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Observe a imagem a seguir.

Em relação a esse ECG, nota-se que esse paciente se apresenta em ritmo de fibrilação atrial, e que os batimentos marcados pela seta se apresentam com QRS alargado, que ocorre devido à variação do comprimento do intervalo RR, marcados pelas estrelas, com ciclo longo seguido por um ciclo curto, com o próximo complexo QRS conduzido com aberrância pela variação do período refratário do feixe de His. Este fenômeno é denominado de
Leia o caso a seguir.
Mulher, branca, 39 anos, professora, com histórico de três abortamentos no primeiro trimestre de gestação. Recentemente, foi diagnosticada com trombose venosa profunda (TVP) em membro inferior direito. Já está em uso de warfarina. O reumatologista decide investigar a presença de anticoagulante lúpico, levantando-se a hipótese de síndrome antifosfolípede.
Considerando que a paciente está em uso de anticoagulante oral, e que o médico optou por mantê-lo, qual seria a conduta laboratorial adequada para a pesquisa de anticoagulante lúpico?
Paciente de 84 anos, sexo feminino, teve queda da própria altura com fratura de fêmur. Após 5 dias da cirurgia para correção da fratura, iniciou quadro de edema em panturrilha esquerda, calor e rubor local, evoluindo também com dispneia súbita progressiva. Negou hemoptise, episódios semelhantes pregressos ou outras comorbidades. No exame físico, apresentou submacicez e estertores finos em região infraescapular direita, frequência cardíaca de 104 bpm, frequência respiratória de 23 irpm, PA 130X85 mmHg.
De acordo com os critérios de Wells para avaliação de tromboembolismo pulmonar (TEP), o caso acima trata-se de um quadro clínico com
Paciente JL, 22 anos, em situação de privação de liberdade (atualmente residente no complexo prisional de Aparecida de Goiânia), tabagista (1 carteira de cigarro convencional por dia há 6 anos), apresenta tosse pouco produtiva com expectoração amarelada há 6 semanas, associada a febre vespertina moderada, sudorese noturna, perda ponderal (4 kg em 4 semanas). No exame físico, apresenta: expansibilidade reduzida, frêmito tóraco-vocal aumentado e submacicez em ápice direito, murmúrio vesicular fisiológico com estertores finos na mesma topografia.
Diante do quadro clínico, qual é a provável hipótese diagnóstica para o caso e o exame complementar de escolha para confirmá-la, respectivamente?
Paciente do sexo feminino, 64 anos, ex-tabagista (carga tabágica de 15 maços/ano, parou há 10 anos), portadora de cardiomiopatia chagásica, admitida no pronto-socorro devido à dispneia progressiva nos últimos 3 meses, com piora há 20 dias, atualmente aos pequenos esforços, associada a ortopneia e dispneia paroxística noturna. No exame físico, destacou-se presença de frêmito tóraco-vocal aumentado, submacicez e estertores finos em regiões infraescapulares bilateralmente.
De acordo com a medicina baseada em evidências, o quadro clínico descrito acima possui qual provável diagnóstico?
Um paciente está em avaliação de injúria renal aguda a princípio de causa indefinida. Tem hematúria microscópica e proteinúria subnefrótica. Na investigação secundária ele apresenta um C3 diminuído. O restante da investigação secundária é normal. Foi realizada uma biópsia renal e a microscopia eletrônica revelou “humps” nos glomérulos.
A provável etiologia da injúria renal aguda é a glomerulopatia
Paciente com diagnóstico recente de tuberculose pulmonar, apresentou hipercalcemia (cálcio de 11,5 mg/dL) na avaliação laboratorial de rotina.
Na presença de doença granulomatosa, a elevação dos níveis de cálcio é atribuída