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Com referência a aspectos linguísticos do texto acima, julgue (C ou E) os itens subsecutivos.

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Com referência a aspectos linguísticos do texto acima, julgue (C ou E) os itens subsecutivos.

Com referência a aspectos linguísticos do texto acima, julgue (C ou E) os itens subsecutivos.

Texto II

Em relação aos textos I e II, julgue (C ou E) os itens a seguir.

Texto II

Em relação aos textos I e II, julgue (C ou E) os itens a seguir.

Texto II

Em relação aos textos I e II, julgue (C ou E) os itens a seguir.

Texto II

Em relação aos textos I e II, julgue (C ou E) os itens a seguir.

No verso “num Antônio antônimo de mim” (v.16), o poeta explora o fato de que tanto “Antônio” quanto “antônimo” compartilham a mesma raiz etimológica, que indica oposição, como em antissemita e antialérgico.

Para reforçar as noções do combate contra si mesmo e da consciência de “um murmúrio clandestino” (v.9), o autor evita a utilização de rimas.

O autor estabelece uma oposição entre “linha flexível” (v.8) e “linha anônima” (v.13) para demonstrar que a autoria do poema é indeterminada ou questionável.

Em “aposto no oposto de meu sim” (v.14), a função da palavra “aposto”, tal como se lê no verso, é especificar ou explicar um elemento do texto.

Entre as funções das aspas, está a de salientar o sentido figurado de uma expressão, isolando na frase o termo desejado. Clarice Lispector se vale desse recurso ao explicar que sempre conservou “uma aspa à esquerda e outra à direita de mim” (l.4), além de se declarar satisfeita em projetar “Essa imagem de mim entre aspas” (l.14).

A sentença “Eu era a imagem do que não era” (l.15) expressa um paradoxo ou oximoro.

A autora do texto estabelece forte oposição entre “ser” e “não- ser”, optando pelo último, uma vez que “ser” poderia aproximá-la de uma forma aparente e mentirosa para a qual não se encontra preparada.

Em língua portuguesa, as expressões “estar entre aspas” e “viver entre parênteses” equivalem-se, pois ambas significam um estado de suspensão ou de espera diante de acontecimentos.
Para o autor, Portugal não participara integralmente dos resultados trazidos pela Revolução Industrial e pela “civilização carbonífera” (l.23), ou seja, civilização fundamentada na violência das lutas operárias.
Depreende-se do texto que Eça de Queirós reagiu radicalmente contra o francesismo, Ramalho Ortigão estava farto do republicanismo (l.16-19) e nenhum dos dois, na opinião de Gilberto Freyre, demonstrou ser inflexivelmente telúrico.
O autor do texto manifesta incondicional apoio à tese de José Lins do Rego sobre Fialho de Almeida, como evidencia a expressão “em ensaio admirável” (l.1).
Fialho de Almeida e Ramalho Ortigão são os “dois grandes críticos” (l.9) que não demonstraram nem complacência nem conservadorismo em relação à necessidade de recuperar aspectos da língua e da literatura de Portugal.
