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Q674728 Fonoaudiologia
A classificação discinética da paralisia cerebral, também conhecida como coreoatetósica, apresenta
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Q674727 Fonoaudiologia
O gerador de padrão central (GPC) mastigatório apresenta dois componentes, sendo, respectivamente, o gerador de
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Q674726 Fonoaudiologia
O controle da sucção é possível devido a uma rede neural localizada na
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Q674725 Fonoaudiologia
As alterações no fechamento do esfíncter velofaríngeo impactam diretamente as funções de deglutição e fonoarticulação, sendo caracterizadas como
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Q674724 Fonoaudiologia
A alimentação e a deglutição são comportamentos complexos que representam dois fatores biológicos cruciais: o transporte do alimento da cavidade oral até o estômago e a proteção das vias aéreas. COLA P.C.; GATTO A.R. Doenças Neurológicas. In: Disfonia e Disfagia Interface, Atualização e Prática Clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2011. p.53.
Com base na afirmação, a fase da deglutição, em que há a passagem do alimento e a proteção das vias aéreas, corresponde à fase
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Q674723 Fonoaudiologia
As alterações vocais são comuns em quadros de disfagia. A incapacidade do paciente em produzir oposições entre sons graves e agudos, assim como escalas ascendentes e descendentes quando solicitado, leva o avaliador a inferir
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Q674722 Fonoaudiologia
As alterações de mobilidade laríngea apresentam diversas etiologias e impactam, diretamente, a voz e a deglutição. A disfonia manifestada nessas alterações caracteriza-se por
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Q674721 Fonoaudiologia
Um conjunto de anormalidades motoras pode sugerir alterações dos movimentos típicas dos quadros de encefalopatias crônicas da infância, nos primeiros meses de vida. Esses quadros caracterizam-se pela presença de
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Q674720 Fonoaudiologia
A síndrome de Guillain-Barré ou polirradiculoneurite desmielinizante inflamatória aguda é um processo inflamatório desmielinizante das raízes e nervos periféricos, caracterizado por fraqueza muscular simétrica e progressiva [...]. CHIAPPETTA A.L.M.L,; ODA A.L..Doenças Neuromusculares.In: Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2009, p.481.
Sendo assim, qual a disartrofonia presente nesses quadros?
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Q674719 Fonoaudiologia
As dispraxias e as disartrofonias são distúrbios da fala de origem neurológica. Estabelecer o diagnóstico diferencial entre eles é fundamental para a reabilitação adequada do paciente. Nesse sentido, a disartrofonia caracteriza-se por
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Q674718 Fonoaudiologia
No contexto da paralisia facial, o conhecimento neuroanatômico e o funcional norteiam o diagnóstico. Quando a lesão na via motora facial ocorre antes da chegada das fibras nervosas ao tronco cerebral, ocorre a paralisia na porção inferior da face com preservação da porção superior. Esse tipo de manifestação clínica decorre de
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Q674717 Fonoaudiologia
A fonoaudiologia colabora, de forma reconhecida, promovendo o equilíbrio miofuncional e estomatognático na reabilitação dos pacientes queimados. A contribuição da fonoaudiologia para esses casos tem como característica a abordagem na fase
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Q674716 Fonoaudiologia
Além da classificação para fissuras proposta por Spina, existem outras formas de fissuras cujo diagnóstico requer atenção do fonoaudiólogo e de demais profissionais de saúde. Nesse sentido, a fissura de palato submucosa é caracterizada, especificamente, por
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Q674715 Fonoaudiologia
A classificação das disartrofonias é feita de acordo com a topografia da lesão e a característica da manifestação. A disartrofonia espástica é caracterizada pela
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Q674714 Fonoaudiologia
As distorções de fonemas encontradas em todos os tipos de disartrofonias decorrem de alterações neuromusculares. Desse modo, a avaliação da fala no seu componente articulatório consiste em
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Q674565 Segurança e Saúde no Trabalho
O Ministério da Saúde tem publicado protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas primordialmente para as doenças e condições clínicas prioritárias tratadas com medicamentos do chamado “Componente Especializado da Assistência Farmacêutica”. Os critérios definidos para inclusão dos medicamentos estabelecidos nesse componente por norma ministerial (Art 4º Portaria nº 1.554 de 30 de julho de 2013) são os seguintes:
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Q674563 Fisioterapia

A paralisia de plexo braquial obstétrica ocorre em decorrência de uma torção nas raízes dos nervos cervicais, causada por tração excessiva da cabeça do neonato no momento do parto. As lesões resultantes de tal manobra irão seguir padrões classificados como: Erb-Duchenne e Dejerine-Klumpke.

As características principais do padrão Erb-Duchenne são

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Q674562 Fisioterapia

A fisiologia respiratória do recém-nascido possui características individuais que precisam ser conhecidas pela equipe assistencial hospitalar e estar inseridas nos protocolos de avaliação e intervenção terapêutica. Tais particularidades envolvem a mecânica respiratória, as capacidades pulmonares, as trocas gasosas e o controle da ventilação.

Nesse contexto, as principais características da mecânica respiratória do neonato são

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Q674561 Fisioterapia

A distribuição da ventilação pulmonar no recém-nascido, posicionado em decúbito lateral, apresenta algumas diferenças em relação ao padrão observado em adultos. Tal conhecimento pode contribuir para a ação fisioterapêutica na UTI neonatal em diversas situações clínicas.

Com relação ao comportamento da ventilação pulmonar nas áreas independentes e dependentes da força da gravidade em neonatos em decúbito lateral, sabe-se que

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Q674560 Fisioterapia

A encefalopatia crônica da infância (ECI) ou paralisia cerebral pode ser caracterizada como uma desordem não progressiva, com comprometimento principalmente da postura e do movimento, além de deficit sensorial a partir de uma lesão precoce do sistema nervoso central. O sistema respiratório, secundariamente, também sofre prejuízos e pode levar a criança com ECI a internações hospitalares sucessivas. Considere as características do sistema respiratório da criança com quadriplegia espástica.

I - aumento da capacidade de realizar suspiros, o que auxilia na movimentação das secreções facilitando a expectoração.

II - padrão superficial de respiração que pode ocasionar hipoventilação alveolar, atelectasias e hipoxemia.

III - padrão restritivo pulmonar, com piora progressiva das trocas gasosas alveolares nos casos de mau posicionamento da criança por períodos prolongados.

IV - alteração da frequência respiratória, hipercapnia e encurtamento do diafragma, visto que é pouco solicitado na sua amplitude de movimento ideal.

São características do sistema respiratório da criança com quadriplegia espástica APENAS as apresentadas em

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Respostas
2061: D
2062: A
2063: B
2064: D
2065: C
2066: E
2067: B
2068: C
2069: D
2070: B
2071: E
2072: B
2073: E
2074: A
2075: A
2076: C
2077: E
2078: B
2079: A
2080: E