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A necessidade de uma direção essencialmente técnica para desenvolvimento de ações nesse campo predomina em debates profissionais de assistentes sociais acerca da saúde do trabalhador, que é entendida como expressão concreta das contradições das relações sociais de produção.
Os programas de saúde devem priorizar atividades de recuperação da saúde daqueles trabalhadores que já adoeceram ou sofreram algum acidente em detrimento de trabalhadores que ainda não tiveram manifestações de problemas de saúde.
Novas formas de gestão da força de trabalho e precarização de relações sob a reestruturação produtiva contribuem para surgimentos de patologias decorrentes da sobrecarga, como o burnout, uma síndrome psicológica resultante de estresses interpessoais crônicos no trabalho.
O trabalho do assistente social no campo da saúde do trabalhador deve ser realizado em consonância com o projeto profissional atual, segundo o qual cabe ao profissional mediar com o coletivo de trabalhadores e intervir sobre determinantes de problemas relacionados ao processo produtivo.
A expressão saúde do trabalhador surgiu no final dos anos 70 do século passado no contexto de debates relativos à reforma sanitária brasileira, influenciada pelo movimento da reforma sanitária italiana.
A referida política direciona-se prioritariamente a pessoas e grupos em situação de maior vulnerabilidade, como aqueles inseridos em atividades informais e de maior risco para a saúde, submetidos a formas nocivas de discriminação, ou a trabalho infantil.
Segundo essa política, é essencial a participação dos trabalhadores em processos de identificação de situações de risco em ambientes de trabalho e de repercussões sobre sua saúde, bem como em planejamento, acompanhamento e avaliação de intervenções sobre condições geradoras de agravos relacionados a trabalho.
A garantia dos direitos dos idosos é de inteira responsabilidade de suas famílias; a cargo do poder público ficam apenas os casos comprovados de abandono familiar.
A Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) distingue o benefício assistencial destinado ao idoso daquele reservado à pessoa com deficiência, mesmo que nenhum deles consiga prover a própria manutenção nem tê-la atendida por sua família, uma vez que é exigida do primeiro grupo contribuição previdenciária de, no mínimo, dezoito meses.
Segundo a política nacional para integração de pessoa portadora de deficiência, todas as empresas são obrigadas a empregar uma porcentagem de trabalhadores com deficiência.
Quando necessitar e estiver impossibilitado de se locomover, mesmo que esteja recolhido em instituição filantrópica de acolhimento, é garantido ao idoso atendimento domiciliar pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O programa Farmácia Popular fornece, gratuitamente, medicamentos definidos para tratamento dessas doenças a todo cidadão portador de hipertensão arterial e(ou) diabetes melito, independentemente de estar abaixo da linha de pobreza.
O auxílio-doença é um benefício social que exige do segurado prazo mínimo de contribuição de dezoito meses para todas as doenças, incluindo aquelas em que o início da incapacidade, desde que controlada, seja anterior à qualidade de segurado
O fato de uma empresa pública adotar política de responsabilidade social confere a ela direito de requerer certificação de entidade beneficente de assistência social, concedida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
A assessoria à gestão das políticas sociais, prestada, por exemplo, aos gestores públicos, privados e filantrópicos, aos conselhos tutelares e aos conselhos de direitos, é uma das frentes de assessoria/consultoria desenvolvidas pelos assistentes sociais.
O profissional de serviço social não deve se concentrar na delimitação de um saber específico quando atua em equipes interdisciplinares, pois esta perspectiva requer basicamente que os profissionais se atenham a um referencial teórico comum.
Se, historicamente, a área de atuação do profissional de serviço social concentrava-se nos setores estatais, atualmente o foco do trabalho deslocou-se para atividades de planejamento e gestão e para a formulação e avaliação de políticas, inserindo o assistente social em equipes multiprofissionais.
Na assessoria, o assistente social deve se posicionar como o profissional responsável pela condução do processo, desempenhando, portanto, papel centralizador nas decisões.
Um espaço crescente e expressivo de atuação do assistente social é o trabalho de base nas áreas de educação, mobilização e organização popular, não obstante o retrocesso no desenvolvimento dos processos de organização sindical e social, ocorridos a partir da década de 90 do século passado.
Em um projeto de pesquisa, devem constar os fundamentos e as diretrizes da pesquisa, sendo item indispensável a apresentação da metodologia.