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Com relação ao caso clínico acima, julgue o item a seguir.
Caso haja suspeita de pneumotórax no paciente em questão, a eventual drenagem em selo d’água deve ser postergada até que seja feita a intubação orotraqueal e o paciente tenha sido colocado em respiração mecânica.
Considerando o caso clínico apresentado, a avaliação pré-operatória desse paciente e o ato anestésico, julgue o item subsequente.
Em casos semelhantes ao apresentado, geralmente é permitido ao paciente, durante o período perioperatório, continuar utilizando as medicações anti-hipertensivas.
Considerando o caso clínico apresentado, a avaliação pré-operatória desse paciente e o ato anestésico, julgue o item subsequente.
Nesse paciente, o uso do anestésico inalatório halotano promove o aumento da pressão arterial, por provocar aumento da resistência vascular sistêmica.
Com base nesse caso clínico, julgue o item a seguir, que versa sobre a transmissão de informações ao paciente, dentro do processo de educação em saúde para a tomada de decisão.
Cada fase do tratamento exige uma intervenção específica. Na fase terminal, como a da paciente em questão, por exemplo, o suporte emocional exerce papel preponderante sobre a informação.
Com base nesse caso clínico, julgue o item a seguir, que versa sobre a transmissão de informações ao paciente, dentro do processo de educação em saúde para a tomada de decisão.
A reação da paciente ao esclarecimento realista acerca de seu diagnóstico e prognóstico pode precipitá-la em uma depressão e traduzir sua incapacidade de gerenciar crises.
Com base nesse caso clínico, julgue o item a seguir, que versa sobre a transmissão de informações ao paciente, dentro do processo de educação em saúde para a tomada de decisão.
A participação informada é muito útil para pacientes em fase de reabilitação e pode ser prejudicial para o caso da paciente com um câncer avançado e de prognóstico ruim.
Com base nesse caso clínico, julgue o item a seguir, que versa sobre a transmissão de informações ao paciente, dentro do processo de educação em saúde para a tomada de decisão.
A paciente pode fazer parte de uma parcela significativa que ainda prefere que o médico tome a decisão final mesmo após ter sido informada sobre o diagnóstico e opções de tratamento.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item que se segue quanto à assistência psicossocial à paciente e sua família.
O psicólogo deve questionar com a paciente os efeitos de sua psicoterapia que não leva em conta o risco de vida que implica sua decisão quanto ao tratamento médico.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item que se segue quanto à assistência psicossocial à paciente e sua família.
O médico e o psicólogo, em atendimento conjunto, devem advertir Maria, em primeiro lugar, dos riscos de sua decisão e exigir dela a assinatura de documento de desistência do tratamento.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item que se segue quanto à assistência psicossocial à paciente e sua família.
O médico e o psicólogo devem aceitar a decisão de Maria, informando sobre as possíveis consequências de sua decisão, propondo continuar os acompanhamentos médico e psicológico, visando ao controle da dor e ao acolhimento das vivências subsequentes a sua decisão.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item que se segue quanto à assistência psicossocial à paciente e sua família.
O médico deve solicitar uma segunda consulta com Maria, em que ela deverá trazer um familiar para que, só então, esclareça para todos as consequências dessa decisão.
A falha na adesão ao tratamento manifesta-se devido à não aquisição da medicação, enquanto o uso de dosagem incorreta indica falta de informação ao paciente.
A confiança na competência do médico é menos determinante para a melhor adesão do paciente ao tratamento do que a participação do paciente na decisão sobre a escolha do tratamento a ser realizado.
A adesão ao tratamento é muito influenciada pela percepção que o paciente tem sobre a doença, por exemplo, quando acredita que o tratamento reduz os riscos causados por ela.
O transtorno de adaptação é caracterizado pelos transtornos afetivos e ansiosos permanentes, com franca ruptura do equilíbrio afetivo.
No esforço de adaptação, durante a fase de recidiva, o paciente não perde o controle sobre a situação gerada pela doença devido à sua experiência anterior.
Em caso de dor incontrolável e nas fases de recidiva e terminal, deve-se aguardar ao menos uma semana para afirmar o diagnóstico do transtorno de adaptação.
O transtorno de adaptação caracteriza-se pelas reações inabituais, como irritabilidade, em relação ao seu meio social.
São sintomas de ansiedade a crise de choro e a desconfiança quanto à competência dos cuidadores.
São sintomas neuróticos o sentimento de perda de controle, a agressividade verbal e a compulsividade.