Questões de Concurso Para uffs

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Q1239954 Matemática
Seja k um número real, onde k > 0, tal que esse número k seja a raiz positiva da equação do segundo grau x2 – 2x – 4 = 0, é correto afirmar que
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Q1239953 Matemática
Ao realizar uma prova de um concurso público, João respondeu a quinze questões diferentes nessa prova. Os critérios de classificação e correção desse concurso são: cada vez que um candidato responde corretamente a questão, ele recebe 10 pontos; cada vez que um candidato erra a questão ou a deixa sem resposta, ele perde 6 pontos. Para ser aprovado e realizar a segunda etapa do concurso, cada candidato deve pontuar, no mínimo, 70 pontos nessa prova. No dia do resultado de sua nota, João verificou que acertou 60% do total de questões da prova. Dessa forma, é correto afirmar que
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Q1239952 Matemática
Uma determinada máquina industrial despeja, por minuto, 2 litros de uma solução aquosa, em um reservatório com determinada capacidade em 1 hora e 40 minutos. O tempo que essa máquina levaria para despejar 2,5 litros dessa mesma solução aquosa, por minuto, mantida a capacidade do reservatório, é igual a
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Q1239951 Raciocínio Lógico
Para celebrar o aumento nas vendas de uma loja atacadista, o gerente decidiu dividir R$ 12.000,00 entre os oito funcionários contratados da loja, todos recebendo a mesma quantia em dinheiro. O dono da loja, ao ficar ciente da decisão do gerente, resolveu acrescentar mais R$ 3.000,00 ao valor inicial e, além dos oito funcionários, incluiu mais quatro funcionários estagiários da loja, sendo que, novamente, essa nova quantia foi dividida igualmente entre o total de funcionários contratados e estagiários. Como a decisão do dono da loja foi executada, se compararmos a quantia em dinheiro que um dos funcionários contratados receberia na partilha do valor inicial com a quantia que esse funcionário recebeu após a nova partilha, com o adicional proposto pelo dono da loja, então esse funcionário recebeu
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Q1239950 Português
Sinais da velhice
Quando a moça dá lugar no ônibus
Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.
            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 
        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?
       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 
      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 
A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.
Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/
cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.
Analise sintaticamente os trechos propostos a seguir e assinale a alternativa correta.
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Q1239949 Português
Sinais da velhice
Quando a moça dá lugar no ônibus
Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.
            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 
        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?
       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 
      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 
A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.
Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/
cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.
Em relação às classes gramaticais e aos processos de formação de palavras, assinale a alternativa correta.
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Q1239948 Português
Sinais da velhice
Quando a moça dá lugar no ônibus
Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.
            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 
        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?
       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 
      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 
A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.
Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/
cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.
A palavra destacada no trecho “A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho.” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Q1239947 Português
Sinais da velhice
Quando a moça dá lugar no ônibus
Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.
            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 
        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?
       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 
      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 
A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.
Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/
cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.
Em relação ao texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1239946 Português
Sinais da velhice
Quando a moça dá lugar no ônibus
Juremir Machado da Silva

    Ando de ônibus. É o meu meio de transporte favorito. Aprendo nas viagens. Leio. Não preciso de tecnologia para encontrar um ônibus que me leve ao destino. Tenho falado muito do tempo que passa e me torna idoso. Escrevi, no passado, sobre a crise dos 40. Hoje, trato da chegada dos 60. Os sinais da velhice são claros. Outrora, quando jovem, eu não usava palavras como outrora. Depois, alunas passaram a me chamar de “senhor” e de “seu Juremir”. No ônibus, começaram a levantar para me dar o lugar”. Meninos também. Agora, ficou pior.
            Conto a história. Eu estava em pé no ônibus. Sem aperto. Confortável. A menina viu e levantou-se. Cavalheirescamente eu fiz sinal com a mão de que ela podia continuar sentada. Não deu certo. Ela insistiu. Nada podia detêla. Estava determinada a me ceder o lugar. Um furacão. Tentei demovê-la com elegância. Não queria falar para não demonstrar ressentimento ou humilhação. [...] 
        Eu já gritava interiormente: “Não quero esse lugar de maneira alguma”. A menina não se intimidava. Ela estava certa de cumprir o seu dever moral. Ceder o lugar para o velhinho. Rebatia: “Aceite a sua condição, reconheça a sua idade, cumpra o seu dever: sente-se”. Temi que começássemos a falar em voz alta. Era um confronto de gerações. Por um momento, refleti: por que essa situação me incomoda tanto? Não respondi. A menina já estava no corredor. O lugar vago se oferecia. A moça, sentada ao lado, continuava com as pernas no corredor abrindo passagem para a minha instalação no banco da janela. Eu me recusava a capitular. A plateia aguardava ansiosamente o desfecho. Qual seria?
       Por alguns minutos, ficamos os dois em pé, a menina e eu, sem nos olharmos. Foi um longo breve momento de tensão. [...] 
      O acaso entrou em campo para resolver o impasse. Alguém se levantou noutro lugar para descer. Corri para o novo banco disponível. Era uma questão de honra. Fui salvo pela sorte. 
