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Acerca das ideias dos textos 1, 2, 3, 4, 5 e 6, julgue (C ou E ) os itens seguintes.
O texto 5 ensejou a elaboração do texto 6.
Acerca das ideias dos textos 1, 2, 3, 4, 5 e 6, julgue (C ou E ) os itens seguintes.
O tema dos textos 2 e 4 é o mesmo: a linguagem infantil.
Acerca das ideias dos textos 1, 2, 3, 4, 5 e 6, julgue (C ou E ) os itens seguintes.
Os textos 2 e 3 apresentam pontos de vista coincidentes com relação à gramática da língua.
Acerca das ideias dos textos 1, 2, 3, 4, 5 e 6, julgue (C ou E ) os itens seguintes.
Nos textos 1, 2 e 6, evidencia-se, de formas diferentes, a plena capacidade da linguagem de refletir a realidade, por meio da denominação.
A frase "vox clamantis in deserto" (l.4-5) está em itálico, porque remete o interlocutor ao respectivo texto-fonte e faz parte da memória coletiva nacional.
O trecho "Eu, se fosse imperador, a primeira coisa que faria era ser o primeiro cético do meu tempo." (l.30-31) produz efeito humorístico, por sua incongruência interna e por desviar-se do "caso de que se trata" (l.31).
O autor valeu-se do discurso indireto livre, que consiste em dar voz e atribuir características e sentimentos humanos a seres inanimados.
O narrador recorreu à função metalinguística da linguagem para formular, ao final da crônica, sua máxima, carregada de arbitrariedade.
Embora pertençam a diferentes gêneros e adotem registros distintos, os textos 5 e 6 versam sobre temática comum.
Caso, no texto 5, o pronome "própria" (l.13) fosse substituído por mesma, seria mantido o sentido da frase, embora se prejudicasse a ênfase dada, no texto, ao termo "República" (l.13).
O emprego de "portanto", na linha 13 do texto 5, permite que se afirme que os fatos narrados acerca dos impostos fundamentam a conclusão do autor de que os problemas relativos a esse assunto precederam o regime republicano.
No texto 5, narrativa de cunho histórico acerca de tema da economia brasileira, o autor emprega predominantemente linguagem referencial e objetiva.
O enunciado "que vive em uma sociedade corrompida" (l.17) tem, no período em que se insere, sentido explicativo.
Se fossem retirados os travessões do trecho "o Emílio bem educado - que, aos 25 anos, se despede de seu educador - é o homem civil" (l.15-17), deveria ser empregada uma vírgula antes do pronome "que" e outra após "educador", para que o sentido original do texto não fosse prejudicado.
Caso o trecho "Emílio, que não é filho, tampouco é aluno..." (l.7) fosse alterado para: Emílio não é filho nem aluno, o período ganharia em concisão, estaria coerente com a informação original do texto, mas teria diminuído seu efeito retórico.
Haveria prejuízo para o sentido original do texto se, no trecho "O menino Emílio não existe, não existiu e não foi pensado para existir" (l.3-4), os termos grifados fossem substituídos pela conjunção coordenativa nem.
A diversidade de temas no trecho "Trata-se ... ato educativo." (l.4-9) compromete a coerência do texto.
