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Um paciente em emergência clínica por cetoacidose diabética deve ser cuidado pela enfermagem como um indivíduo diabético tipo II.
Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item.
O paciente ostomizado deve ser orientado para evitar alimentos ricos em fibras, que causem diarreia ou flatulência em excesso nas primeiras três semanas após a cirurgia.
Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item.
A adequada instalação da sonda nasogástrica inicia-se com a demarcação do comprimento de 38 cm, a partir da extremidade distal, que deve ser introduzido no paciente, após a limpeza da narina.
Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item.
O sinal de Blumberg, o sinal de Gersuny e o sinal de Murphy
são pesquisados na etapa de palpação do exame físico do
paciente suspeito de hemorragia abdominal.
Para os pacientes que apresentam hemorragia digestiva alta, os cuidados de enfermagem devem priorizar a reposição volêmica, a monitorização dos sinais vitais e o controle da resposta terapêutica.
Os cuidados de enfermagem com o paciente submetido à biópsia hepática são: fazer o curativo compressivo no local, deitar o paciente com o travesseiro sob o rebordo costal direito por duas horas, deixar que repouse no leito por 24 horas e controlar os sinais vitais.
A sonda nasogástrica quando for instalada pelo enfermeiro para drenar o conteúdo gástrico deve ser conectada por meio de uma extensão de látex ao frasco coletor, e este deve ser posicionado abaixo do nível do estômago do paciente para evitar o refluxo.
O enfermeiro deve observar a presença das principais manifestações do sangramento digestivo, que são hematêmese, melena e enterorragia, para avaliar a gravidade e a evolução do tratamento do paciente adulto.
A drenagem súbita de exsudato serossanguinolento pela ferida cirúrgica é um sinal de deiscência, alertando o enfermeiro para o tipo de material, soluções e técnica de curativo que deve ser realizado.
Em deiscência maior ou na presença de exsudado abundante é adequado usar um alginato ou hidrofibra no curativo.
A ferida cirúrgica de uma hérnia abdominal contaminada e com deiscência completa na linha de sutura deve ser tratada de modo conservador com cobertura oclusiva e atadura de crepom.
O uso de hidrogel amorfo é contraindicado quando há deiscência parcial da linha de sutura com pouca exsudação e necrose.
O tipo de cadeira utilizada e o tempo que o paciente permanece sentado não interferem na formação de UP na região sacral e dos glúteos desde que o paciente apresente adequado estado nutricional.
Uma forma adequada de acompanhar a evolução da UP é a técnica de mensuração da área lesada utilizando um pedaço de acetato esterilizado sobre a ferida para se obter o desenho do contorno de suas bordas. Outra técnica são os registros fotográficos, que devem ser comparados a cada quinze dias ou quando se observarem mudanças.
Entre as estratégias que um enfermeiro deve utilizar para prevenir as UPs, incluem-se: reconhecer os riscos individuais do paciente, diminuir os efeitos da pressão, avaliar o estado nutricional, preservar a integridade da pele e evitar a imobilidade no leito.
Para a cicatrização da UP de estágio 4, o hidrocoloide é mais indicado do que a cobertura filme.
As diretrizes indicadas para a avaliação das UP são localização, estágio, tamanho, leito, exsudato, dor e estado da pele perilesão, descolamento ou formação de sinus.
O processo de tomada de decisão ocorre durante a segunda etapa do processo de enfermagem, momento em que os problemas são comparados aos diagnósticos médicos e são formuladas as ações para a recuperação do paciente.
A determinação das prioridades deve ser feita durante a etapa de planejamento, assim como o estabelecimento dos resultados que se espera alcançar.
A avaliação é uma etapa fundamental do processo de enfermagem e, para avaliar o plano individualizado de cuidados, é necessário passar por todas as outras etapas do processo de enfermagem, como coleta de dados, diagnóstico, planejamento e implementação.