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Acerca das afecções anais benignas, julgue o item que segue.
O prolapso das hemarroidas internas, durante a defecação,
ocasiona forte dor ou sangramento. As hemorroidas externas
causam desconforto, dificuldade de higiene e, caso haja
trombose hemorroidária, dor no local.
Acerca das afecções anais benignas, julgue o item que segue.
Nos homens, as fissuras anais localizam-se, comumente, na
linha média anterior e, nas mulheres, na linha média posterior.
Lesões em outros locais devem ser investigadas pela
possibilidade de indicarem doença de Crohn, doenças
sexualmente transmissíveis ou hidradenite supurativa.
A dor abdominal é queixa que ocorre em 5% a 10% de todos os atendimentos de emergência. Essa dor pode ser ou não decorrente de acometimento das vísceras abdominais, sendo, às vezes, difícil o diagnóstico diferencial. Aspectos embriológicos e anatômicos são fundamentais para a compreensão das características da dor abdominal. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
Dor abdonimal progressiva, piora do quadro clínico,
pneumoperitônio e irritação peritonial são sinais de alerta, que
associados, ou não, podem indicar laparotomia.
A dor abdominal é queixa que ocorre em 5% a 10% de todos os atendimentos de emergência. Essa dor pode ser ou não decorrente de acometimento das vísceras abdominais, sendo, às vezes, difícil o diagnóstico diferencial. Aspectos embriológicos e anatômicos são fundamentais para a compreensão das características da dor abdominal. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
A dor localizada decorre de irritação do peritônio parietal por processo inflamatório ou infeccioso.
A dor abdominal é queixa que ocorre em 5% a 10% de todos os atendimentos de emergência. Essa dor pode ser ou não decorrente de acometimento das vísceras abdominais, sendo, às vezes, difícil o diagnóstico diferencial. Aspectos embriológicos e anatômicos são fundamentais para a compreensão das características da dor abdominal. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
As vias aferentes, que acompanham o suprimento vascular,
fornecem inervação sensitiva ao intestino e ao peritônio
visceral correspondente. Assim, a dor do intestino anterior
ocorre em região epigástrica; a do intestino médio, no
mesogastro; e a do intestino posterior, no hipogastro.
Definido o quadro de abdome agudo, a laparotomia exploradora deve ser realizada imediatamente. O equilíbrio hidreletrolítico, assim como outras medidas de estabilização do paciente, pode ser realizado durante o transoperatório.
Acerca desse caso clínico, julgue o item subsequente.
A presença, nessa paciente, de disfagia exclui o diagnóstico de doença do refluxo gastresofágico (DRGE), mas não o de obstrução esofágica decorrente de tumor, divertículo ou distúrbios motores.
Acerca desse caso clínico, julgue o item subsequente.
A pHmetria de 24 horas é um exame importante para elucidação do caso em apreço.
Acerca desse caso clínico, julgue o item subsequente.
Deve-se solicitar a essa paciente, entre outros exames, endoscopia digestiva alta, com o intuito de avaliar a existência de lesão péptica ou de tumores.
A clássica tríade caracterizada por estase venosa, lesão endotelial e hipercoagulobilidade tornou-se obsoleta para explicar a TVP do ponto de vista fisiopatológico.
Com relação à abordagem operatória do esôfago, julgue o item abaixo.
A abordagem operatória para ressecção de esôfago
transtorácica, transiatal ou radical apresenta diferenças
significativas no que diz respeito à sobrevida do paciente e ao
controle tumoral.
Ao contrário da conduta anteriormente preconizada para o estadiamento da doença de Hodgkin, a indicação cirúrgica — com revisão de cavidade abdominal, colheita de amostras esplenectomia e parcial ou total — é feita, atualmente, no período inicial da doença (estágios IA ou IIA), quando o estadiamento patológico influenciará, significativamente, o tratamento.
Com base nesse caso clínico, julgue o item que segue.
Em razão da gravidade do quadro clínico relatado, deve-se
pensar, preferencialmente, em obstrução de alça fechada, com
possível sofrimento vascular do segmento intestinal
comprometido.
A hipótese diagnóstica mais provável, nesse caso, é íleo paralítico, em virtude da idade avançada do paciente e de seu quadro clínico bastante comprometido.
A colecistopatia calculosa é uma doença que acomete adultos do sexo feminino, em especial, e a icterícia secundária à elevação da bilirrubina direta geralmente é decorrente de coledocolitíase com obstrução biliar. No que se refere à doença biliar, julgue o próximo item.
Além da coledocolitíase com obstrução biliar, outras causas do
aumento da bilirrubina conjugada são doença de Gilbert,
hepatite viral, sepse e câncer.
A colecistopatia calculosa é uma doença que acomete adultos do sexo feminino, em especial, e a icterícia secundária à elevação da bilirrubina direta geralmente é decorrente de coledocolitíase com obstrução biliar. No que se refere à doença biliar, julgue o próximo item.
A tríade de Charcot — febre, icterícia e dor no quadrante
superior direito — ocorre em 50% a 70% dos casos de
coledocolitíase crônica.
Com o exame ultrassonográfico das vias biliares pode-se avaliar a coledocolitíase, o calibre do colédoco e a presença de pólipos na vesícula biliar, entre outras alterações.
A atelectasia e a infecção do trato respiratório inferior estão entre as principais complicações respiratórias que ocorrem no período pós-operatório. Julgue o item seguinte, referente a complicações respiratórias que acometem pacientes cirúrgicos.
Os principais mecanismos fisiopatológicos associados à
presença de atelectasia pulmonar são o shunt intrapulmonar, a
modificação da imunidade alveolar e o trauma da reventilação
pulmonar.
Avaliação pré-operatória, proibição do fumo, analgesia pós-operatória adequada, fisioterapia respiratória, nebulização e uso de mucolíticos são importantes tanto na prevenção de atelectasia quanto na de infecções do trato respiratório inferior.
Predominantemente, essa doença acomete a tireoide de forma localizada e provoca a assimetria da glândula, que pode, então, ser observada ou palpada ao exame físico.