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Paciente de 32 anos, sexo masculino, consulta pela primeira vez no ambulatório de gastroenterologia, basicamente por queixa de disfagia proximal, há cerca de um ano, com entalos frequentes e até a necessidade de endoscopia de urgência para retirada de bolo alimentar impactado.
Nesse caso, qual é a hipótese diagnóstica?
Paciente mulher, de 31 anos, com queixa de aumento de pelos terminais em face, membros superiores, tórax e face, de início logo após a puberdade, de caráter progressivo. Índice de massa corpórea de 27,8 k/m². Ciclos menstruais regulares. Escore de Ferriman-Gallwey: 18 pontos. Avaliação laboratorial com níveis de andrógenos normais, em duas ocasiões diferentes.
De acordo com os dados, para esta paciente:
Paciente esportista, de 35 anos, com queixa de fadiga, piora da performance esportiva e diminuição da libido, com ciclos menstruais regulares. Nega contraceptivo. Faz uso de cloridrato de sertralina, 50 mg/d, há seis meses. Orientada pelo seu “personal trainer” a procurar endocrinologista para avaliar níveis séricos de testosterona e possível terapia de reposição.
Nesse caso, qual é a melhor conduta para essa paciente segundo as diretrizes da Endocrine Society?
Paciente do sexo masculino procurou endocrinologista devido a quadro de obesidade, com ganho de 15 quilos nos últimos seis meses, associado a aumento de apetite. No exame físico, apresentava índice de massa corpórea de 33 kg/m² , hipertensão arterial (154/99 mmHg), aumento da circunferência abdominal (108 cm), presença de estrias com 2,0 cm de largura em abdome, de tom violáceo. Feita hipótese diagnóstica de síndrome de Cushing.
Nesse caso, qual é a conduta indicada para confirmação diagnóstica?
De acordo com Matsuno et al. (1984), Brown et al. (1987), McLellan et al. (2002), Shukla et al. (2005) e Rubenwolf et al (2016), por relato histórico, pode-se deduzir que a maioria dos megaureteres sem refluxo segue um curso benigno e se resolve espontaneamente nos primeiros anos de vida). Tal constatação foi confirmada por Ranawaka e Hennayake (2013) que, a partir de estudo observacional prospectivo, mostrou que a resolução completa e o tempo de resolução foram inversamente relacionados ao diâmetro ureteral. Por outro lado, os pacientes com diâmetros ureterais >10 mm eram mais propensos a complicações, como ITUs febris recorrentes, formação de cálculos e dor abdominal, com apenas 17% resolvendo completamente e um total de 21% deles exigindo intervenção cirúrgica.
Neste contexto, a cirurgia no caso de megaureter primário obstrutivo deve ser considerada quando os pacientes são sintomáticos e têm