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Leia o caso clínico a seguir.
Criança de cinco anos, com corrimento e prurido. Ao exame físico, verifica-se corrimento amarelado e fétido associado a hiperemia e escoriações vulvar e perianal.
Diante deste quadro, a principal hipótese diagnóstica e o tratamento são, respectivamente:
Leia o caso clínico a seguir.
Gestante com 16 semanas de gestação refere corrimento com prurido, ardência genital e odor fétido, que piora após os coitos. Ao exame físico, encontra-se corrimento amarelado, bolhoso e fétido associado a colpite focal.
A hipótese diagnóstica mais provável e o tratamento são, respectivamente:
Leia o caso clínico a seguir.
Gestante com 34 semanas, HIV positivo, em terapia retroviral combinada há mais de cinco anos, com carga viral indetectável, solicita esclarecimento sobre como será o seu parto.
As informações que devem ser passadas para a gestante são:
Leia o caso clínico a seguir.
Adolescente chegou de viagem recente e apresenta rash cutâneo eritematoso, com dor de garganta, febre e conjuntivite. Fechado o diagnóstico de sarampo.
Assim, qual é a recomendação referente ao caso?
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 70 anos, do sexo feminino, ao fazer a poda no jardim de casa, perfurou o dedo com espinho de roseira. A vizinha aconselhou-a a ir à unidade básica de saúde (UBS) para avaliar a profilaxia de tétano. Ao chegar à UBS, disse ter certeza de duas doses de vacina dT ao longo da vida, sendo a última há mais ou menos sete anos, quando teve uma fratura.
Nesse caso, qual profilaxia antitetânica deve ser preconizada para essa paciente?
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 68 anos, trabalhador rural, refere que há um ano apresenta lesão hiperpigmentada de aproximadamente 0,7 cm de diâmetro, localizada na região de dorso superior, com crescimento rápido nos últimos meses. Relata discreto prurido local.
Nesse caso, em relação ao possível diagnóstico de melanoma:
Leia o relato de uma paciente para seu médico de família durante uma consulta.
“Doutor, agendei esse horário com o senhor porque não estou bem, estou sem energia e não consigo fazer meus afazeres domésticos. Meus familiares estão dizendo que estou muito diferente do que eu era, pois estou menos ativa e menos capaz. Deve ser que estou entrando na menopausa. Mas fico pensando, será se não tenho algo mais grave? Tenho uma prima que estava assim e depois descobriu que era câncer. Seria bom uma bateria de exames? Preciso ficar boa!”
O médico de família deve se atentar para os componentes do método clínico de abordagem centrado na pessoa.
Qual componente predominará na abordagem do médico após ouvir o relato da paciente?