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Para a construção do gráfico, o indicador utilizado foi a
Mulher de 35 anos, exercendo a profissão de cozinheira, queixa-se de dor no punho direito, de início há duas semanas. Ao exame físico osteoarticular, apresenta dor intensa à palpação no nível da apófise estiloide do rádio direito, e dor à manobra de adução forçada com a mão fechada.
Considerando-se a principal hipótese diagnóstica para o caso, a manobra descrita denomina-se:
Um homem de 52 anos apresentou-se ao neurologista queixando-se de um tremor. Sua esposa havia notado que o sintoma teve início há um ano, principalmente quando estava em repouso. Ele também reclamou de andar mais devagar, e sua esposa relatou que sua voz estava mais suave. Relatou que sua caligrafia havia ficado menor e que era saudável e não tinha queixas de problemas cognitivos. No exame físico, ele tinha um tremor de repouso com frequência moderada na mão direita, com leve roda dentada no braço direito. Ao exame da marcha, ele tinha uma postura ligeiramente flexionada e balançou o braço direito menos do que o esquerdo.
Qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente?
Um homem de 48 anos que normalmente não tem dores de cabeça comparece ao consultório. Ele tem uma história de melanoma, que foi tratada com sucesso. A dor de cabeça dele tem piorado no último mês e tem se mantido constante. A dor é profunda, em torno do lado esquerdo das regiões temporal e frontal esquerda. Ele admite ter febre baixa intermitente e leve perda de peso. Ele está preocupado porque sua mãe tinha “algum tipo de tumor cerebral”.
Qual dos sintomas é considerado um "red flag" na avaliação dessa dor de cabeça?
Paciente de 32 anos, sexo masculino, consulta pela primeira vez no ambulatório de gastroenterologia, basicamente por queixa de disfagia proximal, há cerca de um ano, com entalos frequentes e até a necessidade de endoscopia de urgência para retirada de bolo alimentar impactado.
Nesse caso, qual é a hipótese diagnóstica?
Paciente mulher, de 31 anos, com queixa de aumento de pelos terminais em face, membros superiores, tórax e face, de início logo após a puberdade, de caráter progressivo. Índice de massa corpórea de 27,8 k/m². Ciclos menstruais regulares. Escore de Ferriman-Gallwey: 18 pontos. Avaliação laboratorial com níveis de andrógenos normais, em duas ocasiões diferentes.
De acordo com os dados, para esta paciente:
Paciente esportista, de 35 anos, com queixa de fadiga, piora da performance esportiva e diminuição da libido, com ciclos menstruais regulares. Nega contraceptivo. Faz uso de cloridrato de sertralina, 50 mg/d, há seis meses. Orientada pelo seu “personal trainer” a procurar endocrinologista para avaliar níveis séricos de testosterona e possível terapia de reposição.
Nesse caso, qual é a melhor conduta para essa paciente segundo as diretrizes da Endocrine Society?