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Para seplag-df
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Para que o parágrafo da conclusão apresente a objetividade e o padrão da língua portuguesa escrita exigidos pelas normas da redação oficial, deve-se iniciá-lo por Submetemos, suprimindo-se o trecho que antecede essa forma verbal, e colocar o sinal indicativo de crase, de uso obrigatório, em “a consideração superior”.
A partir do uso de letras maiúsculas em “Seção”, “Capítulo” e “Instrução Normativa”, verifica-se que o nome “ordem de serviço” também deveria ser escrito com letras iniciais maiúsculas.
Considerando-se a importância do destinatário — alguém que tem o poder de ordenar uma auditoria —, para que o texto atenda às normas da redação de documentos oficiais, é necessário alterar a forma do vocativo, como no exemplo a seguir. Senhor Pedro José Cabral
DD. Coordenador-Geral,
Depreende-se da argumentação do texto que a superação do “antagonismo entre capital e trabalho” (l.13-14) está na base do conceito de autogestão.
Considerando-se sua função na organização do texto, a forma verbal “sobrepujando” (l.13) poderia ser substituída por o que sobrepujam sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto.
O uso do sinal indicativo de crase em “à transformação” (l.7) e em “à participação” (l.8) evidencia que o verbo visar está sendo empregado em uma relação sintático-semântica que exige complemento regido pela preposição a.
Tanto o pronome “sua” (l.6) quanto o pronome “esta” (l.9) têm a função textual de retomar a palavra “Autogestão”, nas linhas 5 e 8, respectivamente.
Seriam alteradas as relações de sentido no texto, embora mantidas a coerência entre os argumentos e a correção gramatical, se o adjetivo “insatisfeita” (l.3) estivesse grafado no masculino e no plural: insatisfeitos.
Com os devidos ajustes nas letras maiúsculas e minúsculas, o deslocamento da expressão “no início dos anos 60 do século XX” (l.1-2) para o começo do período — e do texto — preservaria sua coerência e correção gramatical, desde que a vírgula que segue essa expressão a acompanhasse.
Conclui-se, a partir da argumentação do texto, que lições tiradas de evidências históricas podem apontar para a necessidade de se ter uma visão de futuro quando se tenta sanar as dificuldades na época em que elas ocorrem.
O uso do tempo verbal em “teriam provocado” (l.19) ressalta que a afirmação do biólogo não se baseia em verdades históricas e sugere que essa seria a interpretação provável dos “camponeses” (l.14) para o fim da civilização maia.
Sem se prejudicar a correção gramatical do texto, é possível flexionar as formas verbais “haja” (l.6) e “ser” (l.7) no plural, na estrutura sintática em que se inserem, escrevendo-a do seguinte modo: Embora ainda hajam muitas perguntas a serem respondidas.
Preservam a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto as seguintes alterações na sua pontuação: a substituição de dois-pontos depois de “America Central” (l.6) por vírgula; na linha 20, a substituição do ponto depois de “maia” por dois-pontos, acompanhada da mudança de grafia de inicial maiúscula para minúscula em “Os”.
O uso do tempo verbal em “dominara” (l.6) indica que o período de 700 anos de domínio dos maias na América Central já havia terminado quando a expedição de Hernández passou por essa região.
Considerando-se que o argumento apresentado na última oração do texto pode ser tratado de maneira abrangente, sem determinação de artigo feminino, é opcional o uso do sinal indicativo de crase em “às suas” (l.16), que pode ser omitido sem prejudicar a coerência e a correção gramatical do texto.
Preservam-se a coerência entre as ideias e a correção gramatical do texto, ao se substituir a conjunção que inicia o segmento “e não o particular” (l.11-12) por vírgula.
Na linha 11, o emprego da forma masculina “inato” deve-se à concordância desse adjetivo com “o geral”; por sua vez, na linha 12, o emprego do feminino em “Inata” deve-se à concordância com “capacidade”.
As ocorrências do pronome “se” em “sucedem-se” (l.5), “se superam” (l.5) e “adaptar-se” (l.6) retomam, nas relações de coesão do texto, “Diferentes organizações sociais” (l.4-5).
Depreende-se do desenvolvimento da argumentação que a complexidade crescente das sociedades humanas, mencionada no primeiro período do texto, provém da superação das capacidades biológicas pelas capacidades intelectuais, o que é decorrente do modo de organização social que os seres humanos podem transmitir como herança genética