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V.C.C. agenda uma consulta para realizar seu “check up” de rotina. Nega comorbidades ou medicações em uso contínuo. Na consulta, o médico afere a pressão arterial, que marca 148x98mmHg. Esta é a primeira vez que a pressão de V.C.C. apresenta elevação.
Utilizando o método SOAP para registro em prontuário, o que deve ser descrito no campo “avaliação”?
Analise a imagem a seguir.

A partir do genograma apresentado acima, conclui-se que
Homem de 65 anos, assintomático, em consulta de rotina, apresentou ao toque retal uma próstata de aproximadamente 60 g com nódulo em lobo direito. PSA total: 1,5 ng/ml.
A partir do caso apresentado, qual conduta deve ser adotada?
Paciente do sexo feminino, 25 anos, com diagnóstico prévio de lúpus eritematoso sistêmico (LES) há 3 anos, FAN 1/640 nuclear homogêneo e anti-dsDNA positivo. Foi trazida ao serviço de emergência após surgimento de cefaleia intensa, vômitos, perda de força em dimidio direito e disartria há 72 horas. A tomografia computadorizada (TC) de crânio evidenciou área de hipodensidade frontoparietal à esquerda aguda/subaguda, sem sinais de sangramento e desvio da linha média. Paciente negava o uso de drogas ilícitas. O antecedente obstétrico é marcado por três abortos prévios, um na 5ª e dois na 8ª semana gestacional.
A avaliação laboratorial para diagnóstico e o tratamento de síndrome do antifosfolípede (SAF) consistem em
R.F.S., 9 anos, é encaminhado ao pronto-atendimento com tontura, alteração de equilíbrio e vômitos. Após investigação inicial, foi identificada na ressonância magnética de crânio uma lesão cística no hemisfério cerebelar com nódulo mural que realça determinando efeito de massa e herniação tonsilar.
De acordo com as características morfológicas da lesão na fossa posterior e faixa etária, qual é a hipótese diagnóstica?
B.K.C., 52 anos, sexo feminino, procura o posto de saúde com dor articular nas mãos e punhos há um ano, associada à rigidez matinal e à limitação de movimentação. Diante do quadro apresentado, os exames laboratoriais demonstraram anemia, anti-ccp e fator reumatoide positivos.
Considerando o quadro clínico e exames laboratoriais, a alteração de imagem esperada na coluna vertebral para a hipótese diagnóstica é
Uma mulher de 38 anos foi diagnosticada recentemente com tuberculose pulmonar bacilífera, iniciando tratamento supervisionado na unidade de saúde. Seu esposo, de 42 anos, comparece ao serviço de referência como contactante domiciliar, relatando nenhum sintoma respiratório e bom estado geral. Ele não possui comorbidades, teste para HIV negativo e apresenta vacinação BCG na infância.
Qual é a conduta para esse contactante?
Paciente do sexo masculino, 19 anos, procura o pronto atendimento de urgência devido a quadro de dispneia, tosse seca e chiado no peito progressivos há quatro dias, com piora noturna. Nega febre ou expectoração purulenta. Há uma semana, iniciou o uso diário de dispositivo eletrônico de vaporização (POD) com nicotina 5% (50 mg/mL). Refere ter tido “bronquite” na infância, com melhora completa na adolescência. Ao exame físico, apresenta sibilos difusos bilaterais, fala entrecortada, saturação de O₂ = 94% em ar ambiente.
Considerando a hipótese diagnóstica de asma brônquica em crise, qual deve ser a conduta medicamentosa inicial?
Paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista com carga tabágica de 45 maços-ano, hipertenso em uso de losartana 50 mg/dia, procura atendimento ambulatorial por dispneia e tosse seca progressivas há 2 anos. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 21 irpm, murmúrio vesicular reduzido nos ápices e estertores crepitantes finos bibasais. Saturação periférica de oxigênio em ar ambiente: 92%. Traz tomografia computadorizada de tórax realizada durante internação devido a piora da tosse há 2 meses, que mostra áreas de enfisema centrolobular nos lobos superiores associadas a reticulações, bronquiectasias e bronquiolectasias de tração nos lobos inferiores, e cistos de faveolamento, sem consolidações ou derrame pleural.
Considerando o quadro clínico e o achado tomográfico, o diagnóstico provável e o exame complementar a ser solicitado para confirmar a repercussão funcional da doença são, respectivamente:
Recém-nascido, cuja mãe fez tratamento adequado para sífilis durante a gestação, após o nascimento apresenta teste não treponêmico negativo, assintomático ao exame físico.
Qual deverá, nesse caso, ser a conduta referente à sífilis congênita?