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A educação escolar é composta da educação infantil, da educação básica ― formada pelo ensino fundamental e ensino médio ― e da educação superior.
Segundo Weber, há três tipos de educação, que correspondem a três tipos de dominação: a educação carismática, a educação legal e a educação tradicional.
De acordo com Durkheim, a educação deve ser isolada de outras práticas sociais, pois somente desse modo o processo educativo poderá garantir a autonomia de cada sistema social.
Consoante Marx, as instituições de ensino são por excelência, o lugar a partir do qual é possível desencadear a transformação revolucionária da sociedade, sendo, portanto, o centro irradiador do processo de revolução.
Segundo Mannheim, o que deve ser aprendido na escola não se restringe ao âmbito pedagógico, pois abrange também uma questão política de construção da sociedade democrática.
Conforme idealização de Parsons, a igualdade de oportunidades entre os competidores no início da escolarização é um princípio frequentemente identificado nas práticas das escolas públicas do Brasil.
No planejamento em educação, a avaliação constitui uma fase estanque, em que se deve dar atenção especial à seleção de procedimentos com base em critérios relacionados aos objetivos de ensino, aos conteúdos e às modalidades diagnósticas formativa e somativa.
O planejamento, em regra, está associado a uma ideia de projeção para o futuro, e visa assegurar os meios para o alcance de um fim.
Um bom plano de ensino deve caracterizar-se pela coerência, precisão, objetividade e flexibilidade, que possibilita a inserção, de acordo com as necessidades ou os interesses dos alunos, de temas ocasionais, subtemas não previstos e questões que enriqueçam os conteúdos previamente selecionados.
Uma das diferenças básicas entre o planejamento elaborado segundo o enfoque racional e o participativo consiste na definição de objetivos. As fontes para definição de objetivos educacionais consoante o enfoque racional são as políticas institucionais ou derivadas do diagnóstico de necessidades, ao passo que a formulação de objetivos consoante o enfoque participativo apoia-se mais no feedback que no diagnóstico de necessidades.
Atualmente, o planejamento nas escolas tem sido executado sob a forma de projeto político-pedagógico, modalidade de planejamento resultante de uma construção coletiva em que se negligenciam o diagnóstico e a avaliação da realidade.
De acordo com o behaviorismo, as estruturas cognitivas alteram-se mediante o processo de adaptação, que compreende a assimilação — interpretação de eventos conforme as estruturas cognitivas existentes — e a acomodação — mudança da estrutura cognitiva para compreensão do meio.
O conceito de generalização e o de discriminação foram propostos por adeptos da teoria cognitivista, que preconizam que, em situação de aula, haja momentos em que o aluno proceda à generalização, ou seja, aplique determinado conceito a situações novas, e outros em que ele discrimine,isto é, formule uma resposta específica a um problema proposto.
Consoante a teoria das inteligências múltiplas proposta por Gardner, no processo de ensino, deve-se procurar identificar as inteligências mais marcantes em cada aprendiz e tentar explorá-las para o alcance do objetivo final do processo de ensino-aprendizagem, que é o aprendizado de determinado conteúdo pelo estudante.
Consoante a teoria socioconstrutivista de Bruner, a qual se opõe ao behaviorismo, o aprendizado consiste em um processo ativo do sujeito.
Os paradigmas socialistas de educação, de modo geral, fundamentam-se em uma crítica à educação burguesa, em especial aos mecanismos de reprodução das relações sociais, e na rejeição a qualquer tipo de trabalho infantil.
Ao propor a desescolarização da sociedade, Ivan Illich criticou de forma severa os sistemas escolares, rotulando-os de reprodutores da sociedade, embora, em algumas de suas principais obras, concordasse com os autores que defendiam que boa parte do que se aprende resulta do processo de escolarização.
O paradigma da educação permanente originou-se em meados dos anos 70 do século passado, quando a UNESCO propôs que os sistemas nacionais de educação fossem orientados pelo princípio de que o homem se educa durante toda a vida.
Educadores influenciados pelos paradigmas educacionais holonômicos buscam restaurar a totalidade do sujeito individual, o que faz que sua prática pedagógica se alinhe aos paradigmas marxistas.
A organização sequencial de conteúdos obedece a duas dimensões: a vertical, relacionada ao nível de complexidade dos temas, e a horizontal, relacionada aos diferentes campos do conhecimento humano.