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Q797571 Português
Quando a escritora britânica Virginia Woolf escreveu Profissões para mulheres e outros artigos feministas, com diversos ensaios publicados em meados de 1920 e que expõem o papel da mulher na sociedade e as dificuldades de inclusão no mercado de trabalho, a autora questionou quanto tempo ainda _______ para que uma mulher _____________________ um livro sem encontrar barreiras em sua carreira. “E se é assim na literatura, a profissão mais livre de todas para as mulheres, que dirá nas novas profissões que agora vocês estão exercendo pela primeira vez?”. A expansão da presença da mulher no mercado de trabalho cresceu desde que Virginia registrou, em suas obras, as dificuldades para uma mulher se firmar como romancista. Ainda assim, em todo o mundo, atualmente 40% das mulheres afirmam que sentem falta de igualdade de gênero, de acordo com pesquisa recente Global @dvisor, publicada pelo Instituto Ipsos. 
Quanto ao uso dos tempos verbais, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.
Alternativas
Q797570 Português
Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões, temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como “ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde 1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”, afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café (kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês, Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo 1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte” e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
Considere o seguinte trecho, retirado do texto base: Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de profissões tradicionalmente exercidas por homens. Assinale a alternativa que apresenta a reescrita desse trecho sem alteração do sentido original
Alternativas
Q797569 Português
Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões, temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como “ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde 1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”, afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café (kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês, Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo 1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte” e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
Na frase “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões, temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, o termo sublinhado estabelece uma relação de:
Alternativas
Q797568 Português
Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões, temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como “ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde 1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”, afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café (kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês, Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo 1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte” e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
A intenção do texto é:
Alternativas
Q797567 Português
Um dos melhores indicadores dos avanços de igualdade de gênero em uma sociedade é a incorporação à língua de termos femininos para designar posições de prestígio – uma necessidade ligada ao preenchimento gradual por mulheres do espaço de profissões tradicionalmente exercidas por homens. “Quando há a incorporação de equivalente feminino para determinadas profissões, temos indícios de que mudanças quanto aos papéis de gênero estão tendo lugar”, diz Elisa Battisti, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que estuda a variação linguística como prática social. A Babbel, empresa alemã de educação que criou um aplicativo de idiomas, elaborou uma análise sobre as nomenclaturas alusivas às posições ocupadas por mulheres no mercado de trabalho em oito línguas. A análise serve para avaliar quais são as línguas (e as sociedades) que mais evoluíram na incorporação de vocábulos que mostram a ocupação do mercado de trabalho por mulheres.
Entre as línguas mais conservadoras estão o italiano e o francês. O italiano é pouco flexível. Muitos títulos que designam profissões ainda apresentam apenas a forma masculina e poucas declinações femininas foram estabelecidas na terminologia oficial, como “ministro”, “architetto” (arquiteto) e “avvocato” (advogado). “Sindaco” (prefeito) é uma das poucas palavras que mereceram atualização de gênero pela Accademia della Crusca, órgão oficial da língua italiana – no caso, “sindaca” (prefeita).
O francês demonstra igualmente muita resistência à incorporação de novos vocábulos para designar profissões exercidas por mulheres. A concordância de gênero não é sequer incentivada pela Academia Francesa em títulos de prestígio, com a justificativa de que é preciso preservar a língua. “Le ministre” (o ministro) é a chancela oficial para homens e mulheres. No Québec, no Canadá, desde 1979, o termo “madame le ministre” foi cunhado por lei para se referir às mulheres que ocupam cargos de ministro. “A nomenclatura com predominância de termos masculinos indica a posição inferior que as mulheres ocupam em certas instâncias de participação social”, afirma Elisa Battisti.
A necessidade de adotar designações próprias para posições ocupadas por mulheres no idioma pode, em alguns casos, ser interpretada de maneira pejorativa. No polonês, as profissões femininas são designadas pela terminação “ka”, mas o mesmo terminativo é usado para diminutivos. O termo “nauczycielka” é usado para a profissão de maestrina, assim como o diminutivo da palavra café (kawa) é “kawka”, cafezinho. Por essa associação do terminativo “ka” com diminutivos, a ex-ministra do Esporte e Turismo polonês, Joanna Mucha, decidiu usar a versão latina “ministra” e se recusou a ser chamada de “ministerka”, pois poderia ser pejorativamente confundida como “ministrinha”.
Entre os países analisados, o Brasil (e a língua portuguesa) não está entre os países mais conservadores. Desde 2012, palavras como “bacharela” e “mestra” se tornaram obrigatórias em diplomas. A obrigatoriedade foi determinada pela Lei 12.605, na qual o Artigo 1º especifica que “instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido”.
Muitos termos de profissões podem ser aplicados aos dois gêneros, como as palavras terminadas com o sufixo “ente”, “ante”, “inte” e “ista” (como, por exemplo, “pianista”). Para se referir à ex-presidente Dilma Rousseff, tanto “presidente” como “presidenta” são termos corretos – a escolha linguística de Dilma por “presidenta” era uma opção política para reforçar o gênero feminino, uma decisão elogiada pela professora Elisa Battisti, da UFRGS. “A imposição do emprego do termo ‘presidenta’, mesmo enfrentando resistências, lança luz sobre a questão da inferiorização da atuação das mulheres no espaço social, o que a médio e longo prazo contribui para se repensar e rever as relações sociais”, diz.
(Fonte: Revista Época. Disponível em:http://epoca.globo.com/educacao/noticia/2017/03/. Acesso em 09/03/2017.)
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 1. Diferentemente da França, no Québec, a expressão “madame le ministre”, criada por lei, demonstra a preocupação do governo em incorporar à língua termos específicos para designar os cargos ocupados por mulheres. 2. A Polônia mantém-se conservadora e está entre os países que não incorporaram termos específicos para designar os cargos ocupados por mulheres, obrigando a ministra do Esporte e do Turismo daquele país a adotar um termo latino. 3. O Brasil ocupa uma posição intermediária no que diz respeito à incorporação de termos específicos para designar os cargos ocupados por mulheres. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2714225 Engenharia de Telecomunicações

