Questões de Concurso Para ufrn

Foram encontradas 5.388 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2019 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2019 - UFRN - Estatístico |
Q2045077 Estatística
A pró-reitoria de graduação de uma instituição de ensino superior está desenvolvendo uma pesquisa de opinião para avaliar a percepção de alunos de graduação sobre mudanças feitas nos critérios para a determinação de rendimento acadêmico.
Tendo como objetivo a construção de um questionário para a pesquisa descrita, considere as afirmativas abaixo.
I A ordem de apresentação das perguntas no questionário pode influenciar o resultado da pesquisa.
II Para reduzir o número de questões, é recomendado abordar mais de um objetivo na mesma pergunta.
III O pré-teste do questionário pode ser dispensado, pois o público alvo da pesquisa constitui-se de alunos de graduação.
IV É importante que os métodos de análise dos dados sejam considerados na etapa de construção do questionário.
Em relação à construção desse questionário, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2019 - UFRN - Estatístico |
Q2045076 Estatística
A pró-reitoria de graduação de uma instituição de ensino superior está desenvolvendo uma pesquisa de opinião para avaliar a percepção de alunos de graduação sobre mudanças feitas nos critérios para a determinação de rendimento acadêmico.
Tendo como objetivo a construção de questões para a pesquisa descrita, considere as afirmativas abaixo.
I Perguntas abertas permitem uma maior possibilidade de variedade de opções de respostas, porém as respostas são mais difíceis de tabular, agrupar, processar e podem gerar mais erros em comparação com perguntas fechadas.
II Perguntas fechadas consomem mais tempo do respondente e do entrevistador, porém as respostas são mais fáceis de tabular, agrupar, processar e podem gerar menos erros em comparação com perguntas abertas.
III A escala tipo Likert é comumente utilizada para avaliar percepção, mas cálculos de médias com essa escala devem ser tratados com cautela devido à sua natureza ordinal.
IV A escala numérica contínua gera uma menor possibilidade de variedade de opções d e respostas em comparação com a escala tipo Likert, mas cálculos de médias com escala numérica contínua são de fácil interpretação.
Em relação à construção de um questionário para a pesquisa descrita, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2019 - UFRN - Estatístico |
Q2045056 Português
Um silêncio que MATA
Cláudia Maria França Pádua

       A agressividade é a arma que o indivíduo utiliza para manifestar seu ódio. Existem vários tipos de violência, e os estudos desse tipo de comportamento são constantes com o intuito de descobrir as causas que levam o ser humano a cometer tal infração e que causam indignação aos olhos atentos da sociedade.

         Inúmeras pesquisas mostram, há anos, a vergonhosa prevalência da violência contra as mulheres. Em 2013, 13 mulheres morreram, todos os dias, vítimas de feminicídio, isto é, assassinato em função de seu gênero. Cerca de 30% foram mortas pelo parceiro ou ex-companheiro (Mapa da Violência 2015). Outra pesquisa do Instituto Locomotiva, dessa vez de 2016, aferiu que 2% dos homens admitem espontaneamente ter cometido violência sexual contra uma mulher, mas, diante de uma lista de situações, 18% reconhecem terem sido violentos. Quase um quinto dos 100 milhões de homens brasileiros. E, curiosamente, um estudo recente revelou que 90% concorda que quem presencia ou toma conhecimento de um estupro e fica calado também é culpado. Um percentual relevante, mas por que ainda há tanto silêncio?

       Cinco tipos de violência enquadram todos esses estudos: 1 - violência psicológica: causa danos à autoestima da vítima, podendo ocorrer em casa, na escola, no trabalho, proporcionando humilhação, desvalorização, ofensa, chantagem, manipulação, constrangimento e outros; 2 - violência física: causa danos ao corpo da vítima, podendo ocorrer sob a forma de socos, pontapés, chutes, amarrações e mordidas, impossibilitando defesa; 3 - violência moral: qualquer conduta que proporcione calúnia, difamação ou injúria; 4 - violência sexual: esta não se limita somente ao estupro propriamente dito, mas a atos de violência proibitivos, como, por exemplo, não uso de contraceptivos, obrigação de práticas sexuais, "encoxada" nos transportes públicos, exploração do corpo de adolescentes e pedofilia; 5 - violência simbólica: utilização feminina como "objeto de desejo" (propagandas, outdoors etc.), traçando uma imagem negativa da mulher. O alerta que ecoa é que a violência é silenciosa. Ela ocorre nas residências, nos espaços públicos e em qualquer lugar onde a mulher é assediada.

