B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.
C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.
Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.
O direito de requerer uma patente de invenção, além de
contribuir para o progresso da ciência, também prejudica o
mercado.
As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:
A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.
B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.
C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.
Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.
Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o
monopólio da exploração comercial da invenção por um
período limitado de tempo, então o direito de requerer uma
patente de invenção não prejudica o mercado.
As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:
A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.
B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.
C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.
Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.
O direito de requerer uma patente de invenção contribui para
o progresso da ciência ou prejudica o mercado.
Das proposições P, Q, R, S e C listadas a seguir, P, Q, R e S constituem as premissas de um argumento, em que C é a conclusão: P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.
Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.
R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
Com base nessa argumentação, julgue o item seguinte.
A proposição Q é equivalente a “Se o desenvolvimento de um
software não exige muito investimento ou não leva muito
tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da
patente de um software é longo”.
Das proposições P, Q, R, S e C listadas a seguir, P, Q, R e S constituem as premissas de um argumento, em que C é a conclusão: P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.
Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.
R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
Com base nessa argumentação, julgue o item seguinte.
Conforme a proposição P, o fato de o desenvolvimento de um
remédio exigir muito investimento é condição suficiente para
se afirmar que o tempo previsto em lei para a validade da
patente de um fármaco é curto.
Das proposições P, Q, R, S e C listadas a seguir, P, Q, R e S constituem as premissas de um argumento, em que C é a conclusão: P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.
Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.
R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.
Com base nessa argumentação, julgue o item seguinte.
O argumento apresentado não é um argumento válido.
Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.
A tabela-verdade correspondente à proposição P tem mais de
5 linhas.
Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.
De acordo com a proposição P, em outros países, não ser
humano é condição necessária para que seres vivos, como
microrganismos e animais geneticamente modificados, sejam
patenteáveis.
Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.
A negação da proposição P pode ser corretamente expressa por
“Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais
geneticamente modificados são patenteáveis, desde que sejam
humanos”.
Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.
Se a proposição “Em outros países, seres vivos como
microrganismos e animais geneticamente modificados são
patenteáveis” for falsa e a proposição “Seres vivos não são
humanos” for verdadeira, então a proposição P será falsa.
Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.
A proposição P é logicamente equivalente a “Se não forem
humanos, seres vivos como microrganismos e animais
geneticamente modificados são patenteáveis em outros países”.
A respeito dos procedimentos do registro de marcas, julgue o item.
A análise de oposição feita a pedido de registro de marca
fundamentada em suposta imitação tem como requisito a
comprovação imediata, no momento de protocolização da
oposição, do registro já existente da marca.