Com relação à propagação de ondas de rádio em canais de comunicação sem fio, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2714224 Telecomunicações

Na figura a seguir, é mostrado o diagrama em blocos de um receptor AM do tipo super-heteródino.


Imagem associada para resolução da questão


Supondo que se deseja sintonizar o sinal de uma estação de rádio cuja frequência portadora é igual a 1 MHz, qual deverá ser, nesse caso, a frequência do oscilador local?

Alternativas
Q2714223 Telecomunicações

O espectro de radiofrequências é a faixa do espectro eletromagnético de 9 kHz a 300 GHz utilizada na radiocomunicação. O espectro de radiofrequências, por sua vez, é dividido em faixas cujo uso é administrado pela Anatel.


Com relação ao assunto, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.


1. Faixa de LF.

2. Faixa de SHF.

3. Faixa de VHF.

4. Faixa de UHF.


( ) Sistemas de satélite Banda C e Banda Ku utilizam essa faixa.

( ) A maioria das comunicações submarinas são efetuadas nessa faixa.

( ) Sinais de radiodifusão de TV digital são transmitidos nessa faixa.

( ) Faixa que vai de 30 MHz até 300 MHz.


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Alternativas
Q2714222 Telecomunicações

A modulação em frequência (FM) é uma forma de modulação angular na qual a frequência instantânea da onda portadora varia linearmente com o sinal de mensagem. O sinal modulado em frequência é descrito no domínio do tempo por:



em que Ac é a amplitude da onda portadora, fc representa a frequência da portadora não modulada, kf é a sensibilidade à frequência do modulador e m(t) representa o sinal de mensagem. Com relação ao assunto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) A potência média do sinal s(t) é igual a A2c/2, independentemente da potência de m(t).

