Questões de Concurso
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CAVALCANTE, M. E. S. R. Tocantins. O movimento separatista do norte de Goiás – 1821-1988. São Paulo: Anita Garibaldi; Goiânia: Editora da UCG, 1999, p. 147. (Adaptado).
A frase destacada no fragmento, “Esta terra é nossa!”, expressa, como característica marcante da luta pela criação do Tocantins, a participação
TRECHO DE ENTREVISTA. Apud ARBUÉS, M. P. A migração e a construção de uma nova identidade regional: Gurupi (1958-1988). In: GIRAL- DIN, O. (Org.) A (trans)formação histórica do Tocantins. Goiânia: Editora UFG, 2002. p. 410.
O texto acima é um relato de um pioneiro do Estado do Tocantins, feito em 1992. Analisando o texto e relacionando-o ao contexto a que se refere, nota-se que ele revela a perplexidade do pioneiro diante da

PARA: Maneco de Almeida
DEPARTAMENTO DE PESSOAL
DE: Joaquim Manoel de Macedo
DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO
DATA: 30/11/1996
ASSUNTO: Alteração de férias de servidor
Por estrita necessidade de serviço, solicito de Vossa Senhoria a fineza de viabilizar a alteração das férias do servidor Olavo Bilac, matrícula nº 353535, referentes ao exercício de 1996, preliminarmente previstas para serem fruídas em 20 dias, a partir de 03/01/1997, para 30 dias, devendo o primeiro período, de 20 dias, ser iniciado em 03/01/1997, ficando o segundo, de 10 dias, para ser marcado oportunamente.
Atenciosamente,
Joaquim Manoel de Macedo
DIRETOR

PARA: Maneco de Almeida
DEPARTAMENTO DE PESSOAL
DE: Joaquim Manoel de Macedo
DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO
DATA: 30/11/1996
ASSUNTO: Alteração de férias de servidor
Por estrita necessidade de serviço, solicito de Vossa Senhoria a fineza de viabilizar a alteração das férias do servidor Olavo Bilac, matrícula nº 353535, referentes ao exercício de 1996, preliminarmente previstas para serem fruídas em 20 dias, a partir de 03/01/1997, para 30 dias, devendo o primeiro período, de 20 dias, ser iniciado em 03/01/1997, ficando o segundo, de 10 dias, para ser marcado oportunamente.
Atenciosamente,
Joaquim Manoel de Macedo
DIRETOR
Texto 1
A amoreira gigante está à sua frente. O tronco destaca-se do
sincretismo da mata e o homem percorre seu tronco com os
olhos: a folhagem da árvore mistura-se à profusão de tons
verdes que o encerra na mata. Só o tronco da árvore se destaca,
se individualiza. Tal é o Mayombe: os gigantes só o são
em parte, ao nível do tronco, o resto confunde-se na massa.
Tal o homem. As impressões visuais são menos nítidas e a
mancha verde predominante faz esbater progressivamente a
claridade do tronco da amoreira gigante. As manchas verdes
são cada vez mais sobrepostas, mas, num sobressalto, o
tronco da amoreira ainda se afirma, debatendo-se. Tal é a
vida.
PEPETELA. Mayombe. Luanda: Edições Maianga, 2004. p. 266.
O Texto 1 é um exemplo fictício de um memorando impresso. Considerando todos os detalhes e especificidades de sua elaboração e apresentação, no que se refere à linguagem, o memorando se caracteriza por empregar
Texto 1
A amoreira gigante está à sua frente. O tronco destaca-se do sincretismo da mata e o homem percorre seu tronco com os olhos: a folhagem da árvore mistura-se à profusão de tons verdes que o encerra na mata. Só o tronco da árvore se destaca, se individualiza. Tal é o Mayombe: os gigantes só o são em parte, ao nível do tronco, o resto confunde-se na massa. Tal o homem. As impressões visuais são menos nítidas e a mancha verde predominante faz esbater progressivamente a claridade do tronco da amoreira gigante. As manchas verdes são cada vez mais sobrepostas, mas, num sobressalto, o tronco da amoreira ainda se afirma, debatendo-se. Tal é a vida.
PEPETELA. Mayombe. Luanda: Edições Maianga, 2004. p. 266.
Texto 1
A amoreira gigante está à sua frente. O tronco destaca-se do sincretismo da mata e o homem percorre seu tronco com os olhos: a folhagem da árvore mistura-se à profusão de tons verdes que o encerra na mata. Só o tronco da árvore se destaca, se individualiza. Tal é o Mayombe: os gigantes só o são em parte, ao nível do tronco, o resto confunde-se na massa. Tal o homem. As impressões visuais são menos nítidas e a mancha verde predominante faz esbater progressivamente a claridade do tronco da amoreira gigante. As manchas verdes são cada vez mais sobrepostas, mas, num sobressalto, o tronco da amoreira ainda se afirma, debatendo-se. Tal é a vida.
PEPETELA. Mayombe. Luanda: Edições Maianga, 2004. p. 266.
Texto 1
A amoreira gigante está à sua frente. O tronco destaca-se do sincretismo da mata e o homem percorre seu tronco com os olhos: a folhagem da árvore mistura-se à profusão de tons verdes que o encerra na mata. Só o tronco da árvore se destaca, se individualiza. Tal é o Mayombe: os gigantes só o são em parte, ao nível do tronco, o resto confunde-se na massa. Tal o homem. As impressões visuais são menos nítidas e a mancha verde predominante faz esbater progressivamente a claridade do tronco da amoreira gigante. As manchas verdes são cada vez mais sobrepostas, mas, num sobressalto, o tronco da amoreira ainda se afirma, debatendo-se. Tal é a vida.
PEPETELA. Mayombe. Luanda: Edições Maianga, 2004. p. 266.
Texto 1
A amoreira gigante está à sua frente. O tronco destaca-se do sincretismo da mata e o homem percorre seu tronco com os olhos: a folhagem da árvore mistura-se à profusão de tons verdes que o encerra na mata. Só o tronco da árvore se destaca, se individualiza. Tal é o Mayombe: os gigantes só o são em parte, ao nível do tronco, o resto confunde-se na massa. Tal o homem. As impressões visuais são menos nítidas e a mancha verde predominante faz esbater progressivamente a claridade do tronco da amoreira gigante. As manchas verdes são cada vez mais sobrepostas, mas, num sobressalto, o tronco da amoreira ainda se afirma, debatendo-se. Tal é a vida.
PEPETELA. Mayombe. Luanda: Edições Maianga, 2004. p. 266.

