Questões de Concurso
Para ses-go
Foram encontradas 2.778 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Em rastreio de hepatite B em uma mulher no menacme, a sorologia mostrou HBs-Ag positivo, Anti-HBs negativo, AntiHbc/IgM positivo e Anti-HBc/total também positivo.
Diante deste quadro sorológico, constata-se que esta paciente apresenta
Adolescente de 17 anos de idade, procura atendimento com quadro de amenorreia primária, estatura de 1,58 m, peso de 55 kg, com desenvolvimentos mamários e genital completos, pelos pubianos em estágio P5, introito vaginal normal e ausência de vagina. A ultrassonografia mostra as gônadas intrapélvicas com volumes a direita de 4,5 cm³, a esquerda de 8,0 cm³ e ausência do útero.
Diante deste quadro clínico, pode-se observar que esta paciente possui o cariótipo
Gestante com 15 semanas de gestação refere prurido vulvar e vaginal associado a corrimento esbranquiçado, além de desconforto, disúria e dispareunia. Ao exame ginecológico, observa-se hiperemia vulvar, edema, fissuras e presença de corrimento vaginal esbranquiçado, abundante, de aspecto flocular. O pH vaginal se encontra em torno de 3,5.
Diante desse quadro, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Gestante de 30 semanas, em rastreio de infecções do último trimestre de gestação, tem a sorologia para sífilis com VDRL negativo, FTa-BS IgG = negativo e IgM = positivo.
Segundo orientações do Ministério da Saúde, diante deste quadro sorológico, a conduta a ser adotada deve ser
Gestante de 32 semanas procura o pronto atendimento com queixa de prurido generalizado há cerca de 2 semanas, mais intenso em extremidades, e relata que há dois dias tem percebido as conjuntivas dos olhos amareladas. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, sinais vitais normais, levemente ictérica e com sinais de escoriações pelo corpo, sem rash cutâneo. A avaliação da vitalidade mostra feto em condições tranquilizadoras e os exames laboratoriais maternos mostram leve aumento da FA, GGT e das BT, as custas da BD.
Diante deste quadro, a hipótese diagnóstica mais provável é a
Gestante de 31 semanas de gestação, com polidrâmnio sem causa aparente, entra em trabalho de parto prematuro, com feto com boa vitalidade.
Diante da necessidade da tocólise para a realização da corticoterapia, o medicamento de escolha é
Gestante de 34 semanas, com 35 anos de idade, antecedentes de duas cesarianas, sendo a última há 10 anos, em ultrassonografia de 30 semanas tem o diagnóstico de placenta percreta, localizada em região ístmica da parede anterior do útero e com feto viável.
Diante desse quadro, a medida terapêutica recomendada é
Gestante de 34 semanas, com 39 anos de idade, multípara, com pré-eclâmpsia nesta gestação a partir de 30 semanas, em uso de alfametildopa, chega ao pronto atendimento referindo dor abdominal abrupta, intensa, associada a hipertonia uterina com início há cerca de 2 horas. Ao exame físico, verifica-se FC = 100/m, PA: 140/90 mmHG, AFU = 30 cm, com BCF = 110/m, colo fechado e ausência de sangramento. A ultrassonografia realizada na urgência mostra feto vivo e hematoma retroplacentário de +/-4 cm de diâmetro.
Diante deste quadro, a terapêutica inicial é
Mulher com 30 anos de idade, com diagnóstico de gravidez ectópica íntegra, em tuba direita, com tumoração de 3,4 cm, com batimentos cardiofetais negativos e B-hCG = 2.510 mUI/m.
A escolha da conduta terapêutica desse caso deve ser