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A hipótese do ciclo de vida de Modigliani é compatível com um comportamento de despoupança da parcela da população mais idosa.
Em uma abordagem intertemporal, a taxa de juros pode afetar decisões de consumo, diferentemente da abordagem keynesiana tradicional em que apenas a renda corrente afeta o consumo corrente.
Sempre que uma política fiscal ou monetária provoca efeitos cambiais, há variação nas exportações líquidas.
A imposição de uma política comercial, como tarifas generalizadas sobre as importações sob o regime de taxas de câmbio fixas, tende a reduzir a renda do país.
O efeito final sobre a renda de uma expansão fiscal sob um regime de câmbio flutuante pode ser nulo.
Em um regime de taxas de câmbio flutuantes, uma expansão monetária provoca a desvalorização da moeda nacional, o que tende a favorecer as exportações líquidas e, consequentemente, a renda nacional.
As quedas da taxa de juros descritas no enunciado são resultados de um deslocamento da curva Liquidity Money (LM) para cima e para a esquerda.
Em um regime conhecido como Caixa de Conversão, como o que vigorou no Brasil no começo do século 20, a autoridade monetária autorizada emite moeda nacional somente no caso de deficit comercial, a uma taxa de conversão pré-fixada, que é mantida constante durante a vigência desse mecanismo.
Caso o encaixe monetário dos bancos comerciais seja nulo, a expansão monetária dependerá apenas da preferência do público por papel-moeda.
Sob as premissas da Teoria Quantitativa da Moeda, a moeda é apenas meio de troca, de modo que não há interdependência entre o mercado monetário e o mercado de bens e serviços.
Na teoria clássica de comércio, as vantagens comparativas são explicadas por funções de produção diferentes dos dois países.
O modelo de comércio de David Ricardo descreve como é possível alcançar pontos acima e à direita na fronteira de possibilidades de consumo.
Na existência de economias de escala na produção de um bem, a fronteira de possibilidades de produção de um país é linear.
O modelo de vantagens comparativas de David Ricardo somente é capaz de explicar ganhos de comércio sob uma situação de especialização completa.
O trauma da Grande Depressão foi realçado pelo fato de que um país que rompera clamorosamente com o capitalismo não ficou imune à crise: a União Soviética, embora em níveis menos dramáticos, também experimentou retração da própria economia.
No contexto latino-americano, a Grande Depressão estimulou a ampliação da produção industrial, com vistas a substituir as importações fortemente afetadas pela crise internacional. Esse processo, contudo, enfrentou limitações decorrentes da retração do fluxo de capitais estrangeiros.
Uma das principais consequências econômicas da Grande Depressão foi o abandono do padrão-ouro pelos países ocidentais.
A Grande Depressão determinou a retração do liberalismo econômico por cerca de meio século.
A economia dos EUA após a Guerra de Secessão fundamentava-se na exploração de recursos naturais de um país de dimensões continentais, na consecução de uma moderna infraestrutura produtiva, na expansão da produção agrícola e na implementação de uma política comercial protecionista.
A Guerra de Secessão marcou o encerramento de um ciclo longo da história dos EUA. A partir de 1865, o país vivenciou uma nova fase de desenvolvimento, calcado na superação dos antagonismos sociais e raciais, no trabalho livre e na democracia liberal.