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Q577231 Matemática
Um terreno retangular possui área de 252m2 e sua largura mede 4/7 de seu comprimento. Suas dimensões são
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Q577230 Matemática
No mês de julho, Clarisse praticou suas lições de piano em todos os dias múltiplos de 4, praticou corrida nos dias pares e, por fim, foi ao cinema nos dias múltiplos de 5. Em quantos dias do mês de julho Clarisse praticou as três atividades no mesmo dia?
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Q577229 Matemática

Um grupo de amigos vai passar um fim de semana em uma casa de praia. Se cada pessoa ficar em um quarto sozinha, então três delas dormirão na sala; se em cada quarto dormirem 3 pessoas, então um quarto ficaria sem ninguém. Dadas as assertivas referentes ao texto,

I. A casa possui mais de 4 quartos.

II. Existem mais de 3 pessoas no grupo.

III. Se em cada quarto dormirem 2 pessoas, não sobrará quarto vazio.

IV. O número de quartos é maior que o de pessoas.

verifica-se que estão corretas

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Q577228 Matemática
A matriz de uma loja de informática precisa atender aos pedidos das suas três filiais: as lojas A, B e C desejam receber, respectivamente, 189, 243 e 135 CDs regraváveis. Os CDs devem ser empacotados de modo que todos os pacotes, enviado pela matriz, tenham a mesma quantidade de CDs e que ao mesmo tempo a quantidade de pacotes enviados pela matriz seja o menor possível. Então, serão
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Q577227 Matemática
Sílvia foi à feira comprar exatamente 2,4 quilos de arroz para sua receita de arroz doce. Ao chegar a uma das barracas, o vendedor informou que o arroz era embalado em sacos com 50, 150 ou 500 gramas. Qual a menor quantidade de sacos que Sílvia pode comprar?
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Q577226 Matemática
Pedro tem 9 anos e seu corpo pesa XY quilos; ou seja, o número que representa o seu peso possui dois algarismos. A soma desses algarismos é 9. Somando 2 ao algarismo da direita e mantendo o da esquerda obtemos um novo número de 2 dígitos que, ao inverter a posição de seus algarismos, obtém-se, em quilos, o peso de Celso, o pai de Pedro. A soma dos pesos de Pedro e Celso, em quilos, é
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Q577225 Português

Dados os períodos abaixo em relação à flexão do infinitivo,

I. Alguns chefes pensam que têm o direito de manipularem a vida de seus empregados.

II. Os candidatos não tiveram tempo de terminar o questionário.

III. Deixe-me dizer que te amo.

IV. Joana afirmou existirem muitas informações conflitantes nos depoimentos dos acusados.

é correto afirmar que

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Q577224 Português

Dados os períodos abaixo,

I. “Você fez o que te pedi?”

II. “Ninguém viu ele”.

III. “Maria, ponha isso lá fora junto com as outras”.

IV. “Calma, seu José!”

marque a opção que apresenta uma afirmação correta sobre o emprego dos pronomes.

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Q577223 Português
Marque a opção que preenche adequadamente as lacunas do trecho a seguir: “_____ todo Manual de Estilo nos aconselha a eliminar adjetivos? E _____ achamos tão difícil obedecer? Um adjetivo é útil _____ é um atalho, uma simplificação de um processo, um recurso que economiza esforço mental. Esse é o _____ da estilística condenar o uso abusivo do adjetivo" (Trecho adaptado da Revista Língua Portuguesa, abr. 2009, p. 48).
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Q577222 Português
Marque a opção que apresenta o provérbio com a pontuação adequado, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
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Q577221 Português

                                                      Um apólogo

      Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

      – Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

      – Deixe-me, senhora.

      – Que a deixe? Que a deixe, por quê? Por que lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

      – Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

      – Mas você é orgulhosa.

      – Decerto que sou.

      – Mas por quê?

      – É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

      – Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

      – Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

      – Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

      – Também os batedores vão adiante do imperador.

      – Você é imperador?

      – Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

      [...]

      – Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

      Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

      – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.

      Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

                                                                                                              (Machado de Assis)

Sobre a compreensão do texto,

I. Somente há trechos que revelam a linha e a agulha como objetos de costura.

II. Como a agulha e a linha são tratadas no seu sentido próprio, não se pode dizer que o texto tem um caráter metafórico.

III. De acordo com o texto, linha e agulha desempenham igualmente funções importantes.

IV. Agulha e linha guardam traços humanos ao mesmo tempo que apresentam a dimensão de objetos.

assinale a opção que apresenta uma análise correta das proposições acima.

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Q577220 Português

                                                      Um apólogo

      Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

      – Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

      – Deixe-me, senhora.

