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Q4349832 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Uma paciente de 53 anos apresenta secura da boca e dos olhos, há seis meses, acompanhada de poliartralgia e fadiga. Encaminhada ao oftalmologista, foi submetida aos testes de lisamina verde e Shirmer, os quais se mostraram positivos. Apresenta os seguintes resultados de exames laboratoriais: FAN: padrão nuclear pontilhado fino, título > 1/640; anti-Ro e anti-La: positivos; C3 e C4: normais.

Considerando a principal hipótese diagnóstica para esta paciente, dentre as manifestações renais associadas, a mais frequente é:
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Q4349831 Medicina
A doença mista do tecido conjuntivo é uma doença autoimune crônica, que acomete primordialmente mulheres, com início mais frequente entre a quarta e a sexta décadas de vida. Conforme os critérios de classificação, propostos por Kasukawa et al. (1987), a doença será diagnosticada quando três condições forem preenchidas. Dentre estas condições, inclui-se:
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Q4349830 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Uma paciente de 40 anos, com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico há três anos, em uso de hidroxicloroquina 400 mg/dia e fotoprotetor solar, diariamente, vem ao ambulatório com relato de ulcerações orais; cefaleia grave, persistente, e não responsiva à analgesia narcótica; artrite das mãos, punhos, joelhos e tornozelos; distúrbio visual; e dor torácica pleurítica de forte intensidade. Segundo o acompanhante, esse quadro se iniciou há uma semana. Dentre os índices para avaliação da atividade da doença, encontra-se o SLEDAI-2K.

De acordo com este índice, qual o número de manifestações pontuadas com a maior pontuação (8 pontos) a paciente apresenta?
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Q4349829 Medicina
No monitoramento terapêutico das doenças osteometabólicas, podem ser utilizados os marcadores bioquímicos da remodelação óssea, os quais podem ser divididos em marcadores da reabsorção óssea e marcadores da formação óssea. Respectivamente, constituem exemplos destes marcadores:
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Q4349828 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente do sexo masculino, de 36 anos, morador de rua. Refere há cerca de oito meses mal-estar, febre vespertina não aferida, sudorese, dispneia aos moderados esforços, tosse seca esporádica e perda de 7 kg no período. Nega tabagismo. Ao exame, apresentava-se em regular estado geral, eupneico, consciente. Ausculta pulmonar com redução de murmúrio vesicular no terço inferior do hemitórax esquerdo associado com frêmito toracovocal diminuído e percussão com macicez no mesmo local. O raio X de tórax mostra velamento no terço inferior do hemitórax esquerdo, sem outras alterações.

