Questões de Concurso Para unirio

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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98640 Jornalismo
As novas tecnologias permitiram o estabelecimento de uma comunicação em rede e a emergência do ciberespaço. Nesse novo ambiente, surge a cibercultura, definida por Pierre Lévy como
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98639 Jornalismo
Ciro Marcondes Filho (MARCONDES FILHO, C. Comunicação e jornalismo. A Saga dos Cães Perdidos. São Paulo: Hacker Editores, 2000) apresenta as características do jornalismo em quatro fases assim divididas: Primeiro Jornalismo (1789 a 1830), Segundo Jornalismo (1830 a ± 1900), Terceiro Jornalismo (de ±1900 a ±1960) e Quarto Jornalismo (de ± 1970 até a atualidade). Em cada uma delas, o jornalismo assume papéis sociais distintos. Identifique a opção que apresenta CORRETAMENTE o jornalismo e sua época.
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98638 Jornalismo
Os meios de comunicação, embora não sejam capazes de impor o que pensar em relação a um determinado tema, são capazes de, a médio e longo prazos, influenciar sobre o que pensar e falar. Essa abordagem sobre o processo de comunicação está de acordo com o pensamento da
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98637 Jornalismo
Theodor Adorno e Max Horkheimer, dois dos principais pensadores da Escola de Frankfurt, propõem a expressão indústria cultural para substituir a noção de cultura de massa, pois
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98636 Jornalismo
Atribui-se a Gay Talese e Tom Wolfe a criação dos conceitos que deram base ao Novo Jornalismo (New Journalism), corrente estilística que revolucionou a reportagem nos anos 60. O Novo Jornalismo caracteriza-se pelo uso de
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98635 Jornalismo
Em obras como A Galáxia de Gutenberg e Os meios de comunicação como extensões do homem, o canadense Marshall McLuhan desenvolveu várias concepções que marcaram o pensamento comunicacional nos anos 60. Uma destas concepções é que
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98634 Jornalismo
Dentre os modelos clássicos de comunicação, destaca-se aquele criado por C.E.Shannon e W.Weaver, que concebe a comunicação como uma transmissão de sinais. Para Shannon e Weaver, o processo comunicacional
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98633 Comunicação Social
Dos formatos abaixo, aquele que não é considerado na mídia impressa, texto, claramente, opinativo é
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98632 Comunicação Social
Para responder à questão 8, leia o texto abaixo.

“Há muitas e muitas e muitas décadas que a imprensa e os meios de comunicação representam, no contexto democrático, um recurso dos cidadãos contra os abusos dos poderes. Na realidade, os três poderes tradicionais – legislativo, executivo e judiciário – podem falhar, se equivocar e cometer erros. Com maior freqüência, é claro, nos Estados autoritários e ditatoriais, onde o poder político se torna o principal responsável por todas as violações de direitos humanos e por todas as censuras contra as liberdades. Mas também são cometidos graves abusos nos países democráticos (...)Em tal contexto democrático, os jornalistas e os meios de comunicação consideraram, com freqüência, ser um dever importante denunciar estas violações de direitos. Às vezes, pagaram caro por isso: atentados, “desaparecimentos”, assassinatos (...). Foi por este motivo que, durante muito tempo, se falou no “quarto poder”. Definitivamente, e graças ao senso cívico dos meios de comunicação e à coragem de jornalistas audaciosos, as pessoas dispunham deste “quarto poder” para criticar, rejeitar e resistir, democraticamente, às decisões ilegais que poderiam ser iníquas, injustas e até criminosas para com pessoas inocentes. Dizia-se, muitas vezes, que era a voz dos sem-voz.” (RAMONET, Ignácio - O Quinto Poder – (Publicado na edição brasileira do Le Monde Diplomatique nº 45, outubro de 2003, ; tradução: Jô Amado; intertítulos da redação do OI, disponível em http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/jd211020032.htm, acessado em 23 de abril de 2008).

Frente aos desafios da globalização, os grupos de mídia assumem novas características. Encarregam-se de tudo o que envolve texto, imagem e som e o divulgam por meio dos canais mais variados (jornais, rádios, televisões abertas, a cabo ou por satélite, internet e por todo tipo de rede digital). São grupos mundiais, planetários e globais – e não apenas nacionais e locais. Diante desse contexto, o autor propõe a criação do Observatório da Mídia como um “Quinto Poder”. Sua função seria
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98631 Jornalismo
Leia o texto abaixo:

“Um princípio elementar para a seleção de mídia (...) é o de selecionar os veículos que alcançam um grande público-alvo a um preço de custo-eficiência. Apesar desse princípio parecer sugerir que isso é tudo que existe sobre o processo de seleção, nada poderia estar tão errado. Um princípio mais avançado é determinar a extensão total do valor de cada veículo em termos de padrões desejados e então selecionar dentre aqueles que melhor atendem aos critérios desejados. Alguns desses padrões podem ser medidos quantitativamente e os valores numéricos dos vários critérios podem ser combinados em um só valor. Outros são qualitativos, sendo mais difícil estabelecer valores numéricos dos diversos critérios. Mas ambos deveriam ser levados em consideração no processo de seleção.” (SISSORS, Jack & BUMBA, Lincoln. Planejamento de Mídia. São Paulo: Nobel, 2001, p.317)