     O assédio é um comportamento criminoso e deve ser severamente tratado como tal. Seu desenvolvimento relaciona-se com a carência emocional ou com a separação, na infância, do elo materno. A partir desse momento, criam-se, no indivíduo, condutas antissociais, um desajuste afetivo, que podem levá-lo ao cometimento de crimes para sentir prazer no sofrimento dos outros e gerar uma excitação cortical, causando-lhe grande satisfação da libido e de seu ego malformado por uma personalidade psicopática e doentia, na qual os impulsos do mal ganham lugar e ímpeto para cometer tais absurdos. Nesse exato momento, instaura -se o grau de periculosidade do agressor. Portanto, muitas vezes, senão na maioria delas, o agressor sabe que está cometendo um delito e sente, inclusive, prazer nesse comportamento.

         É necessário que as autoridades realizem emergencialmente políticas que inviabilizem esse avanço, para que esse crime não faça parte das principais estatísticas, em que 22 milhões das brasileiras com 16 anos ou mais relatam ter sofrido algum tipo de assédio em 2018. Vítimas com ensino médio e superior relatam, em seus depoimentos, terem sofrido algum tipo de assédio em maior número do que aquelas com ensino fundamental. O caso mais comum citado pela maioria das mulheres entrevistadas é o de comentários desrespeitosos na rua.
       
        Sabemos que, desde a Idade Média, a violência psicológica e moral contra as mulher es era muito comum, e a violência física se valia até mesmo dos mais diferentes instrumentos de tortura utilizados nas mulheres de forma cruel e sem condenação aos torturadores. O "estripador de seios", por exemplo, costumava ser utilizado para punir mulheres acusadas de realizar bruxaria, aborto ou adultério. As garras aquecidas por brasas eram usadas para arrancar-lhes os seios. E existiram tantos outros instrumentos cruéis que marcaram a história mundial e registraram como a mulher foi e ainda é tratada.

         No Brasil, a tortura se divide em duas fases: a primeira se estende do Brasil Império até a nossa Constituição Federal de 1988. A produção de prova se fazia, até aquela época, de forma brutal, e a escravatura, legalizada, tornava o ambiente adequado à violação da dignidade humana. O Código Criminal de 1830 previu o aumento da dor física, como agravante, e o termo "tortura", que aparece na Lei Penal Brasileira em 1940, quando é arrolada entre os meios cruéis que agravam o delito.

        A segunda fase se inicia com a Constituição de 1988, sob o desrespeito sistemático às liberdades fundamentais do homem, ocorrido nas décadas anteriores. Tipificada finalmente a tortura como crime em nossa legislação, espera-se que as formas mais silenciosas, como as violências psicológica, moral e simbólica, recebam um olhar atento para sua erradicação. Infelizmente, nosso país ainda caminha a passos lentos na recrudescência de leis mais efetivas, em que o respeito deveria permanecer como palavra-chave.
       
       As mulheres têm, sim, exercido sua voz, mas mergulham, por vezes, em um conformismo de cultura social que não deverá mais ser aceito e precisa urgentemente ser resolvido com políticas públicas adequadas e conscientização. Afinal, não se pode ficar inerte diante da violência que assola o país e gera incredulidade. Sabemos que as palavras têm a força da razão, enquanto a crueldade emana do poder do ódio e da anomia.

PÁDUA, Cláudia Maria França. Um silencia que mata. Psique, ciência e vida. São Paulo: Editora Escala, Ed. 158, abr. 2019. p. 18-19. [Adaptado]. 
Prioritariamente, o texto objetiva
Alternativas
Q1675286 Medicina
Mulher de 21 anos foi internada com quadro de febre e tosse há 2 meses. Ela informou que o seu esposo estava em tratamento para tuberculose pulmonar há 6 meses. A médica assistente solicitou radiografia de tórax, que revelou infiltrado intersticial em lobo superior direito, e baciloscopias do escarro em três amostras que foram negativas. Diante do forte indício clínico e epidemiológico, o diagnóstico de tuberculose pode ser confirmado por
Alternativas
Q1675285 Medicina
Em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou a Estratégia pelo Fim da Tuberculose como problema de saúde pública mundial até 2035. Em 2017, o Ministério da Saúde publicou o plano nacional para o fim da doença como problema de saúde no Brasil, seguindo a recomendação da OMS. Um dos pilares para o alcance da referida meta é o controle da Tuberculose Latente (ILTB). Para o reconhecimento da ILTB, deve -se utilizar
Alternativas
Q1675284 Medicina

Adulto jovem comparece ao ambulatório com quadro de febre, odinofagia, adenomegalia cervical e rush cutâneo há 1 semana. Hemograma revelou leucocitose moderada com 50% de mononucleares e 10% de linfócitos atípicos. As aminotransferases estavam discretamente alteradas. O médico fez o diagnóstico de Síndrome Mono-like.