( ) Quanto maior for a sensibilidade à frequência do modulador, maior será a largura de banda ocupada pelo sinal s(t).

( ) A largura de banda do sinal s(t) é igual ao dobro da largura de banda da mensagem.

( ) Quanto maior for a largura de banda ocupada pelo sinal s(t), melhor será o desempenho em relação a ruído do sistema FM.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q2714221 Telecomunicações

GSM (Global System for Mobile Communications) é o padrão de telefonia móvel de segunda geração (2G) que integra canais de voz e comunicação de dados mais usados no mundo. A respeito do assunto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2714220 Telecomunicações

Um sinal de voz com largura de banda igual a 4 kHz é amostrado à sua taxa de Nyquist e as amostras são digitalizadas utilizando-se um quantizador uniforme de oito bits. A sequência binária resultante é transformada em uma forma de onda elétrica com sinalização polar NRZ (não retorno a zero). Utilizando como base para definir a largura de banda do sinal NRZ a largura do lóbulo principal do seu espectro, assinale a alternativa que apresenta a largura de banda do sinal NRZ.

Alternativas
Q2714219 Telecomunicações

A modulação de amplitude é uma forma de modulação de onda contínua em que a amplitude de uma onda senoidal é variada de forma contínua, de acordo com o sinal de mensagem que se deseja transmitir. A modulação de amplitude pode ser classificada em quatro tipos, dependendo do conteúdo espectral do sinal modulado. Com relação ao assunto, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.


1. Modulação de amplitude padrão (AM).

2. Modulação de banda lateral dupla e portadora suprimida (DSB-SC).

3. Modulação de banda lateral única (SSB).

4. Modulação de banda lateral vestigial (VSB).


( ) Tipo de modulação de amplitude que requer uma largura de banda de transmissão igual ao dobro da largura de banda da mensagem. É necessária a utilização de um detector coerente para recuperar a mensagem no receptor.

( ) Tipo de modulação de amplitude mais eficiente do ponto de vista espectral.

( ) Tipo de modulação de amplitude que requer uma largura de banda de transmissão igual ao dobro da largura de banda da mensagem. A mensagem pode ser recuperada no receptor com a utilização de um detector de envoltória.

( ) Tipo de modulação utilizado na radiodifusão de TV analógica.


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Alternativas
Q2714216 Engenharia Eletrônica

Um sinal de voz com potência média igual a 14 dBm é passado através de um amplificador com ganho de potência igual a 16 dB. Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que apresenta o valor correto da potência média do sinal de saída desse amplificador.

Alternativas
Q2714215 Engenharia Eletrônica

O termo sistema refere-se a qualquer dispositivo físico que produza um sinal de saída em resposta a um sinal de entrada. No domínio do tempo, um sistema linear é descrito em termos de sua resposta ao impulso. A respeito do assunto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2714214 Engenharia Eletrônica

Sinais determinísticos são sinais que contêm informação sobre o comportamento de algum fenômeno físico. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:


1. Sinais (formas de onda) fisicamente realizáveis podem ser representados por funções complexas do tempo.

2. Sinais fisicamente realizáveis têm um valor pico finito.

3. Sinais fisicamente realizáveis têm valores significativos de amplitude diferentes de zero num intervalo infinito de tempo.

4. Sinais fisicamente realizáveis são representados por funções contínuas do tempo.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2714213 Telecomunicações

Com relação à conectorização óptica da terminação de uma fibra multimodo, através de conectores do tipo SC ou ST, identifique a etapa que NÃO faz parte desse processo.

