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I. O tempo de subida de um osciloscópio digital é uma medida de quão rapidamente ele pode responder a uma mudança brusca no sinal de entrada, sendo influenciado pela largura de banda do sistema de aquisição e pela taxa de amostragem. II. O fenômeno de aliasing ocorre quando a frequência do sinal de entrada é menor que a metade da taxa de amostragem do osciloscópio, resultando em uma representação incorreta do sinal original na tela. III. O trigger (disparo) é um recurso que permite sincronizar a aquisição do sinal com um evento específico, como um pulso de clock ou uma borda de subida/descida, facilitando a visualização e análise de sinais complexos. IV. A resolução vertical de um osciloscópio digital é determinada pelo número de bits do conversor analógico-digital (ADC), sendo que um ADC de maior resolução permite distinguir variações mais sutis na amplitude do sinal. V. O modo de aquisição persistente (infinite persistence) é útil para visualizar sinais que ocorrem raramente ou de forma intermitente, pois mantém o traço do sinal na tela por um longo período, mesmo após o evento ter cessado.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
“No processo de trabalhar com textos especificamente filosóficos, com outras estruturas e outros registros e no esforço de articular os conhecimentos filosóficos e outras expressões culturais, assim como de debater e de elaborar dissertações, o aluno aprende a examinar o texto como algo que não se encontra fechado em si mesmo, mas aberto a interpretações e a problematizações diversas. De fato, a habilidade hermenêutica supõe a contextualização dos conhecimentos filosóficos sob diversos aspectos” (BRASIL. Ministério da Educação. Orientações educacionais complementares aos parâmetros curriculares nacionais: Filosofia. Brasília: MEC/SEF, 2000).
Considerando o trecho acima, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com os aspectos de contextualização do conhecimento filosófico descritos no documento.
“Embora educadores do renome de um Dermeval Saviani afirmem que exista uma especificidade epistemológica própria da educação, quero defender aqui o contrário. E, para ser mais ousado, vou afirmar que a grandeza da educação reside justamente nesta falta de especificidade, o que faz dela uma área aberta” (GALLO, S. Filosofia e formação do educador: os desafios da modernidade. In: BICUDO, Maria Aparecida Viggiani; SILVA JÚNIOR, Celestino Alves (Org.). Formação do educador e avaliação educacional. São Paulo: UNESP, 1996. v. 2).
O trecho apresentado aponta a crítica feita por Sílvio Gallo, importante filósofo da educação brasileiro, a um paradigma educacional cientificista e pretende conferir à educação uma abertura a outros saberes. Dessa forma, o autor defende um paradigma cuja tônica seja:
“O direito é ao mesmo tempo: um sistema de saber e um sistema de ação; ele pode tanto ser entendido como um texto repleto de proposições e interpretações normativas quanto como uma instituição, isto é, como um complexo de regulamentações da ação” (HABERMAS, Jürgen. Facticidade e validade. São Paulo: Unesp, 2020).
Habermas busca, em “Facticidade e validade”, solucionar o paradoxo da geração da legitimidade jurídica baseada na legalidade. Para realizar essa tarefa, o autor utiliza-se de uma: