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E.N.S.P, feminino, 24 anos, sem comorbidades, dá entrada no pronto atendimento do Hospital de Urgências, trazida pelo serviço de resgate, após colisão moto x anteparo fixo. Ao exame: via área pérvia, com tubo orotraqueal n 7,5, na rima labial 22, em prancha rígida e com colar cervical. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular reduzido à direita, com percussão timpânica ipsilateral. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular, dois tempos, sem sopros. FC 109, PA 55x40 mmHg. Glasgow 6, pupilas isofotorreagentes. Ausência de lesões expostas à ectoscopia. E-fast demonstra ausência de Lung slide e Lung pulse à direita.
Frente ao caso em questão, qual a conduta adequada?
Y.B.J, 23 anos, dá entrada no pronto atendimento com queixa de dispneia, tosse produtiva, com sensação de pigarro e estridor laringeo. Histórico prévio de acidente automobilístico com necessidade de intubação orotraqueal prolongada e traqueostomia. Ao exame estável, FC 91bpm, PA 120 x 70 mmHg, FR 16 irpm, SO2 98% em ar ambiente.
Qual a conduta adequada para o caso em questão?
J.S, 55 anos, piloto comercial, sem comorbidades. Vem à consulta de cirurgia torácica devido a um quadro de TEP maciço há seis meses, em uso de Rivaroxabana 20 mg/dia e massa bem delimitada em mediastino anterior, com distribuição homogênea do contraste, medindo 2,5 cm. Relata queixas esporádicas de engasgo com alimentos sólidos e fraqueza da cintura escapular.
Frente ao caso clínico, qual a conduta adequada?
L.M.S, 68 anos, portador de neoplasia de pulmão avançada, ECOG 4. Dá entrada no Cancer Center, com dispneia aos mínimos esforços, dor torácica ventilatória dependente a direita e tosse não produtiva. História de outras 3 internações prévias por “água no pulmão”, sendo drenado em duas oportunidades. USG de tórax demonstra bolsão hipoecogênico à direita, com volume estimado em 1350ml, associado a sinais de implantes pleurais. Análise prévia do líquido pleural: exsudato, linfocítico, com células neoplásicas positivas.
Qual seria a conduta adequada?
C.G.B.S, masculino, 22 anos, sem comorbidades. Atleta profissional de futebol, tabagista 4 maços/ano, etilista social. Dá entrada no pronto atendimento do Hospital de Urgências, com queixa de dor torácica súbita à direita e dispneia. Ao exame: Glasgow 15, FC 109 bpm, PA 110 x 90 mmHg, FR 23 irpm, SO2 96%. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular, 2 tempos, sem sopros. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular reduzido à direita, com percussão timpânica ipsilateral. Radiografia de tórax com moderado pneumotórax a direita. Após administração de analgesia comum, paciente assintomático.
Frente ao caso em questão, qual a conduta adequada?
A.J.M, 68 anos, feminino, vem aconsulta médica no ambulatório de cirurgia torácica, devido a achado de nódulo pulmonar em tomografia de abdome. Sem comorbidades e não tabagista. Tomografia contrastada do abdome demonstrando nódulo pulmonar, espiculado, em intimo contato com a veia pulmonar inferior direita e brônquio pulmonar inferior direito, em segmento superior do lobo inferior direito, medindo 2,7 cm, em seus maiores diâmetros, com captação pelo meio de contraste. Realizou biopsia guiada por tomografia, positiva para adenocarcinoma de pulmão, padrão micropapilifero. Estadiamento clínico com PET CT e Ressonância de Crânio sem outras evidências de doença, com lesão pulmonar de 2,7 cm, segmento superior do lobo inferior direito, SUV 3,4.
Qual seria a conduta adequada para o caso relatado?
H.F, 72 anos, feminino, vem à consulta médica no ambulatório de cirurgia torácica, devido a achado de nódulo pulmonar em angiotomografia de tórax. Hipertensa há 25 anos, diabética não insulino dependente há 15 anos. Sedentária, ex-tabagista 40 maços/ano, parou há 20 anos. Angiotomografia de tórax demonstrando nódulo pulmonar, espiculado, justa pleural, em segmento anterior do lobo superior direito, medindo 7 mm, em seus maiores diâmetros, com tênue captação pelo meio de contraste.
De posse das recomendações para manejo dos nódulos pulmonares, qual a conduta adequada?
A.S.D, 68 anos, feminino, acompanha seu pai com câncer de pulmão, em consulta, no ambulatório de cirurgia torácica. Hipertensa há dez anos, hipotireoidismo há cinco anos. Sedentária, ex-tabagista, 35 maços/ano, parou há 12 anos. Extremamente preocupada com a possibilidade de ser portadora de neoplasia de pulmão. Dessa maneira, solicita aconselhamento para essa avaliação.
Frente a esse caso, qual seria a conduta adequada?
C.G.B.S, masculino, 22 anos, sem comorbidades. Atleta profissional de futebol, tabagista 4 maços/ano, etilista social. Dá entrada no pronto atendimento do Hospital de Urgências, com queixa de dor torácica súbita à direita e dispneia. Ao exame: Glasgow 15, FC 109 bpm, PA 110 x 90 mmHg, FR 23 irpm, SO2 91%. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular, dois tempos, sem sopros. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular reduzido à direita, com percussão timpânica ipsilateral.
Frente ao caso em questão, qual a principal hipótese diagnóstica e qual a propedêutica complementar adequada, nesse momento, respectivamente?
Uma genitora, proveniente do interior, apresentou-se com sua criança de 5 anos na ala pediátrica para atendimento médico. Ao realizar o primeiro atendimento, o interno teve a ideia de pedir ajuda ao seu irmão, residente de cirurgia plástica. Em vídeo chamada, o residente notou que a criança tinha braquicefalia, hipoplasia do terço médio da face, exorbitismo e extremidades sem alterações.
Ao se deparar com a situação descrita no caso acima, ele se recordou de uma questão que caiu em sua prova, que abordava tais alterações sendo mais comuns nos portadores da síndrome de
Em uma vítima de agressão, pesando 80kg, com lesão cortante, extensa, com profundidade até hipoderme, sem lesão muscular, nota-se que a sutura cutânea seria resolutiva para o caso. Dentre os medicamentos disponíveis para a anestesia local, há lidocaína a 2% com vasoconstritor (1:200.000), contendo 20 ml em cada frasco.
Qual o máximo de volume deste anestésico, sem diluição ou outros acréscimos, poderá ser administrado localmente, em região subdérmica, para a realização da sutura neste paciente, com segurança?
Após curtir um dia inteiro de praia, à noite a paciente apresentava a pele bastante eritematosa e dolorosa em regiões dorsal, lombar, peito, barriga e em toda a extensão dos braços.
No atendimento na Unidade Básica de Saúde (UBS), a conduta adequada do profissional foi
Paciente de 70 anos, tabagista inveterada, claudicante limitante, com alto risco cardiológico e passado de laparotomia exploradora por úlcera, tem doença estenótica intensamente calcificada grave apenas em bifurcação aorto-ilíaca (até terço proximal de ilíacas comuns). Ao exame ausência de pulsos femorais, evoluiu com dor isquêmica de repouso.
A partir do caso descrito acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada?