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A retroalimentação na pesquisa avaliativa de um programa social consiste em buscar novos dados no meio do processo para avaliar se houve mudanças em relação ao começo da avaliação.
A avaliação, fase do processo das políticas públicas, ocorre antes da implementação da política, materializada por um programa social, durante ou após essa implementação, ou, concomitantemente, durante esses três momentos.
Na avaliação de impactos, foca-se a relação entre metas atingidas e metas propostas, o que exclui o uso do método experimental clássico.
A análise mais indicada para a avaliação de programas de assistência social é a técnico-científica, por promover o fortalecimento da assistência social no cenário das políticas públicas.
A gestão pública democrática contrapõe-se ao planejamento estratégico na medida em que não pactua com o tipo de comunicação vertical exercida no planejamento estratégico nem com a noção de participação assentada em uma microvisão social localista.
No processo de planejamento, o plano delineia decisões relacionadas a ações específicas, mas não define responsabilidades nem indica a viabilidade técnica e política dessas ações.
Na identificação das prioridades de intervenção, utiliza-se o critério de relevância, o que implica, necessariamente, a transformação dos dados objetivos em informações subjetivas da realidade.
O estudo da situação consiste na investigação detalhada de determinado problema com a finalidade de dar respostas de natureza teórica sem a indicação de alternativas de intervenção.
O planejamento normativo é entendido como a forma contemporânea de planificação, visto que nele é adotada a categoria estratégia como procedimento de mobilização e de negociação.
No planejamento social, o programa limita-se à reunião de determinado número de projetos, que devem vigorar no período de tempo definido para a duração do programa.
Por serem, necessariamente, hierarquizadas, as redes sociais são estruturadas com chefes ou postos de comando.
A abordagem de rede social deve partir da centralidade que as redes primárias assumem, devido à importância desse contexto relacional primário para os indivíduos e para as famílias.
As redes de serviços sociocomunitários, caracterizadas como redes microterritoriais, expressam o grau de coesão e confiança social ativa dos habitantes da comunidade, evidenciando o capital social acumulado por eles.
A comunicação é fundamental nos processos grupais de formação de uma rede social, não sendo necessariamente um problema a ocorrência de flutuações na frequência dos participantes aos encontros, desde que haja acompanhamento e adoção de estratégias de manutenção da adesão à rede.
No trabalho social com famílias, o território se torna um conceito utilizável para a análise e a intervenção social, devendo ser pensado juntamente com os atores e sujeitos que dele se utilizam.
A compreensão da família como instituição social historicamente condicionada e dialeticamente articulada com a sociedade na qual está inserida permite pensá-la sempre na perspectiva de mudança, descartando a ideia dos modelos cristalizados.
Consoante o projeto profissional do serviço social, a família, concebida, atualmente, como uma construção de natureza essencialmente privada, é analisada exclusivamente a partir da perspectiva relacional.
O modelo de família com núcleo patriarcal reflete a assimetria sexual, mediante a centralização do poder no homem, tomado como o chefe de família/provedor, cujo papel assumido representa o seu posicionamento na sociedade em geral.
A família caminha por um ciclo vital, marcado por eventos com estreita relação com os significados a eles atribuídos e com a forma como a família é construída.
Regulamentado na legislação que dispõe sobre a profissão do assistente social, o relatório social ou o laudo social geralmente são utilizados como registro do estudo ou da perícia social.