Questões de Concurso Para seed-pr

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Q1689750 Matemática
Considere a reta r: y = –3(x – 2) e o ponto P = (3, 4). Considere, ainda, s a reta que passa por P e que é perpendicular à reta r. Com base nessas informações, assinale a opção que indica o ponto no qual se interceptam as retas r e s.
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Q1689749 Matemática
Considerando a figura geométrica obtida a partir da equação x² + y² - √2x - √7y -55/4 = 0, em que os valores de x e y estão em metros, assinale a opção correta.
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Q1689748 Matemática
Considerando a e b como números reais, de modo que a imagem da função Imagem associada para resolução da questão dada por f(x) = a + b × sen(x) seja o intervalo [–1,5], assinale a opção que indica os valores de a e b, respectivamente. 
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Q1689747 Matemática
Suponha que cinco números estejam em progressão aritmética, sendo o menor deles igual a 4 e o maior igual a 16. Nesse caso, a soma desses números é igual a
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Q1689746 Matemática
Considerando-se f: ℝ→ℝ uma função polinomial dada por f(x) = mx³ + 8x² + 20mx + 1, cujo gráfico contenha o ponto P(2, –15), então o valor de m é igual a
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Q1689745 Matemática
Assinale a opção em que a expressão mostrada representa uma função implícita f: ℝ→ℝ, com y = f(x)
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Q1689744 Matemática
Considerando-se {x, y, z} como solução do sistema
Imagem associada para resolução da questãoImagem associada para resolução da questão

então o valor de x + y + z é igual a
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Q1689743 Matemática
Considerando-se Imagem associada para resolução da questão uma matriz 3 × 2, se At denota a trasposta de A, então o produto At × A é a matriz
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Q1689742 Matemática
A quantidade de soluções reais da equação log3 (x³) + log3 (1/2) = log3 (4) é igual a
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Q1689741 Matemática
O valor de log2(16) + log16(2) é igual a
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Q1689740 Matemática
Se –2 é raiz do polinômio p(x) = 2x³ – a³ x – 38, então o valor de a é igual a
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Q1689739 Matemática
Considere o número complexo 2+4i / 7+xi em que i é a unidade imaginária tal que i² = –1. Caso esse número complexo tenha a parte imaginária igual a zero, então o valor de x é igual a
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Q1689738 Matemática
Se a√18 é um número inteiro, então é correto concluir que o número a/√2 é
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Q1689737 Literatura
Texto 5A3-III

Poesia

Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.  

Carlos Drummond de Andrade. Poesia 1930-62.
São Paulo: Cosac & Naify, 2012. p. 104.
O texto 5A3-III apresenta características formais de poemas pertencentes ao modernismo, tais como
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Q1689736 Português
Texto 5A3-III

Poesia

Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.  

Carlos Drummond de Andrade. Poesia 1930-62.
São Paulo: Cosac & Naify, 2012. p. 104.
O texto 5A3-III é um poema no qual ocorre deslocamento dos sentidos de algumas palavras relacionadas à escrita, como verso, pena e poesia. Considerando-se esse aspecto, é correto afirmar que o tema desse poema é a relação entre
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Q1689735 Português
Texto 5A3-III

Poesia

Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.  

Carlos Drummond de Andrade. Poesia 1930-62.
São Paulo: Cosac & Naify, 2012. p. 104.
Com relação ao uso de figuras de linguagem no texto 5A3-III, assinale a opção que apresenta um verso do poema no qual ocorre metonímia.
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Q1689734 Português
Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer.
Luís de Camões. In: Massaud Moisés. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 1968. p. 85.

Assinale a opção que apresenta a figura de linguagem presente em todos os versos da estrofe do poema apresentado.
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Q1689733 Português
Texto 5A3-II

Capítulo CXXXV
Otelo


    Jantei fora. De noite fui ao teatro. Representava-se justamente Otelo, que eu não vira nem lera nunca; sabia apenas o assunto, e estimei a coincidência. Vi as grandes raivas do mouro, por causa de um lenço, — um simples lenço! — e aqui dou matéria à meditação dos psicólogos deste e de outros continentes, pois não me pude furtar à observação de que um lenço bastou a acender os ciúmes de Otelo e compor a mais sublime tragédia deste mundo. Os lenços perderam-se, hoje são precisos os próprios lençóis; alguma vez nem lençóis há, e valem só as camisas. Tais eram as ideias que me iam passando pela cabeça, vagas e turvas, à medida que o mouro rolava convulso, e Iago destilava a sua calúnia. Nos intervalos não me levantava da cadeira; não queria expor-me a encontrar algum conhecido. As senhoras ficavam quase todas nos camarotes, enquanto os homens iam fumar. Então eu perguntava a mim mesmo se alguma daquelas não teria amado alguém que jazesse agora no cemitério, e vinham outras incoerências, até que o pano subia e continuava a peça. O último ato mostrou-me que não eu, mas Capitu devia morrer. Ouvi as súplicas de Desdêmona, as suas palavras amorosas e puras, e a fúria do mouro, e a morte que este lhe deu entre aplausos frenéticos do público.
     — E era inocente, vinha eu dizendo rua abaixo; — que faria o público, se ela deveras fosse culpada, tão culpada como Capitu? E que morte lhe daria o mouro? Um travesseiro não bastaria; era preciso sangue e fogo, um fogo intenso e vasto, que a consumisse de todo, e a reduzisse a pó, e o pó seria lançado ao vento, como eterna extinção... 

