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O servidor público, em situações específicas, poderá restringir a publicidade de ato administrativo sem que se caracterize comprometimento ético insanável.
A quantidade de agente fixador injetado para se realizar o embalsamamento deve ser igual ou superior ao peso do animal, o que garante que todos os órgãos sejam atingidos pelo fixador, inclusive as vísceras.
Durante o embalsamamento, para que seja garantida a melhor fixação e preservação dos órgãos de cadáveres animais, um agente fixador deverá ser injetado nas veias desses cadáveres para que se facilite sua distribuição pelos tecidos e órgãos.
Nos processos de formalização e embalsamamento, em que se utilizam formol ou diferentes misturas de fixadores, a escolha do líquido fixador fica a critério do responsável ou deve seguir as normas definidas pelo laboratório.
O descarte de solventes como o xilol requer cuidados, pois, se forem lançados diretamente nos esgotos, podem provocar o acúmulo de vapores e possíveis explosões.
O monitoramento de materiais radioativos em laboratório, capazes de contaminar mãos, roupas e o próprio local de trabalho, deve ser feito, uma vez ao dia, por meio de equipamentos que detectem níveis específicos de radioatividade.
Os cuidados para o descarte de rejeitos radioativos incluem não se misturarem diferentes isótopos radioativos e corrigir-se previamente a identificação desses materiais químicos.
As resinas, frequentemente utilizadas na inclusão de materiais biológicos para microscopia, devem ser manuseadas com luvas em capelas de exaustão. Para evitar o entupimento de tubulações, o descarte das resinas deve ser feito enquanto elas estiverem no estado líquido.
A manipulação de maçanetas, telefones ou objetos de uso comum em laboratórios deve ser evitada, a menos que seja feita com a utilização de luvas estéreis.
Nos experimentos para separação de proteínas por eletroforese, é comum o uso de substâncias como acrilamida e bisacrilamida, que apresentam risco neurotóxico para a saúde humana. Por essa razão, são necessários cuidados especiais, como o uso de luvas e a manipulação dessas substâncias em capelas de exaustão.
O uso de luvas para procedimentos em laboratório elimina o risco de contaminação da pele ou das mucosas por espécies vegetais que liberam substâncias como resinas ou látex.
Agulhas e seringas utilizadas em experimentos feitos em laboratório devem ser descartadas em caixas apropriadas para descarte de material biológico, que não podem estar completamente cheias, para posterior incineração.
Para evitar acidentes e contaminação em laboratório, o técnico deverá utilizar equipamentos de proteção individual, como óculos de proteção, e equipamentos de proteção coletiva, como chuveiros de segurança e pipetadores automáticos.
Para que sejam preservadas características físicas, como coloração, os insetos coletados vivos devem ser mergulhados em líquidos ou gases apropriados, imediatamente após a coleta.
Para a coleta, o transporte e a manipulação, em laboratório, de anfíbios, é necessário o uso de luvas, óculos de proteção e jalecos, visto que esses animais podem liberar substâncias tóxicas de seu tegumento.
Para que uma coleta de amostra de água seja submetida a ensaios microbiológicos, a lavagem dos recipientes deverá ser feita cuidadosamente, o que inclui a adição de compostos preservantes e a esterilização dos frascos a serem utilizados.
As técnicas de preservação de amostras de água mais empregadas são a adição de reagentes químicos para estabilização dos componentes da amostra, a refrigeração e o congelamento.
Redes de plâncton são equipamentos utilizados para coleta e estudo do fitoplâncton. Em se tratando de zooplâncton, contudo, essas redes não devem ser utilizadas, uma vez que a coleta desse conjunto de organismos demanda equipamentos com tecnologia avançada.
A cortiça, material frequentemente usado na confecção de rolhas ou no isolamento acústico, é extraída do súber de certas espécies vegetais.
O súber, assim como a epiderme, é considerado um tecido protetor e de revestimento das traqueófitas, vegetais que apresentam vasos condutores de seiva vegetal.