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A respeito da área e das técnicas de relações públicas, julgue o item que se segue.
A técnica da comunicação dirigida de uma empresa deve empregar as ferramentas, as abordagens e os produtos de diferentes formas, de acordo com o público-alvo, e independe da política de comunicação e dos objetivos da empresa ou do evento para os quais a técnica é desenvolvida.
A respeito da área e das técnicas de relações públicas, julgue o item que se segue.
As instituições que praticam comunicação organizacional de maneira transparente investem mais em campanhas publicitárias como técnica eficaz de relações públicas do que em assessoria de imprensa.
A respeito da área e das técnicas de relações públicas, julgue o item que se segue.
A prática do lobby, como uma das mais fortes técnicas da área de relações públicas, é fundamental para influenciar a opinião pública.
A respeito da área e das técnicas de relações públicas, julgue o item que se segue.
Se existe um regime político que necessite de Relações Públicas é precisamente o democrático.
A respeito da área e das técnicas de relações públicas, julgue o item que se segue.
É indispensável que cada segmento de público externo receba o tratamento adequado por parte da instituição ou da organização interessada em interagir com esse determinado perfil social.
Acerca da teoria da comunicação, julgue o item a seguir.
A indústria midiática pressupõe três dimensões: o processo midiático; a divulgação e o projeto; e o conteúdo do que é transmitido.
Acerca da teoria da comunicação, julgue o item a seguir.
As questões culturais vividas no século XX — incluindo as guerras mundiais e seus desdobramentos — influenciaram o comportamento social da época e foram fundamentais para o desenvolvimento das teorias crítica e hipodérmica, entre outras.
Segundo os teóricos da comunicação Horkheimer e Adorno, o desenvolvimento da comunicação de massa tem um impacto fundamental sobre a natureza da cultura e da ideologia nas sociedades modernas.
O Plano Nacional de Cultura, que é parte do Sistema Nacional de Cultura, é um dos principais mecanismos para a gestão compartilhada exclusivamente entre a União e a sociedade civil.
Ao patrocinar um show ou uma exposição, a empresa pode associar seu nome a esses eventos para conseguir novos clientes, o que caracteriza uma ação denominada marketing de relacionamento.
Em se tratando de marketing cultural, para aumentar as chances de patrocínio privado de um projeto cultural, o mais importante é destacar o valor da obra ou do artista.
O termo marketing cultural, que só existe no Brasil e não faz sentido no idioma inglês, foi difundido no Brasil a partir da Lei Sarney de incentivo à cultura.
Marketing cultural pode ser definido como uma atividade que tem o propósito de viabilizar financeiramente produtos e serviços que, comercializados ou franqueados, atendam às demandas de fruição e de enriquecimento cultural da sociedade.
A criação do Sistema Nacional de Cultura foi inspirada em outros sistemas como o Sistema Único de Saúde (SUS), e uma das semelhanças entre eles é a articulação de políticas públicas.
Durante o período colonial, diferentemente de outras épocas, havia incentivo à cultura, com grande circulação de livros, jornais e peças de teatro vindas da Europa.
Entre o período de 1985 e 1995, dez ministros da cultura assumiram a pasta, o que pode evidenciar a instabilidade das políticas culturais do Brasil.
De forma geral, é possível afirmar que os parcos recursos destinados historicamente ao Ministério da Cultura no Brasil sejam responsáveis pela predominância das leis de incentivo, para financiamento do setor cultural.
Uma das primeiras leis de incentivo à cultura do Brasil após o período da denominada ditadura militar, a chamada Lei Sarney (1986), foi revogada pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, o que marcou o início de um processo de desmonte da cultura, o qual preservou apenas a FUNARTE e a EMBRAFILME.
Instituições como Serviço Nacional de Teatro, Instituto Nacional do Livro, Instituto Nacional do Cinema Educativo e Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional foram criadas pelo ex-presidente José Sarney, logo depois da denominada ditadura militar.
Ao fugir das tropas de Napoleão para o Brasil, a família real portuguesa trouxe os acervos reais que originaram instituições como a Biblioteca Nacional e o Museu de Belas Artes; no entanto essas ações não se configuraram como política cultural.