A partir do que dizem os autores, os critérios quantitativos e qualitativos que costumam ser levados em consideração na seleção de revistas são, respectivamente,
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98630 Jornalismo
Para se calcular a cobertura de um mix de meios composto por meios impressos e audiovisuais, aconselha-se o uso da fórmula de Sainsbury, conhecida nos Estados Unidos como Random Reach. Assim, se os meios apresentam as coberturas Rádio=10%; TV=30% e jornal= 20%, a cobertura desse mix de meios será, aproximadamente, de
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98629 Comunicação Social
Ao eleger o rádio como principal meio para a veiculação de uma campanha, o profissional de mídia busca
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98628 Jornalismo
O jornal diário ainda é um importante meio para divulgação, mas uma das suas limitações é
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98627 Comunicação Social
Em um planejamento de mídia, no item OBJETIVOS, é preciso contemplar
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98626 Comunicação Social
José Carlos Veronezzi (VERONEZZI, J.C. Mídia de A a Z: São Paulo, Flight Editora, 2002) categoriza os flights em quatro tipos: recency, ondas, concentrado e pulsação. De acordo com o autor, alguns profissionais defendem o uso do recency como o mais adequado para divulgação em TV de produtos com alta freqüência de compra, pois ele é um tipo de flight que
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Jornalista |
Q98625 Jornalismo
Por ser um dos setores mais técnicos de publicidade e de propaganda, a área de mídia usa termos específicos. Nesse sentido, a CIRCULAÇÃO diferencia-se de TIRAGEM, pois CIRCULAÇÃO representa
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Q98368 Português

Drummond, C.A. Antologia Poética, Rio de Janeiro: José Olympio,1983.


No verso “Companheiros, escutai-me!”, o recurso lingüístico que denota reverência é o emprego
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Psicólogo |
Q98367 Psicologia
“Para a sorte dos brasileiros, muitos profissionais de saúde, entre eles os psicólogos, estão direcionando as suas carreiras e se especializando no cuidado em assistir o doente nesses momentos finais para que o sofrimento seja atenuado. São os especialistas no setor de cuidados paliativos, preocupados com o bem-estar do paciente diante de uma situação irreversível.”

BRASIL, CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Editorial. Ciência e Profissão: Diálogos, n. 4, 2006, p. 18.

De acordo com a literatura científica sobre o tema, a atuação dos psicólogos em programas ou setores de cuidados paliativos inclui
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Psicólogo |
Q98366 Psicologia
Os dados estatísticos a respeito de atendimentos realizados no ambulatório de um hospital considerado referência no tratamento de doenças sexualmente transmissíveis (DST) revelam o aumento significativo de jovens na faixa de 13 a 16 anos, moradores de uma comunidade de baixa renda localizada nas proximidades. Uma análise mais cuidadosa dos prontuários indicou que, dos jovens atendidos, cerca de 97% são estudantes. Das alternativas de estratégias para prevenção abaixo descritas, qual apresenta maiores probabilidades de atingir as dimensões afetiva e cognitiva dos jovens?
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Ano: 2008 Banca: UNIRIO Órgão: UNIRIO Prova: UNIRIO - 2008 - UNIRIO - Psicólogo |
Q98365 Psicologia
“A missa de Isabella Oliveira Nardoni reuniu mais de mil pessoas - entre familiares, amigos, coleguinhas de escola, curiosos e jornalistas. Eu passei a maior parte do tempo ao lado do altar, de onde avistava praticamente a igreja toda. E não vi lágrimas ou percebi qualquer revolta nas pessoas que me rodeavam. Crianças corriam e brincavam sob o nariz do padre, fiéis sorriam, cantavam e batiam palmas como se não houvesse amanhã e o pessoal do grupo de oração recebia os repórteres das várias emissoras de TV presentes como se estivéssemos todos em um certo clima festivo. Resolvi fitar Ana Carolina, 24, mãe da criança morta, como se uma observação mais atenta pudesse me ajudar a entender o que estava acontecendo. Se alguém não tivesse me dito quem ela era, eu nunca teria adivinhado. Ao longo de toda a cerimônia, Ana Carolina manteve aquele tipo de serenidade que só pessoas profundamente espiritualizadas conseguem demonstrar. Sem precisar do ombro de ninguém, ela rezou, cantou e sorriu para as amiguinhas da filha que a cercavam, como se dali a pouco Isabella fosse entrar pela porta e correr para abraçá-la.”

GANCIA, Bárbara. Duas missas, duas impressões. Folha de São Paulo, 05 de abril de 2008. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0504200805.htm “

Era importante que os parentes, amigos e vizinhos estivessem presentes. Levavam-se as crianças – não há representação de um quarto de moribundo até o século XVIII sem algumas crianças. E quando se pensa nos cuidados tomados hoje em dia para afastar as crianças das coisas da morte! Enfim, a última conclusão, e a mais importante: a simplicidade com que os ritos da morte eram aceitos e cumpridos, de modo cerimonial, evidentemente, mas sem caráter dramático ou gestos de emoção excessivos”. ÁRIES, Philippe. História da morte no Ocidente. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003, p. 35

A atitude dos fiéis e da mãe da menina, por não expressar o caráter dramático ou vir acompanhada de gestos de emoção excessivos, causou estranheza à jornalista da Folha de São Paulo. Todavia, segundo Áries, esta atitude era habitual até o século XVIII e corresponde àquela associada à morte que o autor denomina
Alternativas
Respostas
3241: C
3242: D
3243: C
3244: A
3245: C
3246: B
3247: A
3248: D
3249: D
3250: A
3251: A
3252: C
3253: A
3254: B
3255: D
3256: A
3257: B
3258: E
3259: E
3260: B