Na avaliação laboratorial completar, esperar-se-ia

Alternativas
Q1675283 Medicina
Adulto jovem comparece ao ambulatório com quadro de febre, odinofagia, adenomegalia cervical e rush cutâneo há 1 semana. Hemograma revelou leucocitose moderada com 50% de mononucleares e 10% de linfócitos atípicos. As aminotransferases estavam discretamente alteradas. O médico fez o diagnóstico de Síndrome Mono-like.
O agente etiológico do quadro acima é
Alternativas
Q1675282 Medicina
Sepse grave e choque séptico matam 1 em cada 4 pessoas acometidas, resultam em maior permanência hospitalar e custos para o sistema de saúde. Serviços de saúde devem instituir protocolos para melhorar a performance no atendimento ao paciente com sepse, fat or determinante para seu prognóstico. Nesse contexto, considerando a Surviving Sepsis Campaign , analise as afirmativas abaixo.
I O manejo da sepse requer uma equipe multidisciplinar treinada para adoção imediata do protocolo na urgência. II A antibioticoterapia deve ser iniciada nas primeiras 6 horas após coleta de sangue (2 a 3 pares) com intervalo de 1 hora. III A ressuscitação volêmica com solução cristaloide a 30mL/Kg deve ser realizada nas primeiras 3 horas em pacientes com hipotensão. IV Deve-se realizar inserção de cateter venoso central para transfusão de hemácias se hematócrito < 30%.
Estão de acordo com o bundle da Surviving Sepsis Campaign as afimrativas
Alternativas
Q1675281 Medicina
A sepse é a principal causa de morte em pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O diagnóstico precoce de sepse é um desafio na prática clínica, para orientar o tratamento baseado em evidência e reduzir mortalidade. Na ausência de um teste diagnóstico padrão, o clínico deve utilizar outros recursos para a tomada de decisão. A respeito desses recursos, analise as afirmativas abaixo.
I qSOFA (quick SOFA) consiste em critérios clínicos e laboratoriais mensuráveis à beira do leito (Glasgow ≤ 13; Pressão sistólica ≤ 100mmHg e Frequência respiratória ≥ 28 ipm). II Proteína C Reativa e Procalcitonina são biomarcadores de disfunção orgânica, aumentam rapidamente na infecção bacteriana e seus altos níveis refletem a severidade da sepse. III Níveis elevados de lactato sérico (≥4mmol/L) indicam hipoperfusão, mesmo em pacientes sem hipotensão. IV Oligúria aguda (débito urinário <0,5ml/Kg/h por 2 horas, a despeito de reposição volêmica adequada) indica disfunção orgânica.
Entre as afirmativas, estão corretas
Alternativas
Q1675280 Medicina
Criança de 4 anos é levada ao pronto-socorro com ferimento profundo na face provocado pela unha de seu gato. O animal encontrava-se saudável e adequadamente vacinado. O cartão de vacinação da criança estava completamente atualizado. Além da limpeza da lesão com água e sabão e da observação do animal por 10 dias, a profilaxia antirrábica indicada para o caso, considerando que o animal permanecerá saudável, é vacina antirrábica em
Alternativas
Q1675279 Medicina
Dona de casa sofreu ferimento extenso com tesoura de grama, na mão direita , ao podar pequenas plantas em seu jardim. Foi imediatamente ao pronto-socorro, sendo realizada sutura da lesão. Ela havia sido vacinada apenas na infância. Diante disso, a conduta para profilaxia do tétano recomendada é
Alternativas
Q1675278 Medicina
O método padrão-ouro para confirmação de leptospirose é
Alternativas
Q1675277 Medicina
A Síndrome de Weil é a forma mais grave da Leptospirose e caracteriza-se clinicamente por icterícia, insuficiência renal aguda e manifestações hemorrágicas. Laboratorialmente, as bilirrubinas aumentam, principalmente, à custa da fração direta; as aminotransferases, em geral, não ultrapassam 200U/L. Ureia e creatinina se elevam, mas o potássio permanece normal ou diminui. A trombocitopenia é frequente.
A icterícia citada no texto é decorrente de
Alternativas
Q1675276 Medicina
Do ponto de vista imunológico, o controle da infecção por Leishmania infantum é dependente de linfócitos TCD4 do Perfil TH1 enquanto, nos indivíduos que adoecem, ocorre uma expansão clonal de linfócitos TCD4 do Perfil TH2. Na leishmaniose visceral, o principal efeito das citocinas do Perfil TH2 na evolução da infecção para doença é 
Alternativas
Q1675275 Medicina
