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A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e silvestre).
No ciclo urbano, a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos infectados. No ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos predominantemente silvestres. No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são considerados os principais hospedeiros, amplificadores do vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que, nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
É uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja, todo evento suspeito (tanto morte de primatas não-humanos, quanto casos humanos com sintomatologia compatível) deve ser prontamente comunicado/notificado, em até 24 horas após a suspeita inicial, às autoridades locais competentes pela via mais rápida (telefone, email etc.). Às autoridades estaduais de saúde cabe notificar os eventos de febre amarela suspeitos ao Ministério da Saúde.
Importante: No Brasil o ciclo da doença atualmente é silvestre. Os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados no Brasil em 1942 e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febreamarela. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre os ciclos urbano e silvestre de transmissão da febre amarela, há que se considerar que se diferem porque o ciclo
A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) emitiu um alerta epidemiológico para todos os municípios goianos em relação à identificação da febre amarela em um macaco encontrado morto em Abadia de Goiás. A morte do animal foi notificada no dia 25 de agosto e a confirmação laboratorial ocorreu nesta semana. Outros dois casos estão sendo investigados em Guapó e Aragoiânia.
A SES-GO informa que não há casos ou óbitos confirmados por febre amarela em humanos no ano de 2025, sendo o último caso registrado em 2017. As principais medidas de prevenção para humanos incluem a vacinação, o uso de repelentes e roupas que minimizem a exposição da pele. A vacina da febre amarela faz parte do calendário básico de vacinação das crianças de 9 meses a menores de 5 anos, sendo uma dose aos 9 meses de idade e uma dose de reforço aos 4 anos, além de dose única na população de 5 a 59 anos de idade nãovacinada. Em Goiás, a cobertura vacinal para a febre amarela está atualmente em 71,57%, abaixo da meta prevista pelo Ministério da Saúde, que é de 95%.
Disponível em: https://goias.gov.br/saude/goias-confirma-circulacao-do-virusda-febre-amarela-em-abadia-de-goias/. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre a febre amarela, pode-se dizer que se trata de uma infecção viral, com vírus pertencente à família
O peptídeo natiurético tipo B (BNP) é um hormônio que é principalmente liberado do miocárdio no ventrículo... O BNP possui uma multiplicidade de funções cardíacas e é liberado como um hormônio contrarregulatório, em resposta a uma variedade de estresses cardíacos, mas particularmente de estiramento (strech) cardíaco. É significativamente afetado por mudanças no volume e no desempenho cardíaco, e entre os seus efeitos estão a redução do volume de fluido e vasodilatação. Assim, este hormônio é um biomarcador sensível a alterações na fisiologia ventricular.
BURTIS & BURTIS. Tietz: Fundamentos de Química Clínica e diagnóstico molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016, p. 1051.
Em relação ao texto exposto, em pacientes com doença de Chagas crônica, o BNP pode contribuir para o diagnóstico
Surto na Bahia é alerta para transmissão da doença de Chagas por alimentos
A Vigilância Epidemiológica da Bahia emitiu um alerta sobre o surto de transmissão oral da doença de Chagas após a confirmação de cinco casos e uma morte no primeiro semestre. Causada pelo parasita chamado Trypanosoma cruzi, a doença é tradicionalmente conhecida por ser transmitida por meio da picada do inseto barbeiro.
A transmissibilidade da doença, no entanto, mudou de perfil nos últimos anos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, casos de transmissão oral da doença de Chagas, ou seja, quando a doença é transmitida pela ingestão de alimentos contaminados atualmente somam cerca de 70% de todos os casos da doença no Brasil. Dentre estes alimentos contaminados, destacam-se o açaí e o caldo de cana, a popular garapa.
Disponível em: https://chagas.fiocruz.br/blog/surto-na-bahia-e-alerta-paratransmissao-da-doenca-de-chagas-por-alimentos/. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre a transmissão oral da doença de Chagas, é possível considerar que seu principal mecanismo é pela ingestão da forma
“Em geral, esses testes empregam um suporte de nitrocelulose sensibilizado com anticorpos monoclonais ou policlonais direcionados contra antígenos parasitários, como a PjHRP2, plDH e aldolase de Plasmodium... De modo geral, o procedimento envolve os seguintes passos: o sangue é coletado após punção digital, em tubo microcapilar contendo ou não anticoagulante; a amostra é misturada a um tampão de lise e a um anticorpo específico, marcado com ouro coloidal ou rodamina, formando um complexo antígeno-anticorpo marcado, nos casos positivos. Alguns testes apresentam o anticorpo marcado depositado na fita de nitrocelulose, e somente a solução de lise é adicionada ao sangue. O complexo migra por capilaridade, de encontro à linha ou às linhas de captura do antígeno por um anticorpo específico e a uma linha controle, na qual outro anticorpo captura o anticorpo marcado.”
FERREIRA et al. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Autoimunes. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013 pp. 291-292.
Com base na descrição apresentada, pode-se considerar que o método exposto retrata a técnica de