Questões de Concurso
Para ses-go
Foram encontradas 3.122 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Paciente de 62 anos com quadro de dor abdominal em FIE há dois dias. Durante o exame: febril, FC 102 BPM, dor à palpação em FIE, sem sinal de irritação peritoneal. Leucocitose 18.500/mm³. Tomografia computadorizada evidenciando sigmoide com parede espessada, divertículos e coleção com 7 cm bloqueada em pelve. Com diagnóstico de diverticulite complicada.
Nesse caso, qual é a melhor opção terapêutica?
Paciente de 25 anos chega ao PS trazido por socorristas com história de atropelamento por motocicleta. Está hipotenso, com PA sistólica de 60 mmHg. FAST positivo, iniciado protocolo de transfusão maciça e indicação de laparotomia. No intraoperatório, foi encontrada grande quantidade de sangue na cavidade peritoneal e lesão complexa em seguimento 6 e 7 do fígado. Tentativa de controle de sangramento com manobra de Pringle, e sutura hepática, sem sucesso. Realizado empacotamento hepático com compressas, com aparente interrupção da hemorragia. Houve melhora hemodinâmica, sem sangramento ativo após ressuscitação volêmica e transfusão. A gasometria arterial revelou pH de 7,06. Temperatura de 34 ºC.
Nesse caso, qual é a melhor conduta?
Paciente vítima de colisão de carro contra anteparo fixo. Usava cinto de segurança de duas pontas. Deu entrada na emergência com quadro de dor abdominal moderada e sangue no meato uretral. Realizada tomografia computadorizada com contraste EV, evidenciando extravasamento de contraste na fase tardia, a partir da bexiga, para a goteira parieto-cólica direita.
Nesse caso, qual é a melhor conduta?
Paciente de 62 anos com queixa de dor retal e hematoquezia. Realizou colonoscopia, sendo diagnosticado tumor do reto invadindo a linha pectínea. Anatomopatológico: adenocarcinoma bem diferenciado. Ressonância magnética da pelve: metástase em linfonodos perirretais. Foi realizada neoadjuvância e, após seis semanas, a lesão apresentou regressão incompleta, não havendo alteração do aspecto dos linfonodos na ressonância magnética.
Nesse caso, qual é a melhor opção terapêutica?
Mulher de 69 anos, deu entrada no pronto-socorro há dois dias, com queixa há quatro dias de dor abdominal em região epigástrica e hipocôndrio direito, de forte intensidade, associada a náusea e vômitos. Apresentava massa dolorosa em quadrante superior direito, sinal de Murphy positivo, leucocitose de 18.500/mm³, PCR 130, creatinina de 3,0 mg/dL, rebaixamento no nível de consciência e PA 90x60 mmHg. Foi encaminhada para UTI, quando teve início de antibioticoterapia de amplo espectro, suporte clínico e correção de disfunção orgânica, todavia sem melhora. Apresentou piora da função renal e necessidade de droga vasoativa.
Nesse caso, qual é a melhor conduta no momento?
No 8º dia de pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica por provável colecistite aguda, o paciente retorna sem queixas, trazendo resultado de histopatológico: “Adenocarcinoma – lesão invade tecido conjuntivo perimuscular na face hepática, sem extensão ao fígado. Linfonodo do ducto cístico livre de neoplasia”.
Nesse caso, qual deverá ser a conduta?
Homem, de 53 anos de idade, etilista, é admitido no pronto atendimento com disfagia, taquicardia e febre. Relato de “engasgo” com osso há dois dias, seguido de vômitos intensos. Radiografia de tórax: alargamento mediastinal e pneumomediastino.
Nesse caso, qual é a conduta mais adequada?
Paciente de 61 anos de idade procura serviço de urgência com quadro de dor abdominal, distensão e parada de eliminação de gases e fezes. Informa uso de laxativos há longa data e piora do hábito intestinal há três meses. Nega vômitos. Apresenta-se durante o exame em regular estado geral, com desidratação +/4+. Abdome distendido, doloroso à palpação, sem sinal de irritação peritoneal e sem massas palpáveis. Toque retal com ausência de fezes em ampola e presença de lesão vegetante circunferencial a 7 cm da borda anal. Tomografia de abdome total: ausência de lesões hepáticas, sem líquido livre; ausência de distensão de delgado; importante distensão colônica; espessamento em reto médio distal, com aumento de linfonodos em mesoreto.
Diante do quadro atual, qual é a melhor conduta?
Paciente masculino de 78 anos deu entrada no prontosocorro com quadro de HDA. Referia ingestão recente de anti-inflamatório não esteroidal devido à dores articulares. Sabidamente portador de doença ulcerosa péptica que estava sob controle com o uso de omeprazol (sic). A endoscopia digestiva alta mostrou uma úlcera duodenal na parede posterior caracterizada como Forrest IIb, que foi tratada. Seis horas depois, apresentou novo episódio hemorrágico com hipotensão arterial, mesmo recebendo 6U de concentrado de glóbulos.
Neste caso, a conduta terapêutica deve ser: