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1. Intercâmbio de vacinas de diferentes fabricantes.
2. Intervalos entre diferentes vacinas.
3. Vacinação de contactantes.
4. Uso de imunossupressores.
5. Amamentação e vacina de febre amarela.
( ) Quando houver necessidade de administrar vacinas vivas atenuadas diferentes, deve-se respeitar o intervalo mínimo de 4 semanas.
( ) A mãe deve suspender temporariamente o aleitamento materno por 10 dias quando o lactente tiver menos de 6 meses.
( ) Devem estar com as vacinas em dia, inclusive familiares e profissionais de saúde, especialmente em caso de imunodepressão na criança.
( ) Sempre que possível, deve-se completar o esquema com o mesmo laboratório; na ausência, pode-se usar outra marca disponível.
( ) Vacinas inativadas podem ter eficácia reduzida, mas não são contraindicadas; já as atenuadas exigem cautela ou adiamento.
I. O uso racional de antimicrobianos nas IRAS deve considerar não apenas a eficácia terapêutica, mas também os efeitos adversos, a seleção de resistência bacteriana e o custo do tratamento.
II. As IRAS apresentam abordagem mais simples que as infecções adquiridas na comunidade, já que os agentes etiológicos são geralmente de fácil identificação e sensíveis aos antibióticos usuais.
III. O uso prévio de antimicrobianos pode interferir no isolamento e na identificação do agente etiológico em pacientes com IRAS.
IV. O Programa de Controle de Antimicrobianos (Antimicrobial Stewardship) orienta a escolha adequada do fármaco, dose, via de administração e tempo de uso.
1. Testes virológicos diretos.
2. Testes sorológicos.
3. Antígeno NS1.
4. Hemograma e exames complementares.
5. Ultrassonografia abdominal.
( ) Indicada nos três primeiros dias de sintomas; detecta proteína viral circulante com sensibilidade semelhante à do RT-PCR.
( ) Inclui isolamento do vírus e detecção de RNA por RT-PCR, devendo ser realizados até o quinto dia de sintomas.
( ) Devem ser coletados a partir do sexto dia de sintomas; detectam anticorpos IgM e IgG.
( ) Permite identificar sinais indiretos de extravasamento capilar, como espessamento da vesícula biliar e derrames cavitários.
( ) Permite avaliação de plaquetas e hematócrito, fundamentais para o monitoramento da evolução e risco de choque.
I. O curso clínico da infecção pelo HIV é mais rápido em crianças do que em adultos, devido à imaturidade imunológica.
II. Aproximadamente metade das crianças infectadas pelo HIV desenvolve imunossupressão moderada ou grave até o final do primeiro ano de vida, quando não tratadas.
III. A progressão rápida ocorre em 20 a 30% das crianças não tratadas, com evolução grave ainda no primeiro ano de vida.
IV. O padrão de progressão lenta é o mais frequente e corresponde à maioria dos casos pediátricos.
Com base nas diretrizes atuais para condução da sepse em crianças, assinale a alternativa correta.
Com base no quadro clínico e nas recomendações atuais, assinale a alternativa correta.