Machado de Assis. Dom Casmurro. In: Massaud Moisés.
A literatura brasileira através dos textos.
São Paulo: Cultrix, 1981. p. 257-258.
No texto 5A3-II, o protagonista assiste a uma peça de teatro. Embora haja menção ao enredo da peça, esta passagem foi utilizada, principalmente, como mote para a personagem
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Q1689732 Português
Texto 5A3-II

Capítulo CXXXV
Otelo


    Jantei fora. De noite fui ao teatro. Representava-se justamente Otelo, que eu não vira nem lera nunca; sabia apenas o assunto, e estimei a coincidência. Vi as grandes raivas do mouro, por causa de um lenço, — um simples lenço! — e aqui dou matéria à meditação dos psicólogos deste e de outros continentes, pois não me pude furtar à observação de que um lenço bastou a acender os ciúmes de Otelo e compor a mais sublime tragédia deste mundo. Os lenços perderam-se, hoje são precisos os próprios lençóis; alguma vez nem lençóis há, e valem só as camisas. Tais eram as ideias que me iam passando pela cabeça, vagas e turvas, à medida que o mouro rolava convulso, e Iago destilava a sua calúnia. Nos intervalos não me levantava da cadeira; não queria expor-me a encontrar algum conhecido. As senhoras ficavam quase todas nos camarotes, enquanto os homens iam fumar. Então eu perguntava a mim mesmo se alguma daquelas não teria amado alguém que jazesse agora no cemitério, e vinham outras incoerências, até que o pano subia e continuava a peça. O último ato mostrou-me que não eu, mas Capitu devia morrer. Ouvi as súplicas de Desdêmona, as suas palavras amorosas e puras, e a fúria do mouro, e a morte que este lhe deu entre aplausos frenéticos do público.
     — E era inocente, vinha eu dizendo rua abaixo; — que faria o público, se ela deveras fosse culpada, tão culpada como Capitu? E que morte lhe daria o mouro? Um travesseiro não bastaria; era preciso sangue e fogo, um fogo intenso e vasto, que a consumisse de todo, e a reduzisse a pó, e o pó seria lançado ao vento, como eterna extinção... 

Machado de Assis. Dom Casmurro. In: Massaud Moisés.
A literatura brasileira através dos textos.
São Paulo: Cultrix, 1981. p. 257-258.
A narração do texto 5A3-II se dá em
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Q1689731 Português
Texto 5A3-II

Capítulo CXXXV
Otelo


    Jantei fora. De noite fui ao teatro. Representava-se justamente Otelo, que eu não vira nem lera nunca; sabia apenas o assunto, e estimei a coincidência. Vi as grandes raivas do mouro, por causa de um lenço, — um simples lenço! — e aqui dou matéria à meditação dos psicólogos deste e de outros continentes, pois não me pude furtar à observação de que um lenço bastou a acender os ciúmes de Otelo e compor a mais sublime tragédia deste mundo. Os lenços perderam-se, hoje são precisos os próprios lençóis; alguma vez nem lençóis há, e valem só as camisas. Tais eram as ideias que me iam passando pela cabeça, vagas e turvas, à medida que o mouro rolava convulso, e Iago destilava a sua calúnia. Nos intervalos não me levantava da cadeira; não queria expor-me a encontrar algum conhecido. As senhoras ficavam quase todas nos camarotes, enquanto os homens iam fumar. Então eu perguntava a mim mesmo se alguma daquelas não teria amado alguém que jazesse agora no cemitério, e vinham outras incoerências, até que o pano subia e continuava a peça. O último ato mostrou-me que não eu, mas Capitu devia morrer. Ouvi as súplicas de Desdêmona, as suas palavras amorosas e puras, e a fúria do mouro, e a morte que este lhe deu entre aplausos frenéticos do público.
     — E era inocente, vinha eu dizendo rua abaixo; — que faria o público, se ela deveras fosse culpada, tão culpada como Capitu? E que morte lhe daria o mouro? Um travesseiro não bastaria; era preciso sangue e fogo, um fogo intenso e vasto, que a consumisse de todo, e a reduzisse a pó, e o pó seria lançado ao vento, como eterna extinção... 

Machado de Assis. Dom Casmurro. In: Massaud Moisés.
A literatura brasileira através dos textos.
São Paulo: Cultrix, 1981. p. 257-258.
O texto 5A3-II apresenta um trecho de Dom Casmurro no qual se evidencia o tema que gera o conflito desenvolvido no enredo da obra. O tema em questão é
Alternativas
Respostas
3041: A
3042: A
3043: B
3044: E
3045: C
3046: D
3047: E
3048: A
3049: C
3050: E
3051: E
3052: C
3053: A
3054: A
3055: E
3056: A
3057: C
3058: A
3059: A
3060: C