Qual é a conduta indicada para diagnóstico desse caso?
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Q4349827 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 67 anos, ex-tabagista. Refere, há cerca de dois anos, dispneia progressiva até com moderados esforços, sem outros sintomas associados. Apresentava ao exame físico bom estado geral, saturação periférica de oxigênio a 94% em ar ambiente, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais, sem outras alterações. Espirometria normal. Tomografia de tórax com espessamento de septos inter e intralobulares, com predomínio basal e subpleural, associado com bronquiectasias de tração e faveolamento, caracterizando PIU (pneumonia intersticial usual) típica. Sem história de exposições a aves, a mofo ou ocupacionais. Exames laboratoriais sem alterações, sorologias reumatológicas negativas. 
Após confirmação diagnóstica, qual é o tratamento indicado para esse paciente? 
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Q4349826 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 67 anos, ex-tabagista. Refere, há cerca de dois anos, dispneia progressiva até com moderados esforços, sem outros sintomas associados. Apresentava ao exame físico bom estado geral, saturação periférica de oxigênio a 94% em ar ambiente, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais, sem outras alterações. Espirometria normal. Tomografia de tórax com espessamento de septos inter e intralobulares, com predomínio basal e subpleural, associado com bronquiectasias de tração e faveolamento, caracterizando PIU (pneumonia intersticial usual) típica. Sem história de exposições a aves, a mofo ou ocupacionais. Exames laboratoriais sem alterações, sorologias reumatológicas negativas. 
Para confirmação diagnóstica, qual é a conduta indicada para esse paciente? 
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Q4349825 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 67 anos, ex-tabagista. Refere, há cerca de dois anos, dispneia progressiva até com moderados esforços, sem outros sintomas associados. Apresentava ao exame físico bom estado geral, saturação periférica de oxigênio a 94% em ar ambiente, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais, sem outras alterações. Espirometria normal. Tomografia de tórax com espessamento de septos inter e intralobulares, com predomínio basal e subpleural, associado com bronquiectasias de tração e faveolamento, caracterizando PIU (pneumonia intersticial usual) típica. Sem história de exposições a aves, a mofo ou ocupacionais. Exames laboratoriais sem alterações, sorologias reumatológicas negativas. 
Qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente?
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Q4349824 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 67 anos, alega, há cerca de oito anos, dispneia progressiva até em pequenos esforços, associada com tosse seca diária. Refere tabagismo há 50 anos, cerca de 20 cigarros ao dia. Refere ter sido internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação após quadro de pneumonia. Fez espirometria (VEF1/CVF 66% pós-broncodilatador, CVF 85% previsto, VEF1 45% previsto pós-broncodilatador). Raio X de tórax com hiperinsuflação pulmonar , hemograma com hb 12, eosinófilos 2% (150). Ecocardiograma: FE 65%, sem alterações. Após avaliação de exames , foi confirmado o diagnóstico de DPOC.
Qual é o tratamento indicado para esse paciente? 
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Q4349823 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 67 anos, alega, há cerca de oito anos, dispneia progressiva até em pequenos esforços, associada com tosse seca diária. Refere tabagismo há 50 anos, cerca de 20 cigarros ao dia. Refere ter sido internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação após quadro de pneumonia. Fez espirometria (VEF1/CVF 66% pós-broncodilatador, CVF 85% previsto, VEF1 45% previsto pós-broncodilatador). Raio X de tórax com hiperinsuflação pulmonar , hemograma com hb 12, eosinófilos 2% (150). Ecocardiograma: FE 65%, sem alterações. Após avaliação de exames , foi confirmado o diagnóstico de DPOC.
Qual é a classificação do paciente? 
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Q4349822 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 67 anos, alega, há cerca de oito anos, dispneia progressiva até em pequenos esforços, associada com tosse seca diária. Refere tabagismo há 50 anos, cerca de 20 cigarros ao dia. Refere ter sido internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação após quadro de pneumonia. Fez espirometria (VEF1/CVF 66% pós-broncodilatador, CVF 85% previsto, VEF1 45% previsto pós-broncodilatador). Raio X de tórax com hiperinsuflação pulmonar , hemograma com hb 12, eosinófilos 2% (150). Ecocardiograma: FE 65%, sem alterações. Após avaliação de exames , foi confirmado o diagnóstico de DPOC.
Qual é a conduta inicial indicada para esse paciente?
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Q4349820 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente de 52 anos, do sexo masculino, vem ao consultório com queixa de diminuição de força muscular progressiva há vários meses, iniciada com paresia em membro inferior direito e, há poucos meses, com acometimento em membros superiores. Refere também dificuldade para engolir e percebe que alguns de seus músculos “tremem”. Ao exame físico neurológico: arreflexia em membro inferior esquerdo e hiperreflexia em membros superiores, resposta extensora de hálux direito, fasciculações em coxas, sensibilidade preservada.

O diagnóstico mais provável é:
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Q4349818 Medicina
Qual sintoma é considerado cardinal para o diagnóstico da doença de Parkinson idiopática?
Alternativas
Q4349817 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Esposa de um senhor de 62 anos leva o paciente ao neurologista, pois ele está mais irritadiço que de costume, gritando com ela e com os filhos, “sem nenhum motivo”. A esposa tem percebido desleixo no vestir e menos preocupação dele com banho e higiene. Exame neurológico dentro da normalidade, incluindo o miniexame do estado mental.

Exames laboratoriais sem alteração. O diagnóstico mais provável é:
Alternativas
Q4349813 Medicina
Com relação à epidemiologia e à clínica dos cálculos renais, considera-se o seguinte:
Alternativas
Q4349812 Medicina
Do ponto de vista do transplante renal, na nefropatia diabética,
Alternativas
Q4349811 Farmácia
Qual das reações adversas não está relacionada com o uso de agentes alquilantes para tratamento de glomerulonefrites?
Alternativas
Q4349810 Medicina
O risco de trombose venosa renal (TVR) está aumentado nos pacientes portadores de nefropatia membranosa (NM). Em relação a esse fato, deve-se levar em conta que:
Alternativas
Q4349809 Medicina
Com relação ao potássio de pacientes que estão em diálise peritoneal (DP), 
Alternativas
Q4349808 Medicina
No paciente com injúria renal aguda (IRA), quanto à diálise peritoneal (DP),
Alternativas
Respostas
2701: B
2702: D
2703: C
2704: A
2705: C
2706: C
2707: A
2708: B
2709: D
2710: D
2711: C
2712: D
2713: C
2714: D
2715: C
2716: C
2717: D
2718: C
2719: C
2720: B