A menina ficou em pé. Não voltou para o seu lugar. O banco permaneceu vazio até que uma jovem senhora o ocupou. O tempo passou. Meus cabelos brancos me denunciam. O menino que eu sinto dentro de mim já não convence. Visto de fora, sou um velho. Preciso urgentemente me acostumar com essa ideia. O tempo de viajar em pé no ônibus passou para mim. Salvo em casos de falta de educação. O meu problema, porém, é o contrário.
Adaptado de: : <https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/
cr%C3%B4nica-sinais-da-velhice-1.343355>.. Acesso em: 24 jun. 2019.
Considerando a interpretação do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: AOCP Órgão: UFFS
Q1226283 Psicologia
Assinale a alternativa correta em relação aos aspectos psicodinâmicos da neurose, da psicose e da perversão. 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: AOCP Órgão: UFFS
Q1219749 Eletricidade
Qual é a corrente necessária de trabalho de um chuveiro com potência de 7700 watts, ligado em uma rede de 220 volts? 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: AOCP Órgão: UFFS
Q1192972 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Em relação aos impactos negativos da aquicultura, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: AOCP Órgão: UFFS
Q1192950 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Em aquicultura, a qualidade da água é essencial para o cultivo de animais e plantas. Dentre os seguintes parâmetros físicos e químicos de qualidade da água, qual NÃO é um indicador de qualidade da fonte de água para a aquicultura? 
Alternativas
Q1170003 Engenharia de Pesca
Os aglutinantes são utilizados em baixa concentração e aumentam a estabilidade da dieta na água. São aglutinantes utilizados para a formulação de dietas semipurificadas na experimentação em nutrição de peixes:
Alternativas
Q1170002 Engenharia de Pesca
Em um viveiro de produção com espécies filtradoras, ocorre um acentuado aumento da coloração esverdeada com consequente diminuição da transparência da água. Qual é o procedimento imediato que apresenta a maior economia de custos de manejo dos viveiros?
Alternativas
Q1170001 Engenharia de Pesca
O planejamento ou delineamento experimental determina o sucesso de qualquer experimento em nutrição de peixes e consiste em uma série de procedimentos que irão garantir a produção de dados de alta qualidade e confiabilidade para responder o problema científico em questão, assegurando, com isso, a aplicabilidade dos resultados obtidos pelo experimento. Os delineamentos experimentais mais eficazes em estudos de nutrição de peixes podem acelerar o processo de desenvolvimento de tecnologias e reduzir os custos com pesquisa e desenvolvimento. Em relação à experimentação, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Todo experimento parte de um problema ou questionamento científico que irá resultar no estabelecimento de uma hipótese (biológica) clara e objetiva, a qual, por sua vez, é obrigatoriamente transformada em uma hipótese estatística.
( ) O planejamento de um experimento exige que se avalie e defina, de antemão, os fatores que podem influenciar no resultado do experimento.
( ) Em alguns experimentos, o maior nível de inclusão de um determinado nutriente na dieta é suficiente para a máxima resposta.
( ) Alguns experimentos apresentam grande intervalo entre os níveis, o que reduz a exatidão na determinação do nível de exigência.
Alternativas
Q1170000 Engenharia de Pesca
Para a correção da acidez do solo em viveiros de terra, são utilizados diferentes compostos calcáreos com o objetivo de neutralizar o pH da água, o que aumenta, também, os níveis de alcalinidade, garantindo o seu tamponamento. Diante do exposto, qual é o composto que apresenta efeito neutralizante de melhor eficiência em piscicultura?
Alternativas
Q1169999 Engenharia de Pesca
Em águas naturais, o CO2 é liberado pelos processos respiratórios do fitoplâncton e dos microrganismos, assim como adicionado à atmosfera por difusão. A remoção do CO2 da água provoca um aumento do pH. Em ambientes de cultivo, onde o fitoplâncton costuma proliferar em grandes quantidades, o pH pode aumentar bastante devido à liberação de íons de hidroxila resultantes da hidrólise do bicarbonato realizada pelas células vegetais para a obtenção de CO2 . Diante de tais variações, são utilizadas substâncias para atenuar as variações de pH em viveiros de produção. Essas substâncias são denominadas
Alternativas
Q1169998 Engenharia de Pesca
Qual é a vazão necessária para garantia de abastecimento para cada hectare de espelho d’água de viveiros de terra com baixa renovação de água durante todo o ano?
Alternativas
Q1169997 Engenharia de Pesca
Algumas espécies piscícolas apresentam adaptações anatômicas como estratégia de sobrevivência para resistir a condições inadequadas de qualidade de água em viveiros de produção. Diante de tais condições, o tambaqui (Colossoma macropomum) apresenta, como adaptação peculiar,
Alternativas
Respostas
1301: C
1302: D
1303: B
1304: D
1305: D
1306: C
1307: D
1308: A
1309: E
1310: E
1311: A
1312: D
1313: E
1314: B
1315: C
1316: B
1317: D
1318: B
1319: A
1320: E