Homem de 30 anos é encaminhado ao Hospital Giselda Trigueiro com quadro de febre vespertina, tosse seca e anorexia há 1 mês. Informou, ainda, episódios de diarreia no início da doença, indisposição para o trabalho e perda ponderal de 3 kg. Ao exame clínico , o médico percebeu palidez cutânea e provável hepatoesplenomegalia (exame abdominal prejudicado por pouca colaboração do paciente). O hemograma revelou pancitopenia; a radiografia simples do tórax foi normal; e os testes rápidos para HIV, HBV, HCV e SÍFIL IS foram negativos. O procedimento diagnóstico indicado para o caso é
Alternativas
Q1675274 Medicina
Chega ao Ambulatório do Hospital Giselda Trigueiro uma jovem de 18 anos, na 20ª semana de gestação, com Teste rápido (TR) para sífilis reagente, encaminhada da UBS porque não foi possível fazer o VDRL. Ela recebeu uma dose de 2,4 MUI de penicilina benzatina há 7 dias. Nega sintomas relacionados a sífilis ou qualquer outra infecção sexualmente transmissível. VDRL do ano anterior não reagente; TR para HIV e hepatite B negativos. Diante desse quadro e considerando a epidemia de sífilis no Brasil e o risco de sífilis congênita, analise as condutas abaixo.
I Realizar VDRL mensal na gestante para monitorar aumento da titulação em duas diluições, o que configuraria reinfecção/reativação. II Administrar a segunda dose de penicilina benzatina 2,4 MUI intramuscular na gestante, testar e tratar o parceiro sexual. III Fazer VRDL da gestante. Se o resultado for negativo, interpretar o TR como falso positivo e orientar para repetir no momento do parto. IV Realizar TR para sífilis no parceiro e aplicar uma dose de penicilina benzatina 2,4MU intramuscular.
Considerando a situação, estão corretas as condutas
Alternativas
Q1675273 Medicina
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível que atinge mais de 12 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, dados do Boletim Epidemiológico de Sífilis (2018) reportam 119.800 casos de sífilis adquirida, 49.013 casos de sífilis em gestantes e 24.666 casos de sífilis congênita no ano de 2017, mantendo a tendência de crescimento observada desde 2010. Sobre a epidemia de sífilis no Brasil,
Alternativas
Q1675272 Medicina
Criança de 14 anos, HIV negativo, em tratamento para meningite criptocócica com anfotericina B desoxicolato evoluiu com cefaleia persistente e turvação visual. Fundoscopia não detectou edema de papila. Punção lombar revelou gotejamento rápido do LCR, mas a manometria não foi realizada por falta de instrumental. A reavaliação da conduta indica
Alternativas
Q1675271 Medicina
Puérpera foi internada no Hospital Giselda Trigueiro (HGT) com febre e tosse seca há 40 dias. Na primeira semana de doença, ela procurou o médico em sua cidade, o qual receitou cefalexina para provável infecção urinária. Sem melhora, na segunda semana, ela retornou ao médico, que substituiu a cefalexina por ciprofloxacina e metronidazol para possível infecção puerperal. A paciente seguiu sem melhora, evoluindo com cefaleia, anorexia, ast enia e prostração. Foi quando resolveu ir a uma clínica popular, sendo medicada com amoxicilina para sinusite, mas piorou progressivamente com sonolência e desorientação. A família decidiu levá-la ao HGT. Ao exame clínico, estava torporosa e com rigidez nucal. Detectaramse estertores subcreptantes em ambos os pulmões e bexigoma. A punção lombar deixou fluir liquor opalescente e turvo. A análise laboratorial do LCR demonstrou 256 células/mm³ (57% de polimorfonucleares e 43% de momonucleares). Glicose zero e proteínas – 136mg/ml. O diagnóstico provável para o caso é
Alternativas
Q1675270 Medicina
A Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (IRAS) é o evento adverso mais frequente e o principal problema de segurança do paciente, segundo a Organização Mundial de Saúde. As IRAS impactam com aumento da permanência hospitalar, aumento da morbidade e mortalidade, altos custos para o sistema de saúde, o paciente e seus familiares. A Infecção do Sítio Cirúrgico (ISC) é uma das mais frequentes, com índices que variam entre 1,2% e 5,2% na Europa e nos EUA e de até 23,6% na América Latina, Ásia e África. Sua prevenção é complexa por envolver condições intrínsecas ao paciente e atenção em três momentos distintos, o pré, o intra e o pós-operatório. Nesse sentido, são medidas que reduzem ISC:
Alternativas
Respostas
1221: D
1222: B
1223: A
1224: A
1225: C
1226: B
1227: D
1228: C
1229: A
1230: D
1231: D
1232: A
1233: C
1234: D
1235: C
1236: B
1237: D
1238: B
1239: D
1240: B