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Paciente com risco cardiológico e pneumológico alto, submetido há 2 dias à angioplastia coronariana, evoluindo com pequeno hematoma em região inguinal em sítio de punção, clinicamente bem, sem dor.
Realizou estudo com Doppler arterial de membro inferior com o seguinte resultado:
• Pseudoaneurisma de A. Femoral comum direita em sua bifurcação com tamanho de 1,1 cm e colo de 1mm. Fluxo distal preservado.
A partir dos dados apresentados no caso clínico acima, qual é a conduta mais adequada?
A.D.M., 40 anos, foi submetido a herniorrafia unilateral direita a Linchestein. Durante o reparo cirúrgico, foi visualizado que o defeito herniário estava lateral aos vasos epigástricos. Ainda, foi visualizado anel inguinal interno dilatado, destruindo a fáscia transversal do triângulo de Hesselbach.
Segundo a classificação de Nyhus, trata-se de hérnia
R.A.B., 25 anos, com quadro de anorexia, vômitos, dor periumbilical com migração da dor para a fossa ilíaca direita, com tempo de evolução de 24h. Ao exame físico: temperatura axilar (36,5 graus celsius). Apresenta defesa de parede no quadrante inferior direito do abdome e dor à descompressão brusca em fossa ilíaca direita. Exames laboratoriais: leucocitose, sem desvio à esquerda.
O escore de alvarado desse paciente é
Paciente de 24 anos, sexo feminino, hígida, com relato de dor intensa em hipocôndrio direito, icterícia, coúria e acolia fecal há 3 dias.
A principal hipótese diagnóstica do caso descrito acima é
Leia a situação problema a seguir.
Um hospital de alta complexidade abriu um serviço de cirurgia pediátrica eletiva de pequeno porte com dez leitos. Com a média de permanência de três dias, a diretoria técnica, junto com o setor de psicologia, optaram por testar a oferta de atendimento exclusivamente por solicitação dos pacientes, familiares ou equipe. Dois meses depois, os psicólogos concluíram que a assistência deveria ser composta de atendimento inicial e, a partir daí, o retorno ocorreria apenas por solicitação. Além disso, cinco vezes por semana, seria oferecido um grupo ludoterápico, de 90 minutos, compartilhado com a terapia ocupacional. Após a implementação das mudanças, constatou-se uma média de duas solicitações diárias para esse público.
Levando-se em consideração que o setor de psicologia só funciona de segunda a sexta-feira e que o serviço em questão apresenta média de 15 admissões/semana, quantas horas trabalhadas semanais em média seriam necessárias para atender à demanda, de acordo com parâmetros de hora-assistencial recomendados na Nota Técnica CRP 09 03/2019?
Leia o relato do caso a seguir.
M., do sexo feminino, de 14 anos, chega ao CAPS AD III Infanto-juvenil de Aparecida de Goiânia em uma sexta-feira tarde da noite, acompanhada por conselheira tutelar, após ter sido encontrada por um policial numa festa, com claros sintomas de intoxicação e ter se recusado a informar nome ou local de residência. No dia seguinte, concorda em prestar as informações necessárias e sua família é localizada. A mãe chega à unidade surpresa porque supostamente a filha estava passando o final de semana em casa de uma amiga e jamais havia tido qualquer envolvimento com drogas que fosse de seu conhecimento. A adolescente confirma o uso de drogas lícitas e recreativas já há cerca de três anos e que, na noite anterior, havia experimentado crack. Após este evento, passa a fazer acompanhamento no CAPS em atendimentos grupais e individuais com os diversos profissionais. M. é filha única de pais separados, sendo que o genitor vive fora do país desde que esta tinha quatro anos e não vê a filha mesmo antes da separação. É reservada, mas desenvolve bom vínculo com a psicóloga que passa a ser sua profissional de referência. Em dado momento, a terapeuta suspeita que M. tenha sido vítima de abuso sexual durante a infância, fato que não pôde ser comprovado ou descartado na relação terapêutica. Após dois anos e meio, a adolescente muda de cidade e interrompe o atendimento, havendo alcançado a abstinência e sem histórico de recaídas nos últimos 27 meses.
De acordo com as resoluções do CFP e notas técnicas do CRP 09, qual atitude deve ser adotada na condução deste caso?
Leia o relato do caso a seguir.
Uma pessoa perde seu cãozinho de estimação, porém este cãozinho era muito peralta e desobediente, e ela sempre reclamava por ele ser assim. Ela o amava muito. Inconsolada, ela fala que não quer mais nenhum cãozinho para que não se apegue e sofra novamente. Entretanto, após alguns dias, ela ganha outro cachorro de alguém que tenta confortá-la pela perda do outro. Ela fica contente com a possibilidade de ter um novo amiguinho e coloca-lhe, logo, um novo nome. Mas erra, chamando-o pelo nome do que já morreu. O novo cãozinho é mais obediente e até adestrado, mas ela reclama dele. Ou seja, ela não queria um novo cãozinho porque ainda não havia superado a perda do outro. Assim, ela chama sempre o novo cãozinho pelo nome do antigo, porque, na verdade, ela queria que aquele cãozinho fosse o que morreu e, por isso, também o trata implicando com ele, como se ele fosse o outro, mesmo sendo mais comportado.
Segundo Freud, esse tipo de manifestação do inconsciente é denominado