Alternativas
Q2714212 Telecomunicações

Considere o diagrama esquemático de uma rede óptica utilizando a tecnologia PON para levar a fibra até a casa do usuário final (FTTh – Fiber to the home), apresentado na figura ao lado:


Imagem associada para resolução da questão


Considere que o equipamento receptor óptico do usuário P64 tem sensibilidade de -20 dBm. O Hub tem taxa de dados de downstream de 2,5 Gbps. As fibras ópticas ligando o Hub até o splitter de 1:64 usuários, numa distância L1 = 5 km, bem como o cabo óptico que liga o splitter ao P64, com L2 = 200 m, apresentam coeficientes de atenuação de 0,5 dB/km. Os conectores nas terminações das fibras apresentam perdas de 1 dB. Suponha não haver emendas nas fibras ao longo dos trechos considerados. Para uma margem de garantia de 10 dBm acima da sensibilidade mínima do receptor, a potência Po na saída do Hub e a taxa de dados para o usuário final terão, respectivamente, os valores aproximados de:

Alternativas
Q2714211 Telecomunicações

Em engenharia de telecomunicações e projeto de sistemas de comunicação óptica, é bastante útil converter as unidades de medida de potência para uma escala logarítmica em decibel (dB). Uma vez que a potência é medida em watts, um valor de potência em escala logarítmica será dado pela equação PdB = 10 log10 (P/Pref), sendo Pref um valor de referência de potência. A unidade de medida na escala logarítmica é expressa por dB seguido de uma letra que indica a escala de referência. Duas unidades de medida muito utilizadas em sistemas de comunicação referentes à potência de sinal em escala logarítmica são o dBW e o dBm, cujas potências de referência Pref valem 1 W e 1 mW, respectivamente. Nesse caso, 1 W corresponde a 0 dBW, e 1 mW corresponde a 0 dBm. Assim, a relação correta para a conversão entre as unidades dBW e dBm é:

Alternativas
Q2714210 Arquitetura de Software

Com relação às redes ópticas e suas principais topologias, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.


1. Topologia em árvore.

2. Topologia em anel.

3. Topologia em estrela.

4. Topologia em barramento.


( ) Os usuários são conectados ao terminal de linha óptica (OLT) através de derivações de um entroncamento principal, permitindo conexão ponto-multiponto.

( ) É a mais adequada para uma rede óptica passiva (PON) em uma rede local (LAN), pois permite o compartilhamento de infraestrutura entre todos os usuários, reduzindo custos, com o sinal sendo levado de uma OLT até um splitter, que divide o sinal entre os N usuários finais.

( ) Os usuários finais são conectados diretamente a um terminal de linha óptica (OLT), permitindo grandes taxas de transmissão de dados e uso de bandas dedicadas ao usuário final.

( ) Permite adotar esquemas de redundância e segurança, com conexão ponto-multiponto, porém torna difícil a administração e localização de defeitos.


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Alternativas
Q2714209 Engenharia Elétrica

Um OTDR (Optical Time Domain Reflectometer) é um refletômetro no domínio do tempo muito utilizado na caracterização de fibras ópticas, conectores e emendas. Basicamente, injeta-se um pulso óptico na fibra óptica que se quer analisar e mede-se a intensidade e atraso das várias reflexões ao longo da fibra, que voltam ao ponto de entrada do sinal na fibra. As reflexões ocorrem devido a falhas na fibra óptica, espalhamento Rayleigh, regiões com curvas, conectores, emendas e terminações da fibra, permitindo também a medição do comprimento L de uma fibra e a atenuação de sinal em função da distância. Um esboço do gráfico típico obtido em um OTDR para uma fibra sem emendas ou conectores, terminada a L = 20 km do OTDR, é mostrado na figura ao lado:


Imagem associada para resolução da questão


Com base no gráfico apresentado, o valor aproximado do coeficiente de atenuação dessa fibra é de:

Alternativas
Respostas
221: C
222: A
223: D
224: B
225: C
226: B
227: C
228: E
229: A
230: E
231: D
232: C
233: A
234: A
235: B
236: E
237: D
238: E
239: D
240: C