      – Que a deixe? Que a deixe, por quê? Por que lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

      – Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

      – Mas você é orgulhosa.

      – Decerto que sou.

      – Mas por quê?

      – É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

      – Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

      – Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

      – Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

      – Também os batedores vão adiante do imperador.

      – Você é imperador?

      – Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

      [...]

      – Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

      Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

      – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.

      Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

                                                                                                              (Machado de Assis)

Assinale a alínea que apresenta pontuação correta.
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Q577219 Português

                                                      Um apólogo

      Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

      – Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

      – Deixe-me, senhora.

      – Que a deixe? Que a deixe, por quê? Por que lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

      – Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

      – Mas você é orgulhosa.

      – Decerto que sou.

      – Mas por quê?

      – É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

      – Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

      – Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

      – Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

      – Também os batedores vão adiante do imperador.

      – Você é imperador?

      – Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

      [...]

      – Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.

      Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

      – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.

      Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

                                                                                                              (Machado de Assis)

Dadas as afirmações seguintes sobre o texto,

I. É possível afirmar que a agulha e a linha são figuras que servem para tematizar a igualdade de oportunidades entre as pessoas em diferentes relações sociais (patrão/empregado, marido/mulher...).

II. O uso da metáfora no texto torna-o extremamente expressivo, porque associa traços dos objetos a comportamentos ou ações humanas.

III. A agulha, a linha e o professor de melancolia representam pessoas que recebem a devida recompensa após o exercício de seu trabalho.

IV. No texto, a linha é comparada aos batedores do imperador porque são as pessoas que se esforçam para preparar o caminho para os outros.

verifica-se que

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Q577218 Português

Marque a opção que preenche corretamente as lacunas das seguintes frases.

I. Após comprovar embriaguez ao volante, o delegado decretou prisão em _________.

II. Logo em seguida, o advogado apresentou _________ de segurança.

III. Sem a menor _________, o acusado _________ todas as normas de respeito à autoridade judicial e comprometeu a _________ de conciliação.

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Q577217 Português

Dadas as afirmativas seguintes sobre o texto abaixo,

“[...] Esse espaço ligado ao culto funerário, essa cidade-pirâmide, não é silenciosa. Ecoa o barulho incessante dos canteiros de obras, além das vozes dos trabalhadores e dos serviços de reparação. As idas e vindas dos sacerdotes, responsáveis pelo culto funerário, e seus empregados, artesãos, criados ou camponeses, fazem desse local dedicado aos mortos um universo bem vivo”

(Larousse das Civilizações Antigas, 2006).

I. O adjetivo “incessante” (2ª linha) pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, pelo adjetivo “intenso”.

II. Uma das funções dos pronomes demonstrativos presentes no texto, assim como dos pronomes possessivos, é retomar expressões ou trecho anteriores para garantir a unidade e progressão do tema no texto.

III. A palavra “Ecoa” é um verbo na primeira pessoa do presente do indicativo.

IV. A palavra “pirâmide”, no texto, é um substantivo.

verifica-se que são verdadeiras

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Q577216 Português

Identifique, entre as opções apresentadas, a função dos dois-pontos no texto abaixo.

“O arquiteto egípcio imagina um edifício em degraus que se ergue em direção ao céu, buscando simbolizar a divindade do rei e seu voo para um destino celestial: é para construir uma morada na eternidade que inventa a pirâmide”

(Trecho adaptado de Larousse das Civilizações Antigas, 2006).

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Q577215 Português
Nas palavras: lírio, régua, infância e mágoa, tem-se
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Q577214 Português
No enunciado: “Contas menos salgadas para fisgar o cliente”, os termos grifados são usados no sentido
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Q577213 Português

Verifique os enunciados abaixo e marque a opção em que o uso das formas verbais é inadequado, de acordo com a norma da escrita padrão.

I. Uma comissão do Congresso Nacional ameaçou intervir se o presidente ir embora sem sancionar a lei que regulamenta o uso de telefones celulares em repartições públicas.

II. Os indígenas brasileiros mantiam, entre seus costumes e tradições, o hábito de banharem-se várias vezes ao dia.

III. Desde que fui aprovado no concurso, não caibo mais em mim de tanta felicidade.

IV. Se desfizesses o mal-entendido, tudo voltaria à paz de antes.

V. Quando prevermos o futuro, teremos condições de nos precavermos das tragédias naturais.

Alternativas
Q577212 Português
Marque a opção em que todas as palavras são substantivos masculinos.
Alternativas
Respostas
521: E
522: A
523: D
524: B
525: E
526: C
527: C
528: C
529: A
530: D
531: D
532: B
533: D
534: A
535: A
536: C
537: B
538: A